#RITMODOM 🎬 EP. 4 - M DE…MUNDO LOUCO.
A pandemia tava acabando e tudo já tava voltando a funcionar…alguns sons estavam andando bem e além das gigs com o Spi e Haikaiss, eu tava começando fazer alguns shows solo por ai também.
Depois do meu último relacionamento e desse movimento que estava começando acontecer, eu comecei a perceber que tava começando a ser visto…trabalhar e estar no mesmo ambiente que pessoas influentes estavam… vivência que pra mim era distante, mas sempre acreditei que um dia seria realidade. A moda me abriu muitas portas, tive a oportunidade de conhecer artistas globais, marcas grandes e conhecer de fato os bastidores que não é nada do que a maioria imagina. Eu precisava passar por isso pra ganhar mais maturidade e malícia.
Comecei atrair haters, críticas, fofocas e até pessoas de perto emanando uma energia estranha em cima de mim, mas eu sempre fui uma pessoa de muita fé e protegida, então eu tinha mais motivos pra agradecer e aproveitar o momento do que focar em coisa ruim.
2021 - 2023 foi um período doido, ao mesmo tempo que eu tava com aquele sentimento de: “ta dando tudo certo, agora vai”, eu também sentia que estava passando por um teste, alguma provação…falando assim vocês devem imaginar: “o mano ta falando com uma convicção de celebridade como se ele já tivesse estourado” 😂 na verdade eu to falando como qualquer pessoa que começa a ter o mínimo de reconhecimento no que faz, isso não tem haver com números, sempre será proporcional ao seu movimento, então eu entendi aquela fase como: “sabendo lidar com isso nessa proporção, saberá lidar com aquilo naquela proporção”. Eu comemoro cada passo, não nasci pronto, então pra mim o sucesso é diário.
Mesmo não sendo emocionado e irresponsável financeiramente, eu tava ficando sem um p*to no bolso, sem campanhas, sem shootings…na mesma época sujei meu nome, bati o carro, tomei um processo e 1 mês depois tomaram o uninho, não tinha nem dado tempo de arrumar 😂
Continua…
#RITMODOM 🎬 EP. 3 - M DE…MODELO?
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2018 eu meio que parei de pensar um pouco em música…a mente não tava tão boa, flopei meu primeiro álbum, perdi alguns amigos, então eu resolvi só observar tudo que tava acontecendo e mantendo meu emprego sendo o melhor que podia ser lá.
2019 eu recebi uma promoção pra subir de cargo e deixei quieto, disse pra minha chefe que talvez não conseguiria atender as expectativas dela e eu sentia que de fato aquela responsa ia me distanciar do que eu queria de fato pra minha vida. Dias depois eu tava do nada desfilando pela primeira vez no #SPFW e eu fiquei com a consciência limpa de que tinha feito a escolha certa kkkk.
Depois disso, era período da manhã em castings, a tarde no escritório, quando eu ficava off o dia todo, pagava as horas depois, enfim… nesse ritmo durante 5 meses até ser desligado e apostar 100% em ser artista.
Pela primeira vez eu tava começando ver dinheiro mesmo…voltei investir na música, lancei “Monalisa”, (pra quem me acompanha desde essa época vai lembrar), comecei fazer aula de canto com a Selma e pessoal da Ford estava estudando a possibilidade de uma temporada no exterior, tudo dando certo; quando do nada…Pandemia.
Minha quarentena tinha que ser produtiva… então continuei com as aulas online e comecei estudar música de verdade, literalmente o dia inteiro. Colava no Medina pra tentar fazer beat e arrumar um novo plano pra manter o sonho vivo…
Quando as coisas estavam começando abrir e eu comecei namorar de novo, com uma pessoa que também agregou acreditando no que eu fazia, novos contatos, visões e alternativas, até que no finzinho de 2020 o Qualy me deu um salve…eu tinha feito figuração pra um clipe do Haikaiss antes de tudo fechar na Pandemia e a partir dai tivemos um contato; ele tava me dando um salve pra dançar e fazer algumas dobras em uma live junto com o Waah, também pra fazer parte do time…dai conheci o Spi e eles falaram pra mandar marcha no lançamento de “Patrícia” no canal do DMC e começaram me levar pra todos os shows. Era uma nova oportunidade que eu aproveitei e nois fez valer a pena. Continua…
#RITMODOM 🎬 EP. 2 - M DE…MIL EMPREGOS.
