Aurora Lab

@lab_aurora

🌱 Lab de campanhas e comunicação que busca experimentar e socializar novas formas de atuação ativista para transformar o mundo. 🚛⚡️ @caravanadofuturo
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Em Aurora Lab, acreditamos que comunicação é ação! Somos um laboratório, que também atua como agência e escola, desenvolvendo campanhas que criam novas formas de ativismo e mobilização. 🔈 Conectamos pessoas, territórios e causas para enfrentar os desafios das emergências climáticas e construir futuros sustentáveis, a partir de três eixos estratégicos: sistemas de energia, sistemas alimentares e sistemas urbanos! 🌱 🎥 Confira no vídeo a fala de @gabriela_vuolo gabriela_vuolo, nossa diretora executiva, apresentando quem somos e o que nos move! ✨ Siga nossas redes e descubra como juntos podemos impulsionar mudanças reais no mundo! #AuroraLab #Comunicação #Mobilização #Ativismo #FuturoSustentável
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6 months ago
Segue mais um dos momentos da nossa presença durante a Conferência Internacional sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis, em Santa Marta, na Colômbia. Lá conversamos também com Ruth Mattos Gúzman, secretária de Transição Justa e Povos Indígenas da Central Autônoma de Trabalhadores do Peru (@catp_peru ), sobre a importância de construir uma agenda comum entre sindicatos, categorias e territórios. A transição justa exige coordenação, participação e unidade. Não basta mudar a matriz energética. É preciso garantir que trabalhadoras, trabalhadores, povos indígenas e comunidades estejam no centro das decisões sobre o futuro. ES Seguimos con otro de los momentos de nuestra presencia durante la Primera Conferencia para la Transición para Más Allá de los Combustibles Fósiles, en Santa Marta, Colombia. Allí conversamos también con Ruth Mattos Gúzman, secretaria de Transición Justa y Pueblos Indígenas de la Central Autónoma de Trabajadores del Perú, sobre la importancia de construir una agenda común entre sindicatos, sectores y territorios. La transición justa exige coordinación, participación y unidad. No basta con cambiar la matriz energética. Es necesario garantizar que trabajadoras, trabajadores, pueblos indígenas y comunidades estén en el centro de las decisiones sobre el futuro.
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1 day ago
A justiça climática não pode continuar sendo uma conversa feita longe dos territórios mais afetados pela crise. Recentemente, Recife foi mais uma vez assolada pelos eventos climáticos extremos que se repetem todos os anos nos períodos de chuva e também se agravam, sem nenhuma resposta efetiva dos poderes públicos. Até agora,cerca de 1600 pessoas estão desabrigadas e seis mortes confirmadas. A maioria das pessoas atingidas estão em áreas vulnerabilizadas da cidade. Falar de futuro, energia e clima no Brasil exige enfrentar as marcas históricas do racismo e reconhecer quem tem sido colocado na linha de frente dos impactos ambientais e sociais. A advogada e ativista Lídia Lins (@lidialiins ), cofundadora e coordenadora do Ibura Mais Cultura (@iburamaiscultura ) e do Observatório Popular de Injustiças Climáticas (@somosopic ), nos elucida como o debate climático ainda é tratado como uma pauta técnica, distante e embranquecida, quando deveria partir das experiências de comunidades negras, periféricas, quilombolas, indígenas e tradicionais. Popularizar a justiça climática é disputar quem participa das decisões, quais territórios são protegidos e quais formas de vida são reconhecidas como parte da construção de futuro. Por isso, a transição justa também precisa complexificar o debate sobre as chamadas energias limpas. Uma nova matriz energética não pode avançar com violações, remoções, precarização do trabalho ou destruição de modos de vida. A Justiça climática só existe quando os territórios têm voz, proteção e poder de decisão sobre o futuro. Toda solidariedade às vítimas e sobreviventes das enchentes em Recife, e dos demais territórios brasileiros que seguem vulnerabilizados e sem políticas públicas necessárias para o enfrentamento da crise climática.
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3 days ago
A arte é uma ferramenta preciosa na construção de formas mais vivas, sensíveis e potentes de comunicar a crise climática. Na fala de Andréia Coutinho (@andreiacoutinho.l ), diretora executiva do Centro Brasileiro de Justiça Climática (CBJC) (@cbjc_br ), essa relação aparece com força ao lembrar que a arte pode gerar vida e esperança nos territórios, além de ampliar a capacidade de sensibilização em torno de uma pauta que tantas vezes chega de forma distante ou abstrata. Tomar essa perspectiva a sério também é reconhecer que a comunicação climática se fortalece quando encontra linguagem, afeto e imaginação para dialogar com a realidade concreta das pessoas.
