MEMÓRIA: RESISTÊNCIA E EXISTÊNCIA
Segundo ÈGBÉ em 2021 Tema: Parte de Nós
Então, só poderemos resistir às indiferenças se pensarmos e acreditarmos que fazemos parte de um todo.
E o todo é parte de nós mesmos. Novamente, foram quatro dias de imersão.
Os quinhentos participantes puderam discutir novas diretrizes e caminhos para continuar a política de resistência e racismo estrutural instaurado pelo governo do país contra as culturas e religiões de matrizes africanas.
Então, o terreiro do qual fazemos parte deixou de ser apenas um espaço de religiosidade, mas é também espaço de reflexão, de conhecimento, de acolhimento, de resistência às indiferenças sociais, políticas e religiosas.
Compreendemos que o terreiro (espaço sagrado) hoje, na contemporaneidade, é um espaço social, cultural e político.
Ao contrário do que tentam nos convencer, não foi por nenhum tipo de altruísmo que em 13 de maio de 1888 foi revogada a escravidão no Brasil, como bem disse Abdias do Nascimento, o processo que resultou na abolição pouco tem haver com qualquer questão humanitária.
Tratava-se pura e simplesmente de pressão Inglesa, desde o processo de industrialização e planejamento de expansão do consumo, que faria com que esse dia chegasse para assim servir aos planos dos brancos/europeus.
Abriram as correntes, mas se certificaram de todas as maneiras institucionais que nosso povo ficasse a mercê da sociedade sem os direitos básicos, e legando as futuros descendentes uma herança de abandono estatal, violência racial, preconceito e cerceamento de direitos.
A verdade é que continuamos no dia 14 de maio, e tudo que conquistamos foi através de luta, muita luta de nossos antepassados, dos que vieram antes, e seguimos em luta constante pois como bem disse o poeta Éle Semog: "Liberdade se toma, não se recebe."
O Àṣẹ Omi Funfun se mantém firme na luta contra o racismo, e na busca da desconstrução das inverdades históricas das quais insistem a nos incutir, por isso não endossamos a "mentira cívica" do 13 de maio, como declarou Abdias do Nascimento.
Seguimos na luta!
#13demaio
#resistencia
#racismo
#candomblé
Abdias não esperou ser incluído.
Ele entendeu cedo que o espaço não seria dado.
Então, ele criou.
Fundou o Teatro Experimental do Negro.
Abriu caminhos onde não existiam.
Levantou vozes que insistiam em ser silenciadas.
Não era sobre ocupar um lugar.
Era sobre transformar o lugar.
E talvez seja por isso que sua história ainda é tão necessária.
Porque ainda estamos discutindo o que ele já denunciava.
“Abdias do Nascimento” chega ao palco como continuidade dessa ação.
📍 Teatro CCJF
🗓️ Estreia 07 de maio
🕖 Quinta a sábado às 19h | Domingo às 18h
🎟️ R$50 (inteira) | R$25 (meia)
🎫 Ingressos no Sympla – link na bio
Marque alguém que precisa conhecer essa história.
—
Ficha Técnica
Idealização: @lincoln.oliveira.7545708
Texto: @ivanjafoficial@diegodacostaferreira2017
Direção: @johaynehildefonsooficial@ileaferraz
Elenco: @lincoln.oliveira.7545708 - Abdias do Nascimento
@fernandoport.o@pauloguidelly - Personagem do diretor
Figurino e Cenário: @marresenello@monicacarvalhoklausschneider
Trilha Sonora: @andre_abujamra
Iluminação: @danisanchez1
Coordenação Geral e Produção Executiva: @beto_bruno@doramarialima
Mídias Sociais: @conexionebr
Realização: @evoeproducoesartisticas
Apoio Institucional: @ipeafro@ccjfrj
Exposições 2ª Jornada de Estudos Africanos ✨🎨
🗯 Durante o evento tivemos abertura de três exposições! Na Fundação Cultural BADESC ocorreu a abertura da exposição “Cartografias das Reexistências", a primeira exposição individual de Renata Felinto em Santa Catarina. A mostra inédita reúne pinturas, fotografias, fotomontagens, vídeos e ações performáticas produzidos entre 2000 e 2021.
