30. Essa idade sempre me aterrorizou.
Quando somos mais novos, criamos aquela expectativa de como será a nossa vida no futuro — e, sinceramente, a minha saiu completamente diferente do que eu planejei.
Por muito tempo isso me frustrou… Mas hoje eu entendo: tudo acontece exatamente como tem que ser.
Tenho certeza de que a Jessica de 20 anos atrás morreria de orgulho da mulher que sou hoje.
Já vivi muitas versões de mim mesma, e hoje consigo olhar com carinho para cada uma delas.
Me orgulho do caminho que percorri até aqui. Precisei ser forte muitas vezes, e posso dizer com toda certeza: venci inúmeras batalhas.
Ainda estou longe de ser quem eu gostaria de ser, mas a cada dia chego mais perto.
E sou profundamente grata por ter ao meu lado as melhores pessoas do mundo.
Chego aos 30 de peito aberto, pronta para tudo o que a vida ainda reserva para mim.