Ontem fui ler
@leoaversa e seu texto como, quase sempre, me faz rir com uma certa amargura, pois traz verdades doídas com leveza. É isso o que me encanta. Quando aparece sua mãe melhor ainda, uma mãe dura, real apresentada de um jeito engraçado, que nos faz acreditar que entendemos, ou quase, como foi para Leo viver com ela. Os textos dele me despertam emoções e isso é mágico em um mundo raso que estamos vivendo. Li um texto do livro, porque desde que trocaram sua coluna do segundo caderno para o “meio do jornal” e para quarta-feira, às vezes perco a coluna. Fica aqui minha crítica, 🤭 tem coisas que ficam melhor como estavam. Voltei a ler jornal impresso por causa de seu texto. Liguei e pedi para assinar, só as terças, disseram que era impossível, mas que poderia receber só os finais de semana, mas sem
@leoaversa ? Recusei. Assinatura completa desde então. O texto que li, o 35 falava de bullying que, no seu tempo o autor chamava de zoação…nos olhares da mãe de Martín a atualização do conceito e a autocrítica do autor. Aí chega a mãe do Leo, aquela inventada por ele e a única que eu conheço, trazendo seu sarcasmo, sua visão de quem já viu muito do mundo e não está preocupada com o que vão, ou especialmente, o que seu filho vai pensar dela.
Vale a pena ler
@leoaversa traz verdade com leveza, nos faz rir de nós mesmos e de nossos conceitos. Leo continua no Jornal O Globo, as quartas feiras e é um antídoto quando o mundo parece cinza ou fora do eixo.