Death and Democracy
Spaces in Motion - Vilnius (LT)
16-18 May
by José Alberto Gomes & Miguel C. Tavares
Death and Democracy is a generative audiovisual
installation that explore the political, theoretical and
emotional spaces around Democracy, Freedom, Politics and
Contemporaneity. Exploring art as a form of documentation
this piece documents a moment, a place and a collective
state of mind. More than a narrative, it brings textures,
conflicts, fears and strengths, in a chaotic and noisy
space of struggle for information, truth and clarity.
Death and Democracy is not a moral lesson, in the form
of a monument, the non-legible shapes, spectrum of voices
and attracts and hypnotize the audience in an exploration
of a non-tangible reality, presenting it in an emotional,
textural and raw way.
With the support of the Shuttle program of Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A
Tive o prazer de participar no Sociedade Civil, da RTP2, numa conversa dedicada ao Futuro da Música, juntamente com Mário Rui Vieira, Ana Lua Caiano e Ricardo Fiel.
Falámos sobre criação artística e IA, políticas culturais e os desafios (e oportunidades) que se colocam hoje a músicos, compositores e criadores.
. Obrigado pelo convite e pela partilha.
🎶📺
👉 Programa completo disponível na RTP Play.
🔗 https://www.rtp.pt/play/p16075/e924214/sociedade-civil
I’m very happy to share a new text written at the invitation of Festival Semibreve.
On The Semibreve Scholar is part of Re‑Imagine Europe: New Perspectives for Action and reflects on sound, pedagogy, and the emergence of communities within experimental sound art festivals and networks.
The essay explores how listening practices and artistic experimentation can open up new ways of engaging with ecological, social, and political challenges, while also considering the role of festivals as cultural gatekeepers.
📚Long and short versions available here:
👉 https://re-imagine-europe.eu/publications/re-imagine-europe-pilot-study-15-on-the-semibreve-scholar/
#ReImagineEurope #Semibreve #soundart
This essay examines the annual Semibreve Festival and its Edigma Semibreve Scholar programme as a situated example of how sound art institutions collaborate with public communities to create spaces for collective experience, knowledge exchange, and emergent thoughts and practices. Developed within the framework of Re-Imagine Europe: New Perspectives for Action (2023–2027) project, it presents curatorial, and production processes centred on listening, experimentation, and technological innovation as forms of action to redistribute attention and visibility, without pretending to fully resolve systemic tensions.
AUTHOR José Alberto Gomes
PHOTOS Courtesy of Semibreve
EDITOR Alice Rougeaux
PUBLICATION COORDINATION Annette Wolfsberger
GRAPHIC DESIGN Henri Kutsar
PUBLISHER Paradiso Press 2026
Dashed Concerts 2026
Art + Tech x Cosmos =
Curadoria de José Alberto Gomes
Os Dashed Concerts integram o programa anual de concertos, conferências, exposições e performances organizado pela Escola das Artes e pelo CITAR. Em 2026, o programa propõe uma reflexão sobre as interseções entre arte, tecnologia e cosmos, explorando como diferentes práticas e formas de conhecimento emergem desse encontro.
Partindo do reconhecimento de que a tecnologia não é neutra, mas moldada por contextos culturais e cosmologias específicas, esta edição convoca a ideia de tecnodiversidade, afirmando a coexistência de múltiplos imaginários tecnológicos. Sob o mote Art + Tech x Cosmos, o programa reúne artistas, tecnólogos, curadores e investigadores, articulando perspetivas que atravessam campos como a cosmotecnia, o afrofuturismo e o tecnofeminismo.
PROGRAMA
16 abr · 20:00 · AIP Blackbox
Luca Argel · Mapas de um Homem Triste
30 abr · 18:30 · AIP Blackbox
João Pimenta Gomes · Solo para Cristal Baschet, Mellotron e Ondes Martenot
14 mai · 20.00 · AIP Blackbox
Nuno Loureiro (mais informação brevemente)
🔗 Mais informações: artes.ucp.pt
Nada melhor que um concerto de despedida numa casa de amigos!