O primeiro passo eu já tinha dado, então precisava entender e aceitar o processo.
De 2013 até 2017 foi puxado… a sensação de estar fazendo algo que só eu acreditava com toda aquela intensidade me fazia acordar todos os dias disposto a evoluir.
Em 2014, perdi minha vó, que era uma das minhas bases, quem me assistia ali na sala, também saí do meu primeiro emprego. Foi um ano de virada.
Ao mesmo tempo, comecei a atrair pessoas que foram decisivas na minha caminhada.
De 2014 a 2016, foi estúdio, erro e aprendizado todos os dias. Acreditando que não iria voltar pro CLT tentando viver só da arte, produzindo meu primeiro álbum com o Dj Adauto Dhemix, várias apresentações e espetáculos de dança com o Identidade e Movimento, vários dias de farol, apostando em editais, entendendo sobre direito autoral, plataformas digitais…
investindo o pouco que eu tinha em ideias e visuais, porém ainda não era a hora, voltei pro telemarketing e do nada passei em um processo seletivo pro banco, sim, eu já trabalhei no banco 😂. 2017 eu tava xonadao e recebi o apoio de alguém que já entendia de moda… eu até tinha feito uma campanha gigante pra TV, mas ainda não botava muita fé e nem lidava muito bem com a minha autoestima, mas naquela altura do campeonato eu precisava de mais recurso e começar zerar de fato esse game.
DJAVU não foi só uma música — foi conexão, aprendizado e vivência com pessoas que fizeram tudo ter sentido. Cada detalhe carrega um pedaço dessa jornada que eu tô começando com o coração cheio e a mente aberta.
Tô muito feliz com esse novo caminho que eu tô trilhando… e que seja só o começo.
Obrigado meus irmão @gibin1@bieoriginal , Obrigado Família @ladozero11
DJAVU Disponível pro mundo 😭🖤
Direção Criativa: @pedrones
Direção: @eternabn@pedrones
Edição: @eternabn@pedrones
Produção:@bieoriginal@gibin1
Mix/Master:@bieoriginal@gibin1
#shootiniphone
#RITMODOM 🎬 EP. 1 - M DE…MEU COMEÇO.
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Eu lembro de ter meu primeiro contato forte com a música ainda criança por conta da minha família por parte de pai, mas fui me apaixonar por isso um pouco mais tarde quando eu tinha uns 7 anos vendo uma fita cassete do Rei do Pop; depois que o DVD chegou, eu já tinha 10 anos e ligava escondido da minha madrinha todos os dias pra decorar as coreografias dos clipes. Eu já amava dançar, mas era muito tímido…porém minha vó já era minha fã e adorava ficar vendo meu show na sala, mas eu tinha que desligar logo pra ela assistir “Vale a pena ver de novo” e “Malhação”. Dona Branca era foda 😂.
No último ano da escola, geral já sabia qual faculdade fazer e eu perdido, não brisava em nada e precisava arrumar um emprego logo, única coisa que eu curtia fazer era dançar, compor umas letras e até entrei pra um grupo de Rap da escola, então eu fiz uma promessa: se eu não pegasse o exército (😂) eu ia fazer esse corre virar, mesmo sem saber como. Nessa época eu já conhecia o @medinabvss , ele tocava e fazia umas festas, mas ia rolar uma muito quente no Tucuruvi aqui na ZN do 011 e pedi uma oportunidade. Não foi tão ruim, lembro de ter decorado a única faixa autoral no intervalo do trampo e nosso repertório era só cover de Emicida, Projota, Sabotage e até do Pollo que tava no hype kkk, foi eu e mais um mano do grupo e eu sai de lá já com um contato de estúdio. Meses depois o grupo acabou e eu segui a milhão como “BROWN G”, fase que meu parceiro de infância @ragiinthecity também começou a colar comigo. Papo de 2012 - 2013. Continua…