Karõ Filmes

@karofilmes

Fundada por João Salaviza e Renée Nader Messora
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O Mē Hoprē Catejê - coletivo de proteção territorial das mulheres e homens Krahô - acaba de renovar, junto ao Rio Tejo, a parceria com a Azimuth World Foundation, que tem apoiado e financiado as atividades do grupo. Os Krahô protegem e mantêm viva a maior extensão contínua do bioma Cerrado: 320.000 hectares de vida, cercados por monocultura de soja, pasto e cana. Viva a resistência dos povos indígenas! 🔥
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1 month ago
𝑷𝑨𝑺𝑺𝑨𝑮𝑬𝑵𝑺, o livro que celebra o cinema de João Salaviza e Renée Nader Messora, é um dos vencedores da edição de 2024 do AIGA Awards: 50 Books | 50 Covers. @anaresende_studio foi responsável pelo design incrível desta publicação monográfica, sob coordenação de @joaquimguilhermeblanc . Parabéns a todes envolvides! ✨
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3 months ago
"Eu tenho 29 anos, mas eu não tenho medo de nada! Eu vou lutar pelo meu povo!" Foi com estas palavras, que Patpro se dirigiu às centenas de parentes que vieram de todas as aldeias da Terra Indígena, para inaugurar o CINEMA COMUNITÁRIO KRAHÔ. Esta tela se abriu ontem, depois de anos de luta e sonho, para todxs os parentes e aliadxs. Esta é o mais belo cinema do mundo! Viva o povo Krahô. Viva a resistência indígena!
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6 months ago
Aqui ficam os filmes seleccionados pelo nosso primeiro curador/convidado, o realizador João Salaviza, ele próprio com várias passagens premiadas pelo Festival de Cannes: ⭐️ ARENA (2009) — vencedor da Palma de Ouro de Curtas-Metragens ⭐️ CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS (2018, co-realizado com Renée Nader Messora) — Prémio do Júri Un Certain Regard ⭐️ A FLOR DO BURITI (2023, co-realizado com Renée Nader Messora) — Prémio de Elenco Un Certain Regard Ao longo dos próximos dias revelaremos as escolhas de mais convidados, até revelarmos o line-up final do ciclo de cinema 𝗢 𝗘𝗦𝗣𝗜́𝗥𝗜𝗧𝗢 𝗗𝗘 𝗖𝗔𝗡𝗡𝗘𝗦🌿, a decorrer de 12 a 23 de Maio.
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25 days ago
Preparação do Kwyr Cupu. Pedra Branca - Terra Indígena Krahô Instax de Junho 2014
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1 month ago
🎥 𝗔 𝗙𝗟𝗢𝗥 𝗗𝗢 𝗕𝗨𝗥𝗜𝗧𝗜 já está disponível na RTP Play para quem quiser ver, ou rever, no conforto de casa! @rtp_2
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4 months ago
2026...
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4 months ago
✨ Estamos felizes por anunciar que 𝘼 𝙉𝙐𝙀𝙎𝙏𝙍𝙊𝙎 𝘼𝙈𝙄𝙂𝙊𝙎, de Adrián Oor, já está disponível para votação de académicos para Melhor Filme Documental nos Prémios Goya! O filme é uma co-produção com @elviajefilms e @newfoldermadrid .
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4 months ago
Foi inaugurado no final de outubro, na aldeia Koprer, na Terra Indígena Kraolândia, Tocantins, o Cinema Comunitário Krahô, idealizado pela cineasta indígena Ilda Patpro Krahô. O cinema, com capacidade para 150 pessoas, é resultado de um sonho. A primeira sessão estava lotada. “Eu tirei a ideia do meu sonho. Quando comecei a fazer filme, já estava pensando na Casa do Cinema. Quando conseguimos recursos, eu consultei a minha comunidade se podia fazer. Contei um pouco para que serve a Casa do Cinema, contei que os filmes servem para as crianças não esquecerem das coisas, da nossa cultura, servem para as escolas, servem para encontros. Todo mundo gostou muito”, diz Patpro a SUMAÚMA. A jovem de 29 anos participa desde adolescente de oficinas de audiovisual do coletivo Mentuwajê Guardiões da Cultura dadas em seu território. Em 2023, ela foi roteirista e atriz de “A Flor do Buriti”, dirigido por João Salaviza e Renée Nader Messora, que trabalham com os Krahô há mais de quinze anos. Os dois cineastas, ao lado de Júlia Alves e Ricardo Alves Jr., filmam atualmente no território o longa “Awkê”, baseado em um mito Krahô. Patpro viajou com a obra por diversos festivais de cinema. E queria ter uma sala de cinema na aldeia onde pudesse apresentar seus filmes aos parentes de outros povos e aos amigos que fez no Brasil e no mundo, assim como exibir o acervo audiovisual sobre os Krahô que está em construção, com quase um século de registros de seu povo. O projeto do cinema é uma parceria dos Krahô com a equipe de filmagem e com o arquiteto Thiago Benucci, que idealizou a sala de cinema para manter as características da aldeia, como laterais abertas à ventilação e à circulação de pessoas, bem como a visão dos arredores. A partir de 2026, o plano é que a comunidade organize mostras, festivais, atividades de formação e encontros. O cinema é dos Krahô. E o que era sonho agora é imaginação. E memória.
