• há cinco anos, no estranho e difícil primeiro isolamento por causa de um vírus, o
@guilhermebranquinho_ propôs um desafio: escrever a meias o episódio piloto de uma série que juntava duas histórias verídicas, já partilhadas e sonhadas entre nós no ano anterior, enquanto co-realizávamos algumas publicidades - uma caça às bruxas e a única batalha da Segunda Guerra Mundial em Portugal continental, tudo no mesmo lugar, acontecimentos separados por 14 anos. Um guião, um moodboard e uma intenção foram construídos à distância para concorrer a um prémio. Muito trabalho, mas também uma espécie de sessões diárias de terapia entre dois amigos verídicos.
Esse prémio foi conquistado e festejado, e tornou-se a alavanca para nunca mais largarmos isto - com unhas e dentes - até que estivesse desenvolvido, escrito, pré-produzido, ensaiado, filmado e pós-produzido. Está entregue e não podia estar mais orgulhoso do resultado e de todos os que criaram e trabalharam connosco, equipa e elenco: o meu mais sincero e sentido obrigado. Difícil pôr por palavras este último ano e meio em que tantos dedicaram os seus talentos e tempo ao nosso projecto.
E obrigado também a ti,
@joana_afonso , por segurares o barco e, sem nunca me deixares cair, sem nunca largares a minha mão, estares sempre ao meu lado e dares-me a força, inspiração e amor para enfrentar tamanha odisseia.
Por esta ordem, isto é mesmo lágrimas, suor e sangue, mas está aí, a série que eu gostaria de ver é também vossa agora. Não vou pedir para apoiarem a ficção nacional, mas vou pedir que a vejam, com a esperança que gostem não só por ser portuguesa, mas pelo que é.
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@leandroferrao_