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Patricia Lima

@limapat

🐡Limpar a água do aquário por dentro do aquário: dissolver padrões culturais para se reconectar com sua criatividade✨Escola de pandas | Últimas vagas:
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Não precisa ser a coisa mais incrível que você já fez! | Reconexão criativa é o melhor que podemos fazer a nós mesmos.
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1 year ago
Estar em estado de presença expandido, dilatado, preenchido sentindo uma alegria genuína dessas que você já tinha até esquecido que existia, deixando o fluxo criativo te guiar pelos segundos que parecem horas que parecem eternos que parecem parados; sentir que tudo faz sentido de novo, sorrir por dentro e ao olhar pela janela, perceber que nunca tinha visto um entardecer tão bonito e se maravilhar com a vida que passa. Ter nos olhos, o brilho do entusiasmo. O olhar genuíno de quem sabe ser inteiro. Toda prática artística é uma oração disfarçada. #reconexaocriativa
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8 months ago
Eu poderia passar horas te explicando os benefícios das práticas artísticas diárias nutritivas e anônimas mas as muitas mensagens lindas que recebo dos meus alunos lá no p.a.n.d.a., falam por mim. Sem palavras para agradecer, pandas! Vocês arrasam. 🙌🐼🫶✨
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11 months ago
Talvez a gente não seja perfeccionista. Talvez a gente só tenha aprendido que precisa merecer existir. Mas e se o nosso valor não estiver no que fazemos? E se ele for inerente ao simples fato de existirmos? Talvez por isso práticas “inúteis” — desenhar, escrever, colar imagens num caderno — sejam tão presentes. Elas lembram algo simples: você não precisa ser útil para ter valor. ps1 - texto completo no Substack ps2 - foto de Waldemar Nowak
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2 months ago
Final de semana passeando pela cidade e vendo filme bom em casa.✨ * fotos 2,3 e vídeo - exposição de @marinaribas.mr no Helio Oiticica | foto 6 - @beatrizmilhazes na casa Roberto marinho
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2 months ago
A prática de hoje foi para preparação para nosso encontro de amanhã. Eu passei muito tempo acreditando que preparar um encontro, era encher ele de coisas lógicas e racionais que sustentassem qualquer vazio, para que de alguma forma eu pudesse controlar e me assegurar mas desta vez e pela primeira vez, eu fui para a prática artística para preparar todo o intensivo da escola de pandas - até porque não faria sentido se fosse de outro jeito - e o que a prática de hoje me fala é: encontrar com as ausências. A gente é carregado de ausências - e isso, parecia algo negativo para mim, eu precisava preencher tudo - mas trazendo o caderno para meu dia a dia, ele começou a me contar sobre abrir espaços, deixar o vazio entrar, acreditar no vazio e até mesmo lançar um novo olhar para memórias de ausências. E nada melhor para me preparar para amanhã, no encontro ao vivo da escola de pandas, do que me esvaziar, me ausentar de tantas memórias rígidas que teimam em nos dizer como as coisas tem que ser, e estar presente para o encontro. Parece contraditório encontrar com as ausências para estar presente, mas não é. E se você quiser ouvir o final dessa história de conversar com memórias e práticas artísticas, vem encontrar comigo amanhã , no intensivo ao vivo da escola de pandas: Recriar memórias. Basta ir no link da bio e se inscrever na escola, ainda dá tempo. 😉🐼✨
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5 months ago
A prática artística é caminho possível, concreto e simples que abre espaço para nossas memórias que antes pareciam rígidas. O caderno, um território seguro onde as imagens que surgem, podem encontras novas possibilidades. Esse final de semana teremos o encontro ao vivo Re-criar Memórias, na Escola de Pandas. Online, prático, profundo. Você é bem-vinda. Vem!
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5 months ago
A memória não é um arquivo morto. Ela muda quando a gente mexe nela — não pensando demais, mas tocando, movendo, dando forma. Quando você leva uma lembrança para o papel e começa a rasgar, colar, pintar, sobrepor… não está só “fazendo arte”. Você está criando novas camadas para uma história antiga. É o processo de reconsolidação da memória: cada vez que lembramos de algo, ele volta a ficar maleável. E quando atravessa o corpo, a mão, o gesto… ganha outras possibilidades. Por isso usamos fotos antigas: elas abrem o arquivo emocional sem pedir permissão. E no encontro com a prática artística vira uma espécie de tradução sensível — o passado encontra o presente e algo se reorganiza dentro. Esse é o tema do encontro ao vivo deste fim de semana, dentro da Escola de P.A.N.D.A.s: | Re-criar Memórias | Se esse tema acendeu algo aí dentro, vem. A escola tá pronta pra você entrar.
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5 months ago
Bom dia. Todos os dias. Lembrar de: Ter seu caderno de criação contigo, na sua rotina e encontrar outras formas de se expressar, para além do racional, lógico e linear.
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5 months ago
Está oficialmente lançada a nossa semana de reabertura da escola de pandas - e para embalar todos os nossos cursos estão com desconto de b.friday - link lá na bio. Aproveita!
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5 months ago
Sexta né!? Vamos abrir espaço de pausas dilatadas. Fazer pausas pode ser difícil com a cabeça cheia de informação, a gente precisa reinventar maneiras de encontrar espaços de presença expandidos, dilatados, para recuperar o ócio. Não fazer nada virou sinônimo de deixar correr soltos mil pensamentos automáticos e logo pegar o celular para atualizar alguma pendência. Reaprender a fazer pausas é encontrar maneiras de estar em silêncio mas um silêncio grandão desses que descansam de verdade (não preciso nem falar o que eu indico para estes casos, né!) Bom findeee!
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6 months ago
Na última sexta eu dei uma aula de processo criativo através dos cadernos de criação para um grupo de aquarelistas da universidade federal do Rio Grande do Norte. Durante a parte prática, eu perguntei à página em branco o que de melhor eu poderia passar para essas pessoas e a resposta foi: liberdade para poder errar. A gente fala de criatividade como se fosse esse território livre, cheio de cores e ideias, mas o mapa é cheio de buracos — e o principal deles é o medo de errar. A ironia? Errar é o único caminho pra acertar algo que ainda não existe. Quando você tenta evitar o erro, evita também o inédito. No fundo, o medo de errar é só um disfarce elegante do medo de ser visto. Mas o erro… o erro é a assinatura. É o traço tremido que também denuncia: “foi humano quem fez”. E é ali, nesse vacilo, que o processo criativo acontece.
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6 months ago