JJ Thames ao vivo no Steel Bar!
Quartas-feiras de Blues internacional com JJ Thames, em Moema.
Artista premiada e destaque na Billboard, JJ Thames é um dos grandes nomes do blues contemporâneo. Seus álbuns “Tell You What I Know” e “Raw Sugar” são aclamados pela crítica.
Uma noite de blues autêntico, intensidade e presença de palco.
Faça sua reserva e viva essa experiência ao vivo 🎸
Show time: 21h30
Alameda dos Jurupis, 1796 – Moema, São Paulo
#steelbar #moema #musicaaovivo #blues
O blues vai reverberar na montanha! 🌄
7 anos depois, JJ Thames de volta ao Mauá Blues!
A noite promete! 🎸🔥
🎺 29 e 30 de maio
🛣️ Vale Criativo
📌 Mais informações:
🌐
#MauaBlues
#FestivalDeBlues
#ViscondeDeMaua
#JJThames
#Blues
🇺🇸 (Tradução em português abaixo) I wrote something tonight about cynicism, emotional projection, storytelling, and why some people feel compelled to dismantle other people’s lived experiences instead of simply listening.
Not all skepticism is wisdom.
And not everybody “questioning everything” is actually seeking truth.
Sometimes people are protecting their worldview more than pursuing understanding.
The full essay is in the link in my bio.
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🇧🇷 Escrevi hoje à noite sobre cinismo, projeção emocional, narrativa e por que algumas pessoas sentem necessidade de desmontar as experiências vividas dos outros em vez de simplesmente ouvir.
Nem todo ceticismo é sabedoria.
E nem todo mundo que “questiona tudo” está realmente buscando a verdade.
Às vezes as pessoas estão mais preocupadas em proteger a própria visão de mundo do que em compreender o outro.
O texto completo está no link da bio
🇺🇸 (Tradução em português abaixo) The other night I found myself irritated watching one ridiculous relationship movie after another.
Somewhere between the emotionally available assassin willing to die for a woman he met three days ago and the couple healing childhood trauma over coffee during a rainstorm…
I realized how deeply movies, television, social media, and fantasy have shaped many people’s expectations of love.
Effortless connection.
Mind reading.
Constant chemistry.
Perfect emotional timing.
Always feeling “seen.”
And maybe that’s part of why so many people feel disappointed when real relationships feel far more human than fiction promised us they would.
Messier.
Slower.
More confusing.
Less cinematic.
I ended up writing one of the most honest essays I’ve written in a while about love, loneliness, fantasy, communication, and the reality of long-term relationships.
Full essay linked in bio.
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🇧🇷
Outro dia me percebi irritada assistindo um filme de relacionamento absurdo atrás do outro.
Em algum momento entre o assassino emocionalmente disponível disposto a morrer por uma mulher que conheceu há três dias e o casal curando traumas de infância tomando café durante uma tempestade…
percebi o quanto filmes, televisão, redes sociais e fantasias moldaram profundamente as expectativas de muita gente sobre o amor.
Conexão sem esforço.
Leitura mental.
Química constante.
Sincronia emocional perfeita.
A sensação constante de se sentir “visto”.
E talvez seja por isso que tantas pessoas se sentem decepcionadas quando relacionamentos reais parecem muito mais humanos do que a ficção prometeu.
Mais bagunçados.
Mais lentos.
Mais confusos.
Menos cinematográficos.
Acabei escrevendo um dos textos mais honestos que escrevi nos últimos tempos sobre amor, solidão, fantasia, comunicação e a realidade dos relacionamentos de longo prazo.
Texto completo no link da bio
(Tradução em português abaixo) Motherhood changed me in ways music, stages, applause, or life itself never could.
My sons made me “Mama.”
And that has been one of the greatest honors of my life.
To Israel and Elijah…
thank you for loving me through every version of myself.
Through the building, the breaking, the healing, the prayers, the tears, the laughter, and the growth.
And to my sweet Zion Paul…
my baby forever.
Though your time here was brief, your existence changed me permanently.
You are still part of my story.
Still part of my motherhood.
Still loved.
Still missed.
Still mine.
Today, I celebrate my sons.
All three of them. ❤️
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🇧🇷 A maternidade me transformou de formas que a música, os palcos, os aplausos ou até a própria vida jamais conseguiram transformar.
Meus filhos me fizeram “mamãe”.
E essa foi uma das maiores honras da minha vida.
Para Israel e Elijah…
obrigada por me amarem em todas as versões de mim mesma.
Nos momentos de construção, de quebra, de cura, nas orações, nas lágrimas, nas risadas e no crescimento.
E para o meu doce Zion Paul…
meu bebê para sempre.
Mesmo que sua passagem aqui tenha sido breve, sua existência me mudou para sempre.