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5 months ago
🇩🇪 Para quem esteja em Berlim esta semana, não percam a exibição de A FLOR DO BURITI, de Renée Nader Messora e João Salaviza, no próximo dia 4 Dezembro às 19:30 no @moviemento . Sessão seguida de Q&A com os realizadores. 🇫🇷 E se estiverem por Nice no dia 5 Dezembro às 19:30, o filme CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS, dos mesmos realizadores, será exibido no @cinemavarietesnice . Não percam! ✨ @pt_cinema_days_berlin @reneenader @entrefilmesbr
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5 months ago
CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS será exibido em Paris, no Musée do quai Branly, 13/11/2025 às 19h00 Uma seleção de cinco longas-metragens proposta por Takumã Kuikuro, cineasta brasileiro e membro do povo Kuikuro. Em baixo, o texto da curadoria de Takumã Kuikuro: “Em continuidade à exposição “AMAZÔNIA Créations et futurs autochtones, esta programação busca revelar a diversidade das culturas e comunidades da região e testemunhar sua contemporaneidade, ao mesmo tempo em que questiona os estereótipos frequentemente mobilizados para pensar a Amazônia e seus habitantes. Os filmes apresentados foram realizados em estreita colaboração com as comunidades locais, sejam eles assinados por cineastas indígenas ou por diretores não indígenas. Todos revelam a força das narrativas contadas de dentro, conduzidas por aqueles que vivem cotidianamente as realidades filmadas. Rendendo homenagem à singularidade dessas vozes, os filmes demonstram também sua capacidade de renovar as estéticas do cinema dedicado às populações chamadas “não ocidentais”. Além dessa dimensão colaborativa, a seleção destaca temas profundamente atuais: a busca por identidade e pertencimento, as relações com o mundo dos “brancos”, as questões ambientais e territoriais. Essas obras ilustram como as comunidades amazônicas refletem simultaneamente sobre desafios locais e dinâmicas globais. Cada filme mergulha o espectador no coração das narrativas, dos personagens e dos imaginários culturais, com uma sensibilidade própria àqueles que vivem essas histórias. Esse cinema, em plena expansão, constitui um espaço de expressão e reconhecimento para vozes por muito tempo marginalizadas. A linguagem audiovisual torna-se aqui um meio privilegiado de transmissão, permitindo preservar e divulgar saberes tradicionais, ao mesmo tempo em que denuncia injustiças e violências herdadas da história. A criação cinematográfica oriunda da Amazônia vem ganhando crescente reconhecimento nas cenas nacional e internacional, afirmando sua presença em festivais e programações em todo o mundo. Temos o prazer de compartilhar com vocês alguns dos filmes mais marcantes dos últimos anos.” @realtakuma @quaibranly @reneenader
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6 months ago
🎥🌴 Hoje, o povo Krahô celebra a abertura do Cinema Comunitário Krahô, a primeira sala de cinema construída dentro de uma Terra Indígena do Brasil. O Cinema Comunitário Krahô está localizado na aldeia Koprer e terá uma programação regular organizada pela comunidade. Está também em construção um acervo audiovisual, reunindo quase um século de registros sobre os Krahô e outros povos indígenas do Brasil. A partir de 2026, a aldeia vai receber encontros regulares de cinema, realizados em parceria com festivais e instituições culturais de todo o país. O Cinema Comunitário Krahô foi feito em parceria com as cineastas Renée Nader Messora, João Salaviza, Julia Alves e Ricardo Alves Jr. A construção foi executada pela própria comunidade, contando também com a participação de trabalhadores do munícipio de Itacajá. O projeto arquitetônico foi desenvolvido em diálogo com o arquiteto Thiago Benucci, e contou também com Simone Giovine, que acompanhou a construção do espaço.
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6 months ago