hoje senti vontade de escrever por aqui como antigamente🤠 porque é dia das mães. a gente costuma (eu costumava) ter uma visão meio quadrada do que é ser mãe, como se tivesse regra e manual. e agora do lado de cá, eu vi que não chegou o manual, e nem é pra chegar. eu entendi que "a mãe" é só uma pessoa vivendo também absolutamente tudo pela primeira vez 🤠 é só uma pessoa normal aprendendo dia a dia, errando, não sabendo, perdendo a paciência, tendo paciência de sobra, e cada dia sendo um dia. mas no meio do caos e de tantas opiniões que chegam (e, sim, elas chegam) o que eu entendi de verdade sobre maternidade é que o "ser individual" precisa existir, que a identidade de cada uma indo além do ser "mãe" precisa permanecer. e por isso mesmo que o tal do manual não é pra existir, e se existisse precisaria ser rasgado. maternidade hoje pra mim envolve muito ser fiel à todas as suas outras faces, porque é alimentando cada uma delas que você se mantém inteira pra você e pra dar a sua imensidão praquele serzinho que tá logo ali, se inspirando. eu me inspiro na minha mãe, e quero ser cada vez mais inteira pra inspirar Annaliz também! <3