Instituto TeArt

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Arte, cultura e educação em rede, com foco em transformação social e fortalecimento de territórios.
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Como as memórias e vivências no ambiente urbano podem se transformar nas cidades que desejamos? No projeto Enredar II, as exposições ‘Arquiteturas do Poder’, de Laís Myrrha, e ‘Eiro’, de Helô Sanvoy, serviram de base para que estudantes do Ensino Fundamental mergulhassem em uma jornada de descobertas na Cerrado Cultural, em Brasília. Por meio de uma mediação aberta e participativa, as crianças foram convidadas a interpretar e ressignificar as obras a partir de seus próprios repertórios, culminando em oficinas práticas onde assumiram o papel de arquitetas de novas cartografias urbanas. Foi um encontro potente entre arte contemporânea, memória e invenção, desenhado para ampliar horizontes e despertar percepções críticas e ativas sobre o espaço que habitamos. Ao todo, foram 7 encontros realizados com as turmas do 1º ao 4º ano da Escola Classe 01 do Lago Sul (@ec01shisul ) durante os meses de abril e maio. Proposta pedagógica de Karoline Carvalho e Thiago Brandão, com participação de Taisa Magalhães. O ‘Enredar II’ é uma iniciativa que promove visitas mediadas a exposições em espaços culturais, integrando mediação, rodas de conversa e oficinas de criação artística.
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17 hours ago
Se a última década marcou uma crescente visibilidade das artes indígenas nos circuitos oficiais, o curso "Artes Indígenas em Diferentes Espaços" cumpriu o papel fundamental de reiterar uma verdade essencial: essas produções sempre estiveram presentes e vibrantes no cerne de suas comunidades. Viabilizada pelo projeto Enredar IIII, a jornada foi conduzida pela artista, pesquisadora e professora Arissana Pataxó, sob mediação de Auana Diniz, coordenadora do projeto Enredar no Instituto TeArt. Os encontros promoveram reflexões sobre como a arte indígena atua e transforma cada lugar que ocupa, passando pelas vivências dos povos indígenas dentro e fora das aldeias até a chegada em museus, exposições e livros didáticos. Além disso, outro importante foco do curso foi a apresentação de diversos caminhos para trabalho com as artes e culturas indígenas nas salas de aula e em projetos escolares. - Vídeo por Erlânia Nascimento Projeto Enredar Lei de Incentivo à Cultura/Lei Rouanet Patrocínio institucional: Banco Itaú (@itau ) Mantenedor: Almeida & Dale Galeria de Arte (@almeidaedale ) Realização: Instituto TeArt, Ministério da Cultura (@minc ) e Governo Federal (@govbr ) Parceria: Galeria Marco Zero (@galeriamarcozero )
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2 days ago
'Siron Franco: pensamento insubordinado' chega a São Paulo como o registro mais completo da produção de Siron Franco, conectando de forma inédita suas pinturas, instalações e intervenções urbanas. A partir de documentos e arquivos pessoais, o organizador Ángel Calvo Ulloa revela o que está por trás de obras que marcaram a arte brasileira. A publicação é uma realização conjunta do Instituto TeArt e do Sistema Fecomércio Sesc Senac Goiás. 'O livro mostra um Siron Franco total. Não só o pintor influente desde os anos 1970, mas também aquele que, historicamente, se preocupa com tudo o que se passa à sua volta', afirma Ulloa. A edição conta ainda com ensaios de nomes como Andrea Giunta, Lucia Bertazzo e Paulo Herkenhoff, além de uma biografia comentada por Charles Cosac, oferecendo um olhar profundo e atualizado sobre a potência de sua obra. Siron Franco: pensamento insubordinado Organização: Ángel Calvo Ulloa Autores: Andrea Giunta, Angel Calvo Ulloa, Charles Cosac, Lucia Bertazzo e Paulo Herkenhoff Coordenação editorial: Juliana Monachesi e Paula Alzugaray Português e inglês Projeto gráfico: Celso Longo + Daniel Trench 337 páginas Distribuição gratuita 📍Lançamento em São Paulo - 14 de maio Mesa sobre o livro com Ángel Calvo Ulloa e Juliana Monachesi Mediação: Rita Wirtti Centro de Pesquisa e Formação Sesc SP Rua Dr. Plínio Barreto, 285, 4º andar - Bela Vista, São Paulo 19h30 às 21h30 - Still do livro ‘Siron Franco: pensamento insubordinado’ (1-4): ‘Objetos soltos ao acaso’, 1984 (5); Convite do Lançamento em São Paulo (6).