Blackoyote estreou-se em 2011, no Passos Manuel.
Desde então foram anos de exploração sonora, concertos, encontros e experimentação que deram origem a quatro discos.
Agora, este concerto marca o fim de um ciclo maravilhoso e o início de novos caminhos.
Será o último concerto de Blackoyote. Um agradecimento muito especial aos músicos e artistas que fizeram parte desta viagem ao longo do tempo: Luís Fernandes, André Covas, João Dias, Mário Costa, Diogo Tudela, Jorge Queijo, Maria Mónica, Mariana Gomes, Sofia Miranda e Miguel C. Tavares.
Obrigado também a todos os espaços que nos receberam, às editoras que acreditaram e apoiaram o projeto, e a todos os que escutaram, estiveram presentes e fizeram parte deste percurso.
Foi muito divertido.
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Nothing better than a farewell concert in the house of friends!
Blackoyote first took the stage in 2011, at Passos Manuel.
Since then, there have been years of sonic exploration, concerts, encounters, and experimentation that resulted in four albums.
Now, this concert marks the end of a wonderful cycle and the beginning of new paths.
This will be the last Blackoyote concert. A very special thanks to the musicians and artists who were part of this journey over time: Luís Fernandes, André Covas, João Dias, Mário Costa, Diogo Tudela, Jorge Queijo, Maria Mónica, Mariana Gomes, Sofia Miranda, Henrique Portovedo and Miguel C. Tavares.
Thanks also to all the venues that welcomed us, the labels that believed in and supported the project, and to everyone who listened, attended, and was part of this journey.
It was great fun.
Não sou muito de fazer estas coisas, mas a Raquel é das minhas pessoas preferidas. Sem qualquer relação é também das pessoas mais talentosas de sempre. Ao contrário dela, não sou grande coisa com palavras e por isso aproveito o lançamento do livro Longe para dizer estas coisas.
Em 2018, a Raquel convidou-me para fazer a música quando levou o Longe a cena. Nunca conseguirei agradecer-lhe o suficiente. Foi uma experiência de uma vida: linda, dura, generosa e assustadora, tudo ao mesmo tempo.
Eu acho que ela não o fez por isso, mas quando li o Longe (ainda peça de teatro) pedi para prometer que um dia o iria publicar enquanto ensaio. Prometeu e aqui está.
Eu não sou de todo imparcial mas é um ensaio brilhante que viaja entre a ciência, a literatura e coisas bonitas, tristes e assoberbadoras.
O Longe está à venda numa edição lindíssima com paginação e design do Nuno Matos. Comprem, leiam e deixem-se assoberbar também. 🤍
https://www.noitarder.pt/edicoes
Carne
Dez 2025
TEXT AND ARTISTIC DIRECTION Raquel S.
SET AND COSTUME DESIGN Pedro Azevedo
MUSIC José Alberto Gomes
LIGHTING DESIGN Wilma Moutinho
VIDEO AND IMAGE Nuno Matos
DRAMATURGICAL CONTRIBUTION Nokas Maria PRODUCTION MANAGEMENT Inês Maia | Pé de Cabra (FIRST PHASE), Patrícia Gonçalves (SECOND PHASE)
TECHNICAL AND STAGE MANAGEMENT Luísa Osório
CAST António Júlio, Daniel Viana, Maria do Céu Ribeiro, Maria João Falcão, Maria Jorge, Paula Só, Romeu Costa
PRODUCTION Noitarder
CO-PRODUCTION Teatro Nacional São João SUPPORT República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
Photos José Caldeira
For many, Christmas is synonymous with family. A time of unity, harmony and love. In Carne [Flesh], it is also synonymous with bitterness, resentment and frustration. In a house like so many others, a family gathers around the table on Christmas Eve. Absent are one deceased sister and the bedridden mother in the room next door. The characters share dinner, along with “debts, traumas and slipped discs”. The conversations and silences that ensue as the evening advances cruelly highlight the communicative collapse and unsolvable conflicts between the various family members. Written within the frame of the École des Maîtres theatre training project (2021 edition), Carne is an exercise on the insufficiencies of language. “Still, while on the one hand language is not enough, on the other it is more than enough: even if it fails constantly, it also creates constantly.” Words and language are the building materials Raquel S. employs to write and direct this show.
