Sou construído e reconstruído.
Feito e refeito em fases, versos, jeitos, modos, formas, acalentos e tempos.
Sou forma viva de força — mesmo quando incompreendido.
Sou ciclos. Sou movimento. Sou vivo.
Entre formas lapidadas e reinventadas, sigo me revivendo.
Esse sou eu: do passado ao novo, do antes ao depois,
do que fui ao que sou agora.
Sou presença viva. Sigo. Permaneço.
Sou um ciclo ambulante, em constante mudança.
Me desfaço do que não cabe mais, me despeço do agora,
e me dispo para o novo que chega.
Esse sou eu!