📍Fundação Cultural Badesc
🗓 Visitação até 18 de junho
🖼 Curadoria de Juliana Crispe
Na terça-feira (5/05) tivemos a abertura de duas exposições: "Auriflamas - Chamas Douradas: erguer para existir/resistir" e "O Legado do terceiro-mundismo: solidariedade tricontinental 1966-1990", ambas no Hall da UDESC/FAED.
A exposição Auriflamas, com curadoria de Juliana Crispe, conta com obras de Abdias Nascimento, Aline Mararú, Barcabogante, Binário Armada, Cássio Markowski, Gugie Cavalcanti, daSilva, Matheus Trindade (Trindadead), Moara Tupinambá, Priscila Rezende, Renata Felinto, Rita Oyakanmi, Roniery, Rusha, Sérgio Adriano H e Soberana Ziza.
📍Hall da UDESC/FAED
📅 Visitação até 20 de maio
Já a exposição "O Legado do terceiro-mundismo" pretende divulgar a produção política, estética e cultural dos cartazes da Organização de Solidariedade dos Povos da Ásia, África e América Latina (OSPAAAL), entendendo-os como parte de uma experiência histórica mais ampla de articulação anti-imperialista no contexto da segunda metade do século XX.
Não deixe de prestigiar essas exposições magníficas!
🔗 Para saber mais sobre o evento acesse o site pelo link na bio do Instagram ou na legenda: /2-jornada-de-estudos-africanos/
#AYALaboratório #UDESC #FAED #EventoAcadêmico
Fotos:
@seivadesalvia@marichagasz
III Seminário do Programa dos Museus Antirracistas no Museu do Amanhã
Um privilégio poder participar desse momento representando a @casadeeuclides e poder trazer pra Casa, além da Cartilha Museus Antirracistas com discussões e diretrizes fundamentais para transformar nossa perspectiva e atuação, tanto conhecimento transmitido por grandes profissionais da História, da Museologia, do Turismo e educadores e fazedores de cultura.
Agradeço a oportunidade a @viniciusstael , @almeidawlc e @funarj
E pelo evento a @institutopretosnovos , @nascidapradarcerto e toda a equipe envolvida
Muito antes de virar pauta,
Abdias já denunciava.
Falava sobre racismo estrutural.
Sobre apagamento.
Sobre um Brasil que insiste em negar o que é evidente.
Décadas depois, o reconhecimento vem também das instituições.
O Supremo Tribunal Federal já afirmou:
O racismo estrutural existe no Brasil
e impacta diretamente a vida da população negra.
Ou seja, Abdias não estava exagerando.
Ele estava dizendo o que muitos não queriam ouvir.
A história de Abdias não é sobre o passado.
É sobre o agora.
E talvez seja por isso que ela ainda incomoda.
“Abdias do Nascimento” chega ao palco como memória, denúncia e presença.
📍 Teatro CCJF
🗓️ Estreia 07 de maio
🕖 Quinta a sábado às 19h | Domingo às 18h
🎟️ R$50 (inteira) | R$25 (meia)
🎫 Ingressos no Sympla – link na bio
Marque alguém que precisa ver isso.
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Ficha Técnica
Idealização: @lincoln.oliveira.7545708
Texto: @ivanjafoficial@diegodacostaferreira2017
Direção: @johaynehildefonsooficial@ileaferraz
Elenco: @lincoln.oliveira.7545708 - Abdias do Nascimento
@fernandoport.o@pauloguidelly - Personagem do diretor
Figurino e Cenário: @marresenello@monicacarvalhoklausschneider
Trilha Sonora: @andre_abujamra
Iluminação: @danisanchez1
Coordenação Geral e Produção Executiva: @beto_bruno@doramarialima
Mídias Sociais: @conexionebr
Realização: @evoeproducoesartisticas
Apoio Institucional: @ipeafro@ccjfrj
EXPOSIÇÃO AURIFLAMAS - Chamas Douradas 🎨
📍 Onde? Centro de Ciências Humanas e da Educação (UDESC/FAED)
📅 Quando? 05/05 | Visitação de 05/05 a 22/05
🖌 Curadoria da exposição e texto: Juliana Crispe
👥️ Artistas: Abdias Nascimento, Aline Mararú, Barcabogante, Binário Armada, Cássio Markowski, Gugie Cavalcanti, daSilva, Trindadead, Moara Tupinambá, Priscila Rezende, Renata Felinto, Rita Oyakanmi, Roniery, Rusha, Sérgio Adriano H e Soberana Ziza
🗯 A exposição compõe a programação da 2ª Jornada de Estudos Africanos. Auriflama é um termo antigo que nomeia um estandarte sagrado. Sua origem vem do latim aurum (ouro) e flamma (chama), evocando a imagem de uma chama dourada: aquilo que arde, ilumina e convoca. Mais do que uma bandeira, representava a força de uma presença coletiva em movimento e nesta exposição, o termo retorna deslocado de seu contexto histórico para ganhar novos sentidos. Aqui, auriflamas são bandeiras transformadas em gesto poético e político. Superfícies têxteis que carregam memória, disputa, pertencimento e permanência. Imagens que se erguem não para dominar, mas para afirmar existências!
