14 DE MAIO DE 2026 O DIA EM QUE ESTOU COMPLETANDO 73 ANOS DE VIDA E TAMBÉM OS 60 ANOS DA MINHA GRETSCH VIKING A FIÉL ESCUDEIRA DO ROCK BRASILEIRO!! Parabéns pra mim pelos meus 73 anos e também para essa Pérola de Guitarra que esse ano está completando 60 anos comigo. Esse ano nossos corações pulsam mais forte e nossos olhos brilham.Quero colocar nesta mensagem os corações de todos os Amigos,Artistas,Musicos e Fãs que ao longo dessa caminhada me apreciaram e ainda apreciam. Só tenho a agradecer pela vida que eu tive,por ter convivido com as barreiras e dificuldades e poder chegar até aqui hoje aos meus 73 anos em plena atividade Produzindo,Gravando,fazendo Shows e ainda levando a todos com toda dedicação e amor do mundo,a única coisa que eu fiz e ainda faço na vida e que eu mais amo,a música!!
Muito Obrigado!!
Temos filhos, sim… e filhos maravilhosos.
Temos amigos incríveis, fãs carinhosos e uma história construída com muito amor e dedicação ao nosso trabalho.
Mas é no silêncio da vida, longe dos aplausos e das fotos, que a gente entende quem realmente é família.
Porque quando a doença chega, é você quem cuida de mim.
Quando a tristeza bate, é no seu abraço que encontro conforto.
Quando os problemas parecem grandes demais, é ao seu lado que encontro força para continuar.
E nas datas especiais… você nunca esquece de mim. Nunca.
Então hoje eu entendi que família não é apenas sangue.
Família é quem permanece.
Quem segura sua mão nos dias difíceis.
Quem escolhe ficar, todos os dias.
E você, Rick Ferreira, é a minha família.
Seu aniversário está chegando, e meu maior pedido a Deus não é riqueza, fama ou qualquer outra coisa…
É que Ele nos permita viver muitos e muitos aniversários juntos.
Muitos Natais, anos novos, risadas, planos, viagens, conversas bobas e momentos simples que, no final, são os mais preciosos da vida.
Eu te amo hoje, amanhã e para sempre.
E faço essa homenagem agora porque amor de verdade não precisa esperar uma data específica para ser agradecido.
Quem é importante merece ouvir enquanto está aqui.
E eu agradeço todos os dias por ter você na minha vida. ❤️
Um belo dia recebi uma ligação e era Carlos Sales, esse artista criativo,baterista genial, compositor atento e produtor maravilhoso.
Na ligação veio esse convite irrecusável pra cantarmos juntos esse sucesso , Medo Bobo. Quando ele me mandou a faixa eu me emocionei por vários motivos...pelo arranjo e bom gosto pra entregar a paixão que a música merece. E mais, quando soube quem eram os músicos geniais que estavam tocando, me emocionei mais, porque são ídolos de anos, que sorte a minha! Obrigada amigo querido, por essa multiplicação de emoções e momentos. Foi uma honra e que venham mais!
E vocês, espero que amem tanto quanto eu!
Voz: Ana Paula
Violão de aço, guitarra, pedal steel guitar: Rick Ferreira
Baixo: André Vasconcellos
Percussão: Paulinho Heman
Bateria e voz: Carlos Sales
Música: Medo Bobo
🎙️🎸 Um bruch recheado por suculentas histórias.
Ao lado do jornalista Marcos Uchoa, referência do telejornalismo brasileiro, e Rick Ferreira, o lendário “Larga, Rick”, guitarrista que solou os maiores sucessos de Raul Seixas, entre outros.
Entre futebol, guerras, música e muita memória, um daqueles encontros que viram aula de vida.
“Rock and Roll Lullaby”, sucesso de B.J. Thomas,foi lançada no ano de 1972. A canção ficou famosa no Brasil como parte da trilha sonora da novela “Selva de Pedra”, da Rede Globo,exibida no mesmo ano. Escrita por Barry Mann e Cynthia Weil, a música é conhecida pelos vocais do grupo The Beach Boys e guitarra solo do lendário Duane Eddy.
“FOLSOM PRISON BLUES”
Musica escrita e composta por Johnny Cash em 1953, sendo lançada em 1955 e incluída em seu álbum de estreia de 1957. @cris_music_producoes
Após três anos de silêncio, Raul Seixas voltou aos estúdios em 1987 para lançar Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum pela gravadora Copacabana. O título já anunciava sua intenção: evocar o grito primal de Little Richard em “Tutti-Frutti”, tão visceral quanto o “Krig-há, Bandolo!” que havia marcado sua estreia nos anos 70. Enquanto o rock brasileiro dos anos 80 se deixava seduzir por influências inglesas e sonoridades modernas, Raul preferiu remar contra a corrente, revisitando suas raízes e reafirmando sua condição de roqueiro fora do tempo.
A guitarra de Rick Ferreira conduz o disco, sem jamais apagar o que havia de mais essencial: Raul cru, irreverente e humano. Entre os momentos mais marcantes está “Quando acabar o maluco sou eu”, uma resposta irônica à “Maluco Beleza”, onde Raul se mostra mais vulnerável do que nunca. Já em “Cowboy fora da lei”, ele rejeita a ideia de ser herói, ironizando a própria mitificação de sua figura.
O álbum não foi pensado para agradar às modas passageiras, mas para reafirmar a identidade de Raul: provocador, confessional e absolutamente singular. Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum é, assim, o retrato de um artista que, mesmo em meio às turbulências pessoais e às mudanças do cenário musical, seguia fiel ao seu próprio grito.
E agradecemos @largarick por nós elucidar com novas informações, como as baterias tocadas por @albinoinfantozzi e outras faixas pelo Chicão eram totalmente acústicas.