Depois de anos fazendo parte da rotina de cuidados de tantas pessoas, chegou a hora de nos despedirmos das linhas Filtrum® e Umiditá®.
Os produtos permanecerão disponíveis nas farmácias até a finalização dos estoques e podem ser utilizados normalmente, se estiverem dento do prazo de validade.
Nosso compromisso com o cuidado continua, e seguiremos investindo em medicamentos dermatológicos para auxiliar nossos pacientes no tratamento de doenças de pele.
Se você é fã do seu Filtrum® ou Umiditá®, recomendamos que converse com o médico dermatologista para que ele indique outras opções que atendam às necessidades da sua pele.
Encerrar um ciclo também é abrir espaço para novos favoritos e nós seguimos cuidando de você em cada fase dessa jornada.
Dúvidas? Entre em contato com o nosso SAC:
0800 013 50 44 | [email protected]
Embalagem nova? Saiba o que mudou nos medicamentos.
Desde 2023, as embalagens de medicamentos no Brasil estão passando por mudanças importantes. Elas são resultados de uma resolução (RDC nº 768/2022) da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para aumentar a segurança dos pacientes e facilitar o acesso à informação de forma clara e padronizada.
As mudanças incluem:
➡️ Tarjas visíveis apenas na frente da embalagem
➡️ Fontes maiores e melhor contraste
➡️ Alertas mais evidentes sobre riscos e contraindicações
➡️ Indicação de uso e quantidade total na frente
➡️ Design mais acessível para todos os públicos
Importante: a composição dos medicamentos não mudou.
A nova embalagem é mais um passo em direção a uma saúde mais segura, acessível e informada para todos. Além das mudanças da RDC, fizemos alterações na nossa identidade visual, atualizando o layout e cores de algumas linhas.
Em caso de dúvida, procure um profissional de saúde ou o farmacêutico.
Nem todo desconforto respiratório tem a mesma causa — e nem todo aparelho tem a mesma função.
Purificadores de ar ajudam a reduzir poeira, poluentes e alérgenos do ambiente, podendo beneficiar pessoas com com rinite, asma ou sensibilidade respiratória.
Umidificadores melhoram o conforto em ambientes muito secos, aliviando o ressecamento das vias aéreas, desde que usados com higiene adequada. O nariz também pode ser umidificando com o uso de sprays de géis nasais.
Inaladores (nebulizadores) são indicados para administrar medicamentos diretamente nas vias respiratórias e devem ser usados apenas com orientação profissional.
Entender a função de cada dispositivo ajuda a evitar usos inadequados.
Em caso de sintomas persistentes ou necessidade de medicação, a avaliação profissional é fundamental.
Referências:
1. Lee GH, Kim JH, Kim S, Lee S, Lim DH. Effects of indoor air purifiers on children with asthma. Yonsei Med J. 2020;61(4):310–316.
2. Chen R, Zhao A, Chen H, Zhao Z, Cai J, Wang C, et al. Cardiopulmonary benefits of reducing indoor particles of outdoor origin: a
randomized, double-blind crossover trial of air purifiers. J Am Coll Cardiol. 2015;65(21):2279–2287.
3. Breysse PN, Diette GB, Matsui EC, Butz AM, Hansel NN, McCormack MC. Indoor air pollution and asthma in children. Proc Am Thorac
Soc. 2010;7(2):102–106.
4. Azzam JS. Hidratação nasal: solução salina ou gel? RBM-ORL. 2008;3(3):92-96.
5. Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade. Baixa umidade do ar prejudica pessoas com predisposição a doenças
respiratórias [Internet]. 2017. Disponível em: https://bit.ly/4uaKt2a [acesso 13 mai 2026]
6. Brasil. Ministério da Saúde. Inaloterapia na atenção básica [Internet]. São Paulo: Secretaria Municipal da Saúde; 2023. Disponível em:
https://drive.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/inaloterapia_atencao_basica_set23.pdf[acesso 13 mai jan 2026]
7. Brasil. Ministério da Saúde. Asma: técnica inalatória [Internet]. Disponível em: https://bit.ly/4dn98JB [acesso 13 mai 2026]
Após os 35 anos, o corpo passa por mudanças que podem influenciar a escolha do anticoncepcional.
Na busca de minimizar riscos, prefere-se a escolha de métodos que apresentem menor impacto no metabolismo, como por exemplo os estrogênios naturais.
Converse com seu médico e descubra qual é a opção mais indicada para você.
Leia no blog A Vida Plena como tomar essa decisão de forma segura.