Realização: AYA Laboratório Pós-Colonial e Decolonial (UDESC/FAED), Armazém Coletivo Elza, Abdias Nascimento Memória em Ação - IPEAFRO e NUDHA (UDESC/CEART)
🔗 Acesse o link na bio para saber mais
/2-jornada-de-estudos-africanos/
#AYALaboratório #EventoAcadêmico #UDESC #FAED
SORTEIO – ABDIAS DO NASCIMENTO NO CCJF
Uma temporada curta. Intensa. E que não vai se repetir tão cedo.
Para não deixar ninguém de fora, vamos sortear 3 ingressos para o espetáculo “Abdias do Nascimento”.
COMO PARTICIPAR:
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(quanto mais comentar, mais chances de ganhar)
🎟️ PREMIAÇÃO:
3 ingressos → para o vencedor + as 2 pessoas marcadas no comentário sorteado
✨ BÔNUS:
Compartilhe este post nos seus stories, marque o nosso perfil. Se você for sorteado, envie o print e ganhe +1 ingresso extra
📅 RESULTADO:
Dia 29.04, nos stories, às 18hs
*comentários até meia noite do dia 28.04
⚠️ REGRAS IMPORTANTES:
Os ingressos serão para data a combinar
O perfil vencedor será contactado via direct
O vencedor terá até 3 dias para responder
O ingresso extra será validado mediante envio do print do story
Se você não quiser contar com a sorte, os ingressos já estão disponíveis.
📍 Teatro CCJF
🗓️ De 07 a 24 de maio
🕖 Quinta a sábado às 19h | Domingo às 18h
🎟️ R$50 (inteira) | R$25 (meia)
🎫 Ingressos no Sympla – link na bio
Agora é simples:
marque quem vai viver isso com você.
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Ficha Técnica
Idealização: @lincoln.oliveira.7545708
Texto: @ivanjafoficial@diegodacostaferreira2017
Direção: @johaynehildefonsooficial@ileaferraz
Elenco: @lincoln.oliveira.7545708 - Abdias do Nascimento
@fernandoport.o@pauloguidelly - Personagem do diretor
Figurino e Cenário: @marresenello@monicacarvalhoklausschneider
Trilha Sonora: @andre_abujamra
Iluminação: @danisanchez1
Coordenação Geral e Produção Executiva: @beto_bruno@doramarialima
Mídias Sociais: @conexionebr
Realização: @evoeproducoesartisticas
Apoio Institucional: @ipeafro@ccjfrj
#sorteio #abdiasdonacimento #sympla #teatronegro
Foto: @joaomarceloresende
Abdias não escreveu apenas livros.
Ele escreveu denúncia, pensamento e futuro.
Sua obra atravessa o tempo porque fala de um Brasil que ainda precisa ser entendido, enfrentado e transformado.
Do teatro à política, da arte à escrita, Abdias construiu um legado que segue urgente.
E hoje, essa história também está em cena.
A peça, “Abdias do Nascimento” não nasce do nada.
Nasce dessa trajetória.
Dessa palavra.
Dessa luta.
Se você quer entender não deixe de ler os livros.
Se você quer sentir, essa história te espera em cena.
📍 Teatro CCJF
🗓️ De 07 a 24 de maio
🕖 Quinta a sábado às 19h | Domingo às 18h
🎟️ R$50 (inteira) | R$25 (meia)
🎫 Ingressos no Sympla – link na bio
Encaminhe para quem precisa conhecer essa história.
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Texto: @ivanjafoficial@diegodacostaferreira2017
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Elenco: @lincoln.oliveira.7545708 - Abdias do Nascimento
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Iluminação: @danisanchez1
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