A estilista goiana Luana Andriollo, fundadora do ateliê que leva seu nome, aposta no feito à mão como identidade. De São Paulo, comanda um trabalho sob medida, onde cada peça é artesanal e nasce do diálogo com a cliente. Para ela, a roupa é mais do um objeto de consumo, é uma narrativa que se lê com as mãos e se guarda como herança. "A roupa não é apenas para vestir, é para ser lida", declara.
Prestes a concluir o curso de Design de Moda pela FAAP e com planos de estudar em Londres, soma experiências marcantes, como a criação de um Sansão em couro para o projeto “Mônica 60 anos”. Suas coleções — Pinduca, Sansão e Oceano Abstrato — exploram drapeados e bordados únicos, sempre com acabamento minucioso. Recentemente, em uma imersão em Minas Gerais, revisitou técnicas tradicionais que têm inspirado sua próxima coleção: Tramas da Terra.
Além do ateliê, atua como curadora e consultora da Ryzí, marca brasileira de bolsas, sapatos e acessórios, que compartilha com ela a filosofia do tempo e da precisão artesanal.
Leia a matéria completa em .br (link na bio ou stories).
Foto: @joaocarlos84
#luanaandriollo #moda #modagoiana #revistazelo
Desde pequenas, a roupa que era de uma passava pra outra, crescemos dividindo armários, histórias e afetos.
Nossas mães são irmãs, então o desapego sempre foi natural.
Manas nasce daí: do amor por uma moda que continua,
que muda de corpo, mas carrega memória.
E isso não ficou no passado.
Hoje mesmo, entre conversas e planos de viagem,
trocamos peças pra cada uma levar um pedacinho da outra. ✨
#manaolhaisso #clubmanas #desapego
Prazer, eu sou a Luana, a outra mana.
Estamos muito felizes em materializar esse projeto e ansiosas para o lançamento das peças no dia 10 de fevereiro.
Fiquem de olho, porque moda boa a gente aprende, compartilha e vive juntas 💛🧵
#manaolhaisso #clubmanas #desapego
“Eu existo como sou”
É sobre um corpo que não pede permissão.
Sobre tensão, presença, sombra, movimento e essa liberdade silenciosa que Ney Matogrosso constrói através do olhar e do gesto.
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Modelo: @diegogeddaa
Fotógrafo: @mpascott e Luana Andriollo
Direção e Styling: Luana Andriollo
Algumas páginas do meu caderno de criação.
É aqui que o Tramas da Terra começa, quase como quando eu abro um baú antigo lá de casa e encontro coisas que sempre fizeram parte de mim.
Eu fui voltando para as memórias, para as mãos das mulheres da minha família, para o bordado, o ponto cruz, para esse fazer manual que carrega tempo e cuidado. Tudo isso foi aparecendo de forma muito natural no processo.
Ao mesmo tempo, meu olhar foi se expandindo para a terra, para o cotidiano rural e para tudo que vem desse lugar mais orgânico. E aí comecei a pensar a roupa não só como roupa, mas como algo que envolve o corpo, que molda, que tem presença, quase como pequenas esculturas vestíveis.
O Tramas da Terra está sendo isso pra mim, um encontro entre o que eu vivi, o que eu carrego e o que eu estou construindo agora. Tudo costurado junto, com calma, intenção e história.
Tramas da Terra nasce das memórias cultivadas no campo e dos gestos que atravessam gerações. Bordar, tecer, cuidar da terra. Cada fio guarda histórias de família, de trabalho e de tempo, transformando lembranças em matéria, textura e criação.
Acreditamos que boas peças não precisam parar no fundo do armário, elas podem continuar contando histórias, de mana pra mana.
Vem aí nosso clubinho de desapego 💕
#manaolhaisso
O vestido da @lfandriollo nasceu de um encontro.
Ela chegou com seus desejos, referências e emoções, e a gente construiu juntas, entre provas, ajustes e muita escuta.
A Lu é mais que cliente: é amiga, presença, troca.
Criar o vestido do dia dela foi uma honra imensa.
Cada detalhe carrega o tempo do processo, o cuidado e a confiança que só existem quando se cria com verdade.
Obrigada, Lu, por me permitir transformar seu sonho em criação 🤍
#noivas #bride