Referências:
1. Godfrey EM, Chin NP, Fielding SL, Fiscella K, Dozier A. Contraceptive methods and use by
women aged 35 and over: A qualitative study of perspectives. BMC Women’s Health [Internet].
2011 Feb 16;11:5. Disponível em: https://bit.ly/4ttzmjW.
Acesso em: 26 mar. 2025.
2. Archer DF. Reversible contraception for the woman over 35 years of age. Current opinion in
obstetrics& gynecology[Internet]. 1992 Dec;4(6):891–6. Disponível
em: https://bit.ly/4dB3K6Z.
Como saber se eu devo me preocupar com o atraso da menstruação? 🤔
Se o ciclo atrasou e a dúvida apareceu por aí, esse vídeo pode te ajudar.
Neste episódio da websérie “É normal?”, a ginecologista Dra. Mariana Barroso explica as possíveis causas do atraso menstrual, quando isso pode ser considerado comum e em quais situações vale investigar com mais atenção.
Informação confiável para você entender melhor os sinais do seu corpo e cuidar da sua saúde com mais tranquilidade.
Para conferir o episódio completo no nosso canal do Youtube, acesse o link na bio.
#ÉNormal?
Receber um diagnóstico de câncer pode trazer muitas incertezas e, junto com elas, o medo do isolamento.
No @podfalardesancersim , a influenciadora @BiaaSuzuki compartilha como enfrentou o diagnóstico de câncer colorretal aos 25 anos, buscando mais acolhimento e equilíbrio emocional ao longo da jornada.
Confira o episódio, que também traz reflexões sobre a importância do acolhimento no cuidado oncológico e como o diagnóstico precoce pode fazer diferença no tratamento.
Referências:
1. Colorectal Cancer Alliance. Young-onset colorectal cancer facts [Internet]. 2026 [Acesso em 17 mar 2026]. Disponível em: /resources-support/community-support/young-onset-support/young-onset-crc-facts
2. Tanase M, Cirstea JO, Irava BS, Samie H. The importance of screening and early diagnosis for a good outcome in patients with colorectal cancer. Rev Med Milit. 2025;128(4).
3. American Cancer Society. About Colostomies [Internet]. 2025 [Acesso em 17 mar 2026]. Disponível em: /cancer/supportive-care/ostomies/colostomy.html
Nos últimos anos, as buscas por Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) cresceram.
No meio de tantos vídeos, testes e dicas nas redes, é fácil se ver em cada sintoma e pensar: “Será que eu também tenho?”
A verdade é que nem toda agitação, distração ou esquecimento é sinal do transtorno: TDAH precisa ser avaliado com cuidado e por profissionais especializados.
Isso vale tanto para crianças, que muitas vezes são percebidas como “distraídas” ou “agitadas demais”, quanto para adultos, que podem passar anos convivendo com sintomas sem saber o motivo.
Na infância, o diagnóstico começa pela escuta: pais, professores e médicos observam comportamentos, rotina e histórico familiar. Os sinais precisam aparecer por pelo menos seis meses e em diferentes contextos, casa, escola, vida social.
Já na vida adulta, o processo pode ser um pouco diferente. Muitas pessoas procuram ajuda ao perceber que a dificuldade de foco, a impulsividade ou a desorganização interferem no trabalho e nas relações. Aqui também é essencial descartar outras causas, como ansiedade, estresse, depressão ou questões emocionais.
O tratamento é sempre individualizado e pode incluir apoio psicológico, orientação familiar, estratégias comportamentais, psicoterapia e, em alguns casos, o uso de medicamentos sob supervisão médica.
Se você desconfia que o TDAH pode fazer parte da sua história ou da de alguém próximo, procure um especialista.
E lembre-se: informação de qualidade também é cuidado.
Referências:
1. Adesman AR. The Diagnosis and Management of Attention Deficit/Hyperactivity Disorder in Pediatric Patients. Prim Care Companion J Clin Psychiatry 2001;3:66–77
2. Wolraich ML, Hagan JF, Allan C, Chan E, Davison D, Earls M, et al. Clinical Practice Guideline for the Diagnosis, Evaluation, and Treatment of Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder in Children and Adolescents. Pediatrics 2019;144:e20192528
3. Masi L, Gignac M. ADHD and Comorbid Disorders in Childhood Psychiatric Problems, Medical Problems, Learning Disorders and Developmental Coordination Disorder. Clinical Psychiatry. 2015;1(1):5.
Os rins e o coração trabalham em parceria. Quando a saúde de um é afetada, o outro também pode sofrer impactos.
