⚡No dia 29/04 às 19h, a @ccmarioquintana recebe o evento “Atiçando os Nervos #2”, uma noite de falas e trocas sobre a crítica de arte na atualidade seguida pelo lançamento do segundo livro do projeto Nervo Crítico.
👁️🗨️ O Nervo Crítico é um projeto de extensão do Departamento de Artes Visuais da UFRGS, coordenado pela profª Bruna Fetter e voltado à crítica de arte. Durante os últimos anos, vem atuando como plataforma de publicação de textos críticos e reflexões sobre arte contemporânea, preenchendo uma lacuna deixada pela maior parte dos veículos de mídia tradicionais da cidade. Como parte da Universidade, é um ambiente de formação para novos historiadores, teóricos, críticos e curadores de arte explorarem suas vozes e trazerem suas reflexões ao grande público. O grupo é uma iniciativa única na capital que se expande para o resto do país, sendo composto por um coletivo de jovens pesquisadores trabalhando a favor da disseminação e da democratização do acesso à arte.
👁️🗨️ REALIZAÇÃO:
Nervo Crítico
Dep. de Artes Visuais // Instituto de Artes // PROREXT // UFRGS
⚡ Apoio:
AACCMQ // Casa de Cultura Mario Quintana // SEDAC // Governo do Estado do Rio Grande do Sul
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PROGRAMA PÚBLICO | PERFORMANCE
Juan Pablo Trabalha (Jaguarão/RS, 1999) é artista-trabalhador residente em Porto Alegre/RS e estudante do Bacharelado em Artes Visuais da UFRGS.
Sua pesquisa artística articula relações entre trabalho e dinheiro, do artista enquanto trabalhador e da obra enquanto produto. Recentemente, no final de 2025, exibe a obra “Janela” na coletiva Tenho Tesão em Ser Artista, no IAV/UFRGS e neste ano efetua ações no festival de performance Movimentos Involuntários, na Casa Baka, e na mini-mostra de arte contemporânea, Canteiro de Obras #3, no Instituto Cultural Remanso.
Na performance Vendo Exposição, utiliza a linguagem popular da venda de rua através da qual anunciantes tradicionalmente se utilizam do gogó em lugares estratégicos da capital gaúcha, como a Andradas e a Voluntários da Pátria, o artista Juan Pablo Trabalha, com sua experiência de mais de 10 anos no setor de varejo, propõe a prospecção ativa de visitantes em e para espaços institucionais artísticos.
Vendo Exposição, de Juan Pablo Trabalha
11 e 12.04 | Sábado e domingo
16h
#programapublicogarganta
#programapublico
#performance
No dia 20 de março, a Casa Baka recebe Movimentos Involuntários.
Durante três horas, oito artistas ocupam diferentes cômodos da casa com seis performances que acontecem ao mesmo tempo. Cada trabalho parte de algo muito simples: os pequenos movimentos que sustentam o corpo sem que a gente perceba: respirar, segurar um objeto, manter o equilíbrio, ajustar um gesto.
São ações que acontecem devagar, insistem no tempo e convidam o público a circular pela casa acompanhando diferentes situações que vão se transformando ao longo da noite.
Uma noite para observar o corpo funcionando, às vezes em silêncio, às vezes em tensão, às vezes em repetição.
Artistas:
Gabriela Bittencourt
Tiago Gasperin
Gabe Felds
Juan Pablo Trabalha
Nazú Ramos
Laura Yang & Ricardo Zigomático
Gabriel Andrade
📍 Casa Baka 📅 20 de março 🕖 19h às 22h
Entrada gratuita
Queridos amigos digitais, venho informá-los que estarei participando dessa maravilhosa minimostra no @remanso.br com uma performance cheia de bobeirinhas irreverentes e divertidas, bem do jeitinho artista trabalhador, vagabundo profissional. Concomitantemente estarão também na função os queridíssimos parceiros de profissão, Gabe Felds, Leonardo Miguel, Lai Borges, ROJANA, Kadu Ramos e Karen Villela. A bagunça começa às 15h em ambos os dias e vai se espalhando ao longo da tarde.
Espero poder compartilhar da companhia física de vocês. Te mexe, te apruma e não fica comendo mosca.
Beijinhos mil,
Juan Pablo Trabalha.
alguns dos poeminhas que estarão presentes no Ogiva, livro que tô lançando com a @editoraurutau . a campanha ainda tá rolando e o link continua o mesmo:
benfeitoria.com/ogiva
beijinhos 😘.
🚨 ATENÇÃO PRO TUTORIAL 🌹
Fiz um passo-a-passo pra que todas as dúvidas caiam por terra e os segredos da pré-venda sejam desvelados. Seguindo essas simples etapas estarás contribuindo pro lançamento do meu querido livrinho Ogiva.
E quando houver um silêncio constrangedor no meio de uma conversa, não temerás: fala que tu tem um amigo (da internet vale também) lançando um livrinho de poesia...
Beijinhos, até logo 😘.
😱 PRÉ-VENDA DO MEU PRIMEIRO LIVRO! 🎉
A campanha de pré-venda criada em parceria com a editora Urutau (@editoraurutau ) visa o financiamento do projeto de editoração e lançamento, na Bienal de São Paulo, do meu primeiro livro de poesia, Ogiva. São 42 poemas em verso livre que abrangem uma pesquisa que venho fazendo há bastante tempo e que agora se materializa num conjunto minimamente coeso. É um desejo bastante antigo publicar de uma forma mais tradicional e este primeiro passo com certeza vai significar muito nessa nova etapa como autor.
O livro físico (com frete incluso) é R$58,00 no benfeitoria.com/ogiva e a campanha fica no ar até o dia 18 de fevereiro!
Quem escreve o texto de apresentação é Guilherme Mautone (@guimautone ) e, nas palavras dele:
“(…) Seu livro de estréia é um conjunto bastante surpreendente de poemas em verso livre, em que se repetem constelações rítmicas, temáticas e imagéticas, entre excessos verbais e sintáticos que promovem, sob espirais de insistência, uma pontuação idiossincrática e uma revisitação quase anarquista da tradição, sucessivas passagens que nos permitem ir do grito ao murmúrio.
A ironia pós-analítica destes poemas – onde a elucubração filosófica e suas eruditas análises rapidamente dão espaço à constatação de sua distância vital frente ao que a vida de fato exige de nós – parece-me ser uma de suas marcas distintivas. Contudo, ela não autoriza uma leitura dogmática de Ogiva. Porque embora distintiva, aqui e ali com ela se alternam em desarmante delicadeza visões sobre o que nos faz tão humanos: o desamparo, o amor, o trabalho, a melancolia.
Há, nos poemas aqui presentes, não uma litania poética aos ideários da tradição literária; mas sobretudo um modo distintivo de abordá-los. Como em mon amour, onde o clássico tema romântico se subverte em franca exposição da melancolia sob a roupagem freudiana do eu à sombra do objeto perdido. E, mais importante, a sugestão do (agora) amor/melancolia em seu caráter elementar e radioativo; feito indício da explosão da ogiva.”
Qualquer coisa, chama na DM. Abraços e beijos mil 💋.