Quando a gente faz um filme, fica tão envolvido que na hora de lançar sempre vem aquele frio na barriga que carrega junto a pergunta: Será que vão entender o que a gente quis dizer? Será que o subtexto e as camadas subjetivas que criamos para o arco estão claras o suficiente?
Quando eu li essa matéria linda do Marcos Paulo Lima do
@correiobraziliense me emocionei e acalmei o coração. Tá tudo ali, ele entendeu tudo. Zico, o Samurai de Quintino, é um filme que extrapola o futebol. É um filme sobre um cara legal, que corre pelo certo, que trabalha muito sem pisar em cima de ninguém, que lidera pelo talento e pelo respeito e que as gerações novas precisam conhecer mais a fundo e se inspirar nessa postura de vida que os japoneses aprenderam a admirar e batizaram de “SPIRIT OF ZICO”.
Dia 30 de abril, nos cinemas, o jogo será pra valer. O filme vai encarar seu primeiro Maracanã lotado em um jogo cada vez mais difícil que é o de encher a “arquibancada” do cinema. Sorte a nossa que hoje, somos do time do
@zico , o que aumenta significativamente nossas chances de vitória. Assim como ele, queremos muito ganhar esse jogo, mas aprendemos com o galinho e trouxemos para o filme o fato de que mais do que ganhar ou perder, o que importa de verdade é a caminhada, o respeito, a ética e a postura. Ganhar sem isso não é vitória. Obrigado Galinho, por tudo que fez em campo, fora dele, e agora fará nas telas dos cinemas.