Você ainda faz parte da minha história.
Ainda faz parte da minha maternidade.
Ainda é amado.
Ainda é sentido.
Ainda é meu.
Hoje, eu celebro meus filhos.
Os três.
Happy Mother’s Day to my beautiful Mum, and Happy Mother’s Day to my sweet Granny Dutchess. 🌷❤️
Mum, I just want to say thank you for your love, your presence, and for the role you have played in my life over the years. Life is not always perfect or simple, but I do appreciate you and wanted to make sure you felt acknowledged and loved today.
And Granny Dutchess, sending you so much love and warm wishes today. Your grace, strength, and spirit will always be something special.
I hope today brings both of you peace, happiness, laughter, and beautiful moments with the people who love you.
Wishing you both a truly blessed Mother’s Day. ❤️
(Tradução em Português abaixo) 🇺🇸 I wrote something deeply personal tonight.
About being misunderstood.
About the loneliness of unconventional lives.
About music as identity, survival, refuge, and purpose.
About the grief of realizing people created narratives about you they never even spoke to you about.
But also…
About learning to release people with love instead of resentment.
No villains.
Just human beings trying to understand each other through the limits of their own experiences.
I think a lot of people quietly carry the grief of being interpreted instead of truly known.
So I finally wrote about it.
Honestly.
Completely.
Without hardening my heart.
This piece means a lot to me.
Full essay in bio.
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🇧🇷 Eu escrevi algo muito pessoal esta noite.
Sobre ser incompreendida.
Sobre a solidão de viver uma vida não convencional.
Sobre a música como identidade, sobrevivência, refúgio e propósito.
Sobre a dor de perceber que as pessoas criaram narrativas sobre você sem nunca realmente conversarem com você sobre elas.
Mas também…
Sobre aprender a liberar as pessoas com amor, em vez de ressentimento.
Sem vilões.
Apenas seres humanos tentando entender uns aos outros através dos limites das próprias experiências.
Acho que muita gente carrega em silêncio a dor de ser interpretado, em vez de verdadeiramente conhecido.
Então eu finalmente escrevi sobre isso.
Com honestidade.
Por inteiro.
Sem endurecer meu coração.
Esse texto significa muito pra mim.
Texto completo no link da bio
Quem aí estava com saudades de um grande show de blues com atrações internacionais em Floripa?
Pois no dia 3 de junho, o Teatro Ademir Rosa será palco de um encontro especial promovido pela Confrailha Produtora, em parceria com o Grezz Poa: o espetáculo “Powerful Blues Women”, uma celebração ao protagonismo feminino no blues contemporâneo. A noite contará com apresentações das norte-americanas Iretta Sanders e JJ Thames, duas grandes vozes da cena internacional que representam, ao mesmo tempo, a tradição e a renovação do blues em sua forma mais genuína.
E o anfitrião deste encontro especial será Cris Ferreira, um dos principais nomes do blues em Santa Catarina e no Brasil. Ao lado de sua banda, ele conduzirá o espetáculo, criando a base perfeita para este encontro musical poderoso, que celebra a força, a história e o protagonismo das mulheres no blues.
Garanta seu ingresso e venha celebrar o blues com a gente! Link na nossa bio.
Serviço:
🎵🎤 Show Powerful Blues Women, com Iretta Sanders e JJ Thames, acompanhadas por Cris Ferreira e Banda
📍 Local: Teatro Ademir Rosa – Centro Integrado de Cultura (CIC) – Florianópolis
🎫 Ingressos: pensanoevento
Membros do Clube NSC tem 30% (contate o clube para maiores detalhes)
🎟️ Classificação: Livre
⏰ Horário: 20h
🎭 Produção: Confrailha Produtora e Grezz
📻 Promoção: Itapema FM
🇺🇸 (Tradução em português abaixo) My grandmother owned a juke joint in the South in the 40s and 50s — a place where Black people gathered for blues, community and soul food made from scratch.
Years later, I owned a luxury catering company in Las Vegas, known for elevating Southern comfort food and global flavors without taking away their soul.
Then I moved to Brazil and had to learn how to cook all over again. Different meats. Different vegetables. Different seasonings. I learned to adapt — making my own buttermilk and cooking chicken low and slow for my collard greens.
And when I finally sat down in São Paulo eating greens, cornbread, black eyed peas and sweet tea made by my own hands… I almost cried.
Because food carries memory.
Culture.
Home.
I love Brazil deeply. But nothing makes you homesick quite like food.
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🇧🇷 Minha avó tinha um juke joint no sul dos Estados Unidos nos anos 40 e 50 — um lugar onde pessoas negras se reuniam pelo blues, pela comunidade e pela soul food feita do zero.
Anos depois, tive uma empresa de catering de luxo em Las Vegas, conhecida por transformar comfort food sulista e sabores globais em algo elegante sem perder a alma.
Depois me mudei pro Brasil e precisei aprender a cozinhar tudo de novo. Carnes diferentes. Legumes diferentes. Temperos diferentes. Aprendi a me adaptar — fazendo meu próprio buttermilk e cozinhando frango lentamente pra temperar minha couve.
E quando finalmente sentei em São Paulo pra comer couve, pão de milho, black eyed peas e chá doce feitos pelas minhas próprias mãos… quase chorei.
Porque comida carrega memória.
Cultura.
Lar.
Eu amo profundamente o Brasil. Mas nada desperta tanta saudade quanto comida
Passando por aqui, pra agradecer o dia de ontem, a celebração com a música genuína de @jjthames e banda🙏🏽♥️, com mais um show maravilhoso, carregado de profissionalismo e de emoção, algo que eu chamei para a interpretação da cantora J.J. Thames, de spiritual songs, spiritual interpretation. Obrigado pelo carinho e profissionalismo também da equipe do @steelbarsp e obrigado aos amigos que foram até lá me dar um abraço 🙏🏽 Valeu,🙏🏽
(A tradução em português está abaixo) 🇺🇸 After 43 years on this earth, I picked up a guitar.
And no…this wasn’t my idea.
@che.costa looked at me in a meeting and said:
“Learn to do it yourself.”
That hit me hard.
I’ve been a songwriter since I was 6 or 7 years old. Started with poetry, then melodies, then songs living in my head waiting to be born.
I could find chords by ear on a keyboard, but I never truly learned an instrument. I focused on my voice instead.
But at some point, I got tired of needing someone else to help bring my ideas to life.
So here I am at 43, learning guitar from scratch.
Honestly? Starting something new at this age challenged me mentally more than I expected. But I fought through the narratives and kept going.
No videos yet 😂
But I know 3 chords now… and apparently that’s enough to start writing songs.
This season of my life is about freedom.
Not needing permission.
Not waiting on people.
Not depending on others to move forward creatively.
And that feels GOOD.
🇧🇷
Depois de 43 anos nessa terra, eu peguei um violão.
E não…essa ideia nem foi minha.
Che Costa olhou pra mim numa reunião e disse:
“Aprende a fazer você mesma.”
Aquilo bateu forte.
Sou compositora desde os 6 ou 7 anos. Começou com poesia, depois melodias, depois músicas inteiras vivendo na minha cabeça esperando nascer.
Eu tirava acordes de ouvido no teclado, mas nunca aprendi de verdade a tocar um instrumento. Foquei na minha voz.
Mas chegou um momento em que eu cansei de depender dos outros pra dar vida às minhas ideias.
Então aqui estou eu, aos 43, aprendendo violão do zero.
E vou te falar: começar algo novo nessa idade mexeu comigo mais do que eu esperava. Mas eu enfrentei essas vozes internas e continuei.
Ainda sem vídeos 😂
Mas já sei 3 acordes… e pelo que me dizem, isso já basta pra começar a escrever músicas.
Essa fase da minha vida é sobre liberdade.
Não precisar de permissão.
Não esperar ninguém.
Não depender dos outros pra conseguir seguir criativamente.
E isso é bom demais
::
(A tradução em português está abaixo) 🇺🇸 April was quiet here… too quiet.
I barely posted. Not even on Substack.
But something shifted.
April felt like a whole new year.
An exodus. A breaking of cycles.
After 8 months of moving nonstop—nice places, but never home—
I finally landed in a space in São Paulo that feels right.
And in the process?
I faced some things. Released some people. Healed some places.
I’m different now.
Stronger. Clearer. Done shrinking.
I’m not the leftovers—I’m the main event.
New energy. New team. New music.
Back to writing. Back to building.
May is where it blooms 🌱
The real-time version of all this? It’s in my bio.
I’ve got stories to tell.
—
🇧🇷 Abril ficou quieto por aqui… quieto demais.
Quase não postei. Nem no Substack.
Mas algo mudou.
Abril foi um ano inteiro.
Um êxodo. Quebra de ciclos.
Depois de 8 meses me mudando sem parar—lugares lindos, mas nunca lar—
finalmente encontrei meu espaço em São Paulo.
E no processo?
Encarei, liberei, curei.
Eu estou diferente.
Mais forte. Mais clara. Sem me diminuir.
Eu não sou sobra—eu sou o evento principal.
Nova energia. Nova equipe. Nova música.
De volta à escrita. De volta à construção.
Maio é onde floresce 🌱
A versão em tempo real de tudo isso? Tá na minha bio.
Tenho muito pra contar.