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5 days ago
Nos anos 1970, mães da periferia sul de São Paulo mostraram que o cotidiano também revela as escolhas econômicas de um país. Essa memória atravessa as greves de 1978 e chega ao presente com uma pergunta urgente: quem paga a conta quando o mundo do trabalho muda? Neste Dia das Mães, nós de Aurora Lab queremos homenagear as mulheres que fizeram do cuidado, da sobrevivência e da vida cotidiana formas de organização coletiva. Mães que sustentam famílias, territórios e lutas, e que seguem abrindo caminhos para pensar trabalho, dignidade e futuro a partir de quem mantém a vida de pé todos os dias. Feliz Dia das Mães ❤️ Fontes 📚 DINIZ, Carlos Alberto Nogueira. O protagonismo das mulheres nos movimentos sociais da periferia: memórias e experiências dos Clubes de Mães da zona sul de São Paulo (1972-1988), UNESP, 2018. 📰 Matéria “Há mais de 40 anos, clubes de mães da zona sul protestavam contra política econômica da ditadura”, Agência Mural/Jornal Movimento. 🎥 Documentário Braços Cruzados, Máquinas Paradas, 1979.
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6 days ago
Hoje celebramos 2 anos de Aurora Lab 🎂 Dois anos do encontro de duas trajetórias, a do clima e a do trabalho, que queriam responder às mesmas perguntas: Como criar outras formas de mobilizar, comunicar e agir colocando as pessoas no centro dos debates e mudanças necessárias por um mundo menos desigual - e que nos inspire, coletivamente, a transformá-lo? De lá pra cá, entendemos que parte dessa resposta está em construir junto! Ao longo desse período, um dos nossos objetivos tem sido fortalecer parcerias e aprofundar uma forma de atuar comprometida com a escuta, com a articulação e com os desafios concretos do nosso tempo e das nossas múltiplas realidades. Esta trajetória só foi possível porque foi feita em diálogo com tantas pessoas, organizações e territórios que seguem construindo junto com a gente. A gente veio aqui para comemorar dois anos de Aurora Lab e também celebrar todas as pessoas que fizeram e fazem esse caminho existir. De perto, de longe, há mais tempo ou chegando agora. Estamos no começo, compartilhando sonhos para transformar, a várias mãos, as realidades que sonhamos com uma transição justa feita para todos e por todos nós. Que bom que você está com a gente até aqui ❤️ E, para celebrar esse momento, queremos também ouvir vocês. O que mais te marcou em Aurora Lab nesses dois anos? Conta pra gente nos comentários. ⤵️
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10 days ago
Durante a Conferência Internacional sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis, em Santa Marta, Colômbia, realizamos a oficina Laboratórios de Futuros, reunindo trabalhadoras, trabalhadores e organizações interessadas em pensar caminhos para uma transição justa. Entre as pessoas participantes estava William Puerto, dirigente da Central Unitária de Trabalhadores da Colômbia ( @cutcolombia ) que compartilhou suas impressões sobre a metodologia de Aurora Lab e destacou sua importância para construir propostas a partir das realidades da classe trabalhadora. Para nós de Aurora Lab, foi muito significativo perceber como a oficina gerou identificação, diálogo e troca entre pessoas comprometidas com a organização sindical e os desafios da transição no Sul Global. ES Durante la Primera Conferencia para la Transición para Más Allá de los Combustibles Fósiles, en Santa Marta, Colombia, realizamos el taller Laboratorios de Futuros, reuniendo a trabajadoras, trabajadores y organizaciones interesadas en pensar caminos hacia una transición justa. Entre las personas participantes estuvo William Puerto, dirigente de la Central Unitaria de Trabajadores de Colombia (@cutcolombia ), quien compartió sus impresiones sobre la metodología de Aurora Lab y destacó su importancia para construir propuestas desde las realidades de la clase trabajadora. Para nosotras de Aurora Lab, fue muy significativo ver cómo el taller generó identificación, diálogo e intercambio entre personas comprometidas con la organización sindical y los desafíos de la transición en el Sur Global.
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11 days ago
Hoje faz um ano que a Caravana do Futuro iniciou sua trajetória . 🚛⚡️ Não foi por acaso que tudo começou em 1º de maio. Desde o início, a escolha foi marcar que pensar o futuro da transição justa também é reconhecer a força, a dignidade e o papel de quem trabalha. Ao longo desse caminho, a Caravana reuniu encontros, trocas e muita construção coletiva em diferentes territórios do país. Foi um projeto feito de parceria, escuta e da coragem de imaginar outros caminhos possíveis, sempre com muita gente somando para fazer acontecer. Hoje, celebramos esse marco com alegria e muita gratidão a todas as pessoas, organizações, coletivos, movimentos e entidades sindicais que caminharam com a gente. A Caravana só existiu porque foi construída em conjunto. O FUTURO É COLETIVO!
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15 days ago
A crise climática pode ser enfrentada com organização, pressão coletiva e a certeza de que nenhuma conquista chega por acaso e é isso que essa data também representa. Neste 1º de maio, reafirmamos que justiça climática e direitos trabalhistas são inseparáveis. A transição energética que o mundo precisa fazer vai exigir mudanças profundas nas relações de trabalho. Quem garante que essa mudança seja justa é a classe organizada, dentro dos sindicatos, nas ruas e nas mesas de decisão. Não há futuro sustentável sem trabalho digno. Não há transição justa sem trabalhadores e trabalhadoras no centro das decisões que mais os afetam.
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15 days ago
Na Conferência Internacional sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis, em Santa Marta, Colômbia, nossa diretora de Redes e Parcerias, Luz González (@luz_gonzalez_br ) compartilhou a experiência da oficina Laboratórios de Futuros. Para nós de Aurora Lab, foi um tempo precioso de troca e aprendizado com tantas pessoas, organizações e realidades distintas. Essas conversas ampliam nossa escuta e fortalecem a construção coletiva de caminhos para uma transição justa. ES: En la Primera Conferencia para la Transición para Más Allá de los Combustibles Fósiles, en Santa Marta, Colombia, nuestra directora de Redes y Alianzas, Luz González, compartió la experiencia del taller Laboratorios de Futuros. Para nosotras de Aurora Lab, fue un tiempo valioso de intercambio y aprendizaje con tantas personas, organizaciones y realidades distintas. Estas conversaciones amplían nuestra escucha y fortalecen la construcción colectiva de caminos hacia una transición justa.
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17 days ago
Hoje, durante a 1ª Conferência Internacional sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis, em Santa Marta (Colômbia), realizamos a oficina Laboratórios de Futuros, no Espaço Sindical, com mais de 90 trabalhadoras e trabalhadores de diferentes países. A atividade foi conduzida por nossa diretora de redes e parcerias, @luz_gonzalez_br , com apoio da @csa_tuca . Nela, compartilhamos a experiência dos Laboratórios: espaços de construção coletiva realizados no Brasil, no marco da Caravana do Futuro, em quatro cidades, junto a trabalhadores e trabalhadoras, para desenvolver caminhos concretos de transição energética justa a partir dos territórios. Mais do que dar respostas prontas, o encontro foi um convite para compartilhar aprendizados, abrir possibilidades e inspirar novas experiências em diferentes contextos. Seguimos fortalecendo, de forma coletiva, o debate sobre as relações entre trabalho e clima, e os caminhos possíveis para uma transição justa. ES: Hoy, durante la I Conferencia Internacional sobre la Transición para Abandonar los Combustibles Fósiles, celebrada en Santa Marta (Colombia), hemos llevado a cabo el taller «Laboratorios de Futuros» en el Espacio Sindical, con más de 90 trabajadoras y trabajadores de diferentes países. La actividad fue dirigida por nuestra directora de redes y alianzas, @luz_gonzalez_br , con el apoyo de @csa_tuca . En ella, compartimos la experiencia de los Laboratorios: espacios de construcción colectiva llevados a cabo en Brasil, en el marco de la Caravana del Futuro, en cuatro ciudades, junto a trabajadoras y trabajadores, para desarrollar caminos concretos de transición energética justa a partir de los territorios. Más que dar respuestas prefabricadas, el encuentro fue una invitación a compartir aprendizajes, abrir posibilidades e inspirar nuevas experiencias en diferentes contextos. Seguimos fortaleciendo, de manera colectiva, el debate sobre las relaciones entre el trabajo y el clima, y los caminos posibles hacia una transición justa. 📷: Alfredo Caldera
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20 days ago
22 de abril é um dia de disputa de memória. A história oficial tentou transformar a invasão em marco de origem. Mas este território já era vivido, nomeado, cultivado e significado muito antes da chegada colonial. No texto “Reflorestar o imaginário”, Geni Núñez (@genipapos ) mostra como a colonização operou pela tomada da terra, e principalmente pela tentativa de impor monoculturas da vida: da terra, da fé, da linguagem, dos afetos, dos modos de existir. Um projeto de homogeneização que ainda hoje tenta apagar a pluralidade dos povos indígenas e deslegitimar suas formas de viver, pensar e resistir. Por isso, lembrar que o Brasil não começou em 1500 é recusar a fantasia colonial de que tudo começa com a chegada europeia. É reconhecer que a terra guarda continuidades que a narrativa oficial tentou interromper, desde o manejo dos mais diversos biomas brasileiros, até a preservação das nossas florestas e rios, resguardadas por indígenas de diversas etnias. Onde o colonialismo quis um mundo só, os povos indígenas seguem afirmando muitos outros mundos possíveis, inclusive para além da crise climática. Fonte: Geni Núñez, Perspectivas indígenas antirracistas sobre o etnogenocídio: contribuições para o reflorestamento do imaginário.
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24 days ago