Tem um pensamento que me acompanha todos os dias, desde a hora em que acordo, que é: antes de tudo, as pessoas. Pensar em que me ouve, em quem me acompanha, em quem trabalha comigo. Será que vão gostar se eu levar salgadinhos pra gente comer? É um bolinho? Penso no meu filho, mas também nas professoras da escola, na equipe de funcionários que nos recebe com sorriso a cada manhã. Eu dou bom dia, desejo bom trabalho, falo de futebol. Eu faço amizade com quem eu conheci há menos de cinco minutos. Eu gravo vídeo pra mãe que está de aniversário. E já digo: pega o celular e vamos gravar um vídeo pro teu pai já que ele é nosso ouvinte! Essa sou eu. Eu me coloco no lugar de todo mundo. Eu fico preocupada se a mãe teve uma noite de sono ou se passou a madrugada acordada porque o filho tava com febre. E quis o destino que nessa Gramado Summit um grupo de mulheres da Restinga me parasse, me contasse sobre o projeto lindo
@_espacoesperanca (um deles!) e sobre o trabalho de acolher mulheres, capacitar mulheres, formá-las profissionalmente, elevá-las, trazer esperança. Eu pensei: é isso. Sao pessoas. Um evento de tecnologia, inovação. Mas nada disso faria sentido se não houvesse o humano. Elas estavam na primeira fila do palco principal, ouvindo a mim e a minha querida
@lisianelemos , que é um farol na discussão de políticas voltadas a todas as pessoas. Convidei as meninas para que subissem. Uma a uma. Protagonismo. Mulheres. Palco. É o lugar delas. E foi lindo demais ser testemunha dessa história.