A sombra azul nunca foi só uma cor.
Ela atravessa décadas reaparecendo sempre que a maquiagem volta a desejar excesso, presença e personalidade.
Tem algo de provocação nela.
De quem não quer desaparecer em uma beleza comportada, polida ou silenciosa demais.
Entre nostalgia e ruptura, o azul continua ocupando esse lugar quase simbólico na maquiagem: o da autoexpressão que não pede licença para existir.
E talvez seja por isso que ele sempre volta.
Porque toda geração encontra um novo jeito de transformar cor em identidade.
Cabelo @fer.menolli
Foto @llorenamua
Modelo @cons.bertolli@take_agency
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