Carne
18 — 21 DEZ
Teatro Carlos Alberto
TEXTO E DIREÇÃO ARTÍSTICA Raquel S. CENOGRAFIA E FIGURINOS Pedro Azevedo
MÚSICA José Alberto Gomes
DESENHO DE LUZ Wilma Moutinho
VÍDEO E IMAGEM Nuno Matos
CONTRIBUIÇÃO DRAMATÚRGICA Nokas Maria
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Inês Maia | Pé de Cabra (PRIMEIRA FASE), Patrícia Gonçalves (SEGUNDA FASE), Belisa Branças (TERCEIRA FASE)
DIREÇÃO TÉCNICA E CENA Luísa Osório INTERPRETAÇÃO António Júlio, Daniel Viana, Maria do Céu Ribeiro, Maria João Falcão, Maria Jorge, Paula Só, Romeu Costa
PRODUÇÃO Noitarder
COPRODUÇÃO Teatro Nacional São João
APOIO República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
Foto Paulo Pimenta/Publico
Para muitos, Natal é sinónimo de família. Tempo de união, harmonia e amor. Em Carne, é também sinónimo de amargura, ressentimento e frustração. Numa casa como tantas outras, uma família junta-se à mesa para a consoada. Faltam uma irmã, morta, e a mãe, doente, presa a uma cama no quarto ao lado. As personagens partilham o jantar, mas também “dívidas, traumas e hérnias discais”. As conversas e silêncios ao longo da noite expõem, em toda a sua crueza, a impossibilidade de comunicação e os conflitos insanáveis entre os diferentes elementos da família. Escrita no âmbito da École des Maîtres (edição de 2021), Carne é um exercício sobre as insuficiências da linguagem. “Mas se, por um lado, a linguagem não chega, por outro, também sobra: mesmo se falha constantemente, também cria constantemente.” E é com palavras e linguagem que Raquel S. cria e dirige este espetáculo.
Carne
18 — 21 DEZ
Teatro Carlos Alberto
TEXTO E DIREÇÃO ARTÍSTICA Raquel S. CENOGRAFIA E FIGURINOS Pedro Azevedo
MÚSICA José Alberto Gomes
DESENHO DE LUZ Wilma Moutinho
VÍDEO E IMAGEM Nuno Matos
CONTRIBUIÇÃO DRAMATÚRGICA Nokas Maria DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Inês Maia | Pé de Cabra (PRIMEIRA FASE), Patrícia Gonçalves (SEGUNDA FASE)
DIREÇÃO TÉCNICA E CENA Luísa Osório INTERPRETAÇÃO António Júlio, Daniel Viana, Maria do Céu Ribeiro, Maria João Falcão, Maria Jorge, Paula Só, Romeu Costa
PRODUÇÃO Noitarder
COPRODUÇÃO Teatro Nacional São João
APOIO República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
Para muitos, Natal é sinónimo de família. Tempo de união, harmonia e amor. Em Carne, é também sinónimo de amargura, ressentimento e frustração. Numa casa como tantas outras, uma família junta-se à mesa para a consoada. Faltam uma irmã, morta, e a mãe, doente, presa a uma cama no quarto ao lado. As personagens partilham o jantar, mas também “dívidas, traumas e hérnias discais”. As conversas e silêncios ao longo da noite expõem, em toda a sua crueza, a impossibilidade de comunicação e os conflitos insanáveis entre os diferentes elementos da família. Escrita no âmbito da École des Maîtres (edição de 2021), Carne é um exercício sobre as insuficiências da linguagem. “Mas se, por um lado, a linguagem não chega, por outro, também sobra: mesmo se falha constantemente, também cria constantemente.” E é com palavras e linguagem que Raquel S. cria e dirige este espetáculo.