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5 days ago
O livro “Pensamento insubordinado”, dedicado à trajetória de seis décadas de Siron Franco, será lançado no dia 12 de maio, na Vila Cultural Cora Coralina, em Goiânia. Organizada pelo pesquisador espanhol Ángel Calvo Ulloa, a publicação é uma realização do Instituto TeArt em parceria com o Sistema Fecomércio Sesc Senac Goiás. Com mais de 300 páginas e design de Celso Longo e Daniel Trench, o volume reúne cerca de 150 obras do artista, além de ensaio biográfico de Charles Cosac e textos críticos de Andrea Giunta, Paulo Herkenhoff, Lucia Bertazzo e do próprio Ulloa. A edição também articula documentos do arquivo pessoal de Siron, entre catálogos, fotografias, recortes de jornais e registros de exposições. De forma inédita, o livro apresenta uma seleção da série “Césio”, realizada após o acidente radiológico em Goiânia, em 1987, além de trabalhos recentes produzidos a partir dos ataques de 8 de janeiro de 2023, em Brasília. O lançamento contará com conversa entre Siron Franco, Ángel Calvo Ulloa e Juliana Monachesi, com mediação de Rita Wirtti, seguida de sessão de autógrafos. No mesmo espaço, o público também poderá visitar a mostra “Expressões”, que reúne mais de 100 obras de Siron produzidas principalmente entre as décadas de 1970 e 1980, em um recorte marcado pela crítica social e pela forte potência simbólica de sua produção. “Pensamento insubordinado” 12 de maio de 2026, às 19h Conversa com Siron Franco, Ángel Calvo Ulloa e Juliana Monachesi Mediação de Rita Wirtti Sessão de autógrafos Visitação à mostra “Expressões”, em cartaz até 6 de julho Vila Cultural Cora Coralina, Goiânia - GO
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6 days ago
Durante o seminário ‘Artes e culturas indígenas no Nordeste’, realizado no final de abril, Arissana Pataxó e Juliana Xukuru trouxeram perspectivas essenciais sobre a arte indígena na contemporaneidade. Elas mostraram como essa produção é uma expressão viva de identidade e resistência, presente tanto dentro quanto fora das aldeias. Em suas falas, reforçaram que a arte indígena não está isolada; ela dialoga com o cotidiano e com a história do Nordeste. Além disso, destacaram a importância de levar esses temas para as escolas, garantindo que o ensino reflita a diversidade e a riqueza dos saberes originários de forma crítica e atual. O ‘Enredar III’ é um projeto de formação docente voltado a professores, desenvolvido em parceria com as redes públicas de ensino. A iniciativa realiza seminários, cursos e formações articulando abordagens teóricas e práticas artísticas, como ateliês e outras vivências formativas, a partir da arte contemporânea e de referenciais curriculares de modo interdisciplinar. - Vídeo por Erlânia Nascimento Projeto Enredar Lei de Incentivo à Cultura/Lei Rouanet Patrocínio institucional: Banco Itaú (@itau ) Mantenedor: Almeida & Dale Galeria de Arte (@almeidaedale ) Realização: Instituto TeArt, Ministério da Cultura (@minc ) e Governo Federal (@govbr ) Parceria: Secretaria de Educação do Recife (@educacaorecife.oficial ), Escola de Formação de Educadores Profº Paulo Freire (@efer_educacao_recife ) e Galeria Marco Zero (@galeriamarcozero )
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7 days ago
O processo para as Bolsas de Residência Artística Sertão Negro/TeArt 2026 refletiu o compromisso com a escuta e a diversidade. Entre 304 propostas, a escolha de Dyana Santos e Yacunã Tuxá resultou de uma análise criteriosa conduzida por vozes fundamentais da cena contemporânea: Curadoria convidada: Ariana Nuala (PE): Curadora e pesquisadora, investiga dinâmicas de poder e diáspora. Vânia Leal (