As funções renais têm um papel essencial em ajudar o coração, como regular a pressão arterial, o equilíbrio de líquidos e a filtragem de
substâncias do sangue. Quando sua função diminui, o organismo pode entrar em sobrecarga, favorecendo pressão alta, retenção de líquidos,
inflamação e aumento do risco cardiovascular.
Um ponto importante é que a doença renal crônica muitas vezes evolui de forma silenciosa, principalmente nas fases iniciais. Por isso,
medidas preventivas e o acompanhamento de fatores de risco são fundamentais.
Hábitos como manter hidratação adequada, reduzir o consumo de sal, controlar a pressão e evitar a automedicação ajudam a proteger a
saúde renal e a reduzir fatores associados ao risco cardiorrenal.
E atenção: sinais como inchaço persistente, mudanças na urina e fadiga frequente merecem avaliação de um profissional de saúde.
Referências:
1. Brasil. Ministério da Saúde. Doenças Renais Crônicas (DRC) [Internet]. [Acesso em 18 dez 2025]. Disponível
em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/drc
2. Sociedade Brasileira de Nefrologia. Como se prevenir [Internet]. [Acesso em 18 dez 2025]. Disponível
em: .br/publico/orientacoes-e-tratamento/como-se-prevenir/
3. Vassalotti JA, et al. Are your kidneys ok? Detect early to protect kidney health. Clin Exp Nephrol. 2025;29(8):1012
1020. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12331825/
4. Lo R, Narasaki Y, Lei S, Rhee CM. Management of traditional risk factors for the development and progression of chronic kidney disease.
Clin Kidney J. 2023;16(11):1737–1750. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10616454/
Os tratamentos mais eficazes contra a acne podem causar ressecamento das mucosas, inclusive da região nasal.
Para aliviar o desconforto, é importante adotar alguns cuidados simples:
• Use soluções salinas ou géis hidratantes nasais para manter a mucosa úmida.
• Beba bastante água ao longo do dia para favorecer a hidratação do corpo.
• Evite ambientes muito secos, e, se possível, use umidificadores.
• Essas medidas ajudam a manter o tratamento mais confortável e seguro.
Converse com o seu médico sobre como cuidar do nariz durante o tratamento da acne. Ele poderá indicar as melhores opções de hidratação nasal para o seu caso.
Referências:
1. Tripathi SV, Gustafson CJ, Huang KE, Feldman SR. Side effects of common acne treatments. Expert Opin Drug Saf. janeiro de 2013;12(1):39–51.
2. Ozuguz P, Callioglu EE, Tulaci KG, Kacar SD, Balta I, Asik G, et al. Evaluation of nasal and oropharyngeal flora in patients with acne vulgaris according to treatment options. Int J Dermatology; 53(11):1404–8.
3. Johnson BA, Nunley JR. Use of systemic agents in the treatment of acne vulgaris. Am Fam Physician. 2000 Oct 15;62(8):1823-30, 1835-6. Erratum in: Am Fam Physician 2001 Apr 1;63(7):following 1295.
4. Fritts H, Frasier K, Johnson A. Advancements in Topical Treatments for Acne Vulgaris: A Comprehensive Review of Efficacy, Safety, and Patient Satisfaction. Clinical Dermatology and Surgery. 2024 Sep 22;2(2):S181–206.
5. Reynolds RV, Yeung H, Cheng CE, Cook-Bolden F, Desai SR, Druby KM, et al. Guidelines of care for the management of acne vulgaris. J Am Acad Dermatol. maio de 2024;90(5):1006.e1-1006.e30.
6. Brasil. Ministério da Saúde. Biblioteca Virtual em Saúde. Período de seca pede cuidados especiais. Disponível em: https://bit.ly/48HoLu1. Acesso em 30 out. 2025.
7. Neves MCD, Romano FR, Filho SG. New Ringer’s Lactate Gel Formulation on Nasal Comfort and Humidification. Braz J Otorhinolaryngol. 2018. pii: S1808-8694(18)30498-1.
Você sabia que a hipertensão é conhecida como uma “doença silenciosa”?
Muitas vezes, a falta de sintomas faz com que o diagnóstico seja adiado, aumentando os riscos para a saúde do coração. Por isso é importante reforçar a desmistificação de informações que podem impedir o controle adequado.
Ter hábitos saudáveis, como praticar exercícios e manter uma alimentação equilibrada, vai muito além de apenas reduzir o sal. O acompanhamento médico e medição da pressão arterial regularmente também são importantes para a prevenção.
Cuidar do seu coração hoje para garantir um futuro com mais saúde. Em caso de dúvidas, consultar sempre um profissional de saúde.
Referências:
1.Brandão AA, Rodrigues CIS, Bortolotto LA, Armstrong AC, Mulinari RA, Feitosa ADM, et al. Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial - 2025.
Arq Bras Cardiol. 2025;122(9):e20250624.
2. World Health Organization. Hypertension[internet]. 2025. [Acesso em 10 fev. 2026]. Disponível em: https://bit.ly/42GQBmA
3. Brasil. Ministério da Saúde. Hipertensão (pressão alta) [internet]. [Acesso em 10 fev. 2026]. Disponível em: https://bit.ly/4oZunq1
Você sabia que cerca de 30% dos brasileiros convivem com a hipertensão arterial e muitos nem desconfiam?
O grande perigo da pressão alta está no fato de ela ser, na maioria das vezes, assintomática. Esperar por sinais como dor na nuca ou tontura para procurar ajuda pode ser um erro arriscado, já que esses sintomas geralmente só aparecem em crises severas.
O diagnóstico correto não depende de como você se sente, mas sim de medições precisas e frequentes – no caso de pessoas com histórico familiar ou fatores de risco, medições semanais e, em adultos saudáveis, pelo menos uma vez ao ano. Quando detectada precocemente, a hipertensão pode ser controlada, evitando complicações como o infarto e o AVC.
Não deixe para depois. Consultas regulares e o monitoramento da pressão são essenciais para a sua longevidade.
Referências:
1.World Health Organization. Hypertension[Internet]. Geneva: WHO; 2025 [acesso em 18 fev 2026] Disponível em: https://bit.ly/42GQBmA
2.Brandão AA, Rodrigues CIS, Bortolotto LA, et al. Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – 2025. Arq Bras Cardiol. 2025;122(9):e20250624.
3. Brasil. Ministério da Saúde. Hipertensão (pressão alta) [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde; [acesso em 18 fev 2026] Disponível em: https://bit.ly/4oZunq1
4. National Health Service (NHS). High blood pressure[Internet]. London: NHS; 2024 [acesso em 18 fev 2026] Disponível em: https://bit.ly/4t8LdUr
5. Brasil. Ministério da Educação. Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). Prevenção – Cerca de 30% de brasileiros convivem com hipertensão arterial, doença silenciosa que não causa sintomas [Internet]. Brasília: EBSERH; 2023 [acesso em 18
fev 2026] Disponível em: https://bit.ly/4cH4wPH
Alterações emocionais antes da menstruação são comuns — mas nem todas significam a mesma coisa.
A Tensão Pré-Menstrual (TPM) costuma causar sintomas leves e transitórios, como irritação, maior sensibilidade emocional, inchaço ou
cansaço. Apesar do incômodo, esses sinais geralmente não comprometem de forma importante o trabalho, os estudos ou os relacionamentos.
Já o Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM) é uma condição clínica reconhecida, marcada por sintomas emocionais intensos, recorrentes e
incapacitantes. Entre os sintomas mais comuns estão tristeza profunda, ansiedade marcante, irritabilidade extrema, sentimento de descontrole emocional e mudanças importantes no humor, com impacto direto na vida cotidiana.
Quando esse sofrimento se repete mês após mês, interfere na rotina, afeta as relações e parece desproporcional, isso não deve ser normalizado. Existe diagnóstico, acompanhamento e tratamento possíveis — e buscar ajuda pode trazer alívio e mais qualidade de vida. Você não precisa
passar por isso sozinha.
Referências:
1. Queensland Government Beyond bloating and mood swings: your guide to premenstrual dysphoric disorder (PMDD) and why it’s more than just premenstrual syndrome (PMS)(PMDD) [Internet]. Queensland: Queensland Health; [2024]. [Acesso em 13 mar. 2026]. Disponível em: https://bit.ly/48wW9nk
2. Mishra S, Elliott H, Marwaha R. Premenstrual Dysphoric Disorder. StatPearls[Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2026 Jan. [Acesso em 13 mar. 2026]. Disponível em: https://bit.ly/3QFtExy
3. Tiranini L, Nappi RE. Recent advances in understanding and management of premenstrual dysphoric disorder and premenstrual syndrome. Fac Rev. 2022;11:11.
4. Reilly TJ, Patel S, Unachukwu IC, et al. The prevalence of premenstrual dysphoric disorder: systematic review and meta-analysis. J Affect
Disord. 2024;349:534–540.
5. Liguori F, Saraiello E, Calella P. Premenstrual syndrome and premenstrual dysphoric disorder’s impact on quality of life. Medicina (Kaunas). 2023;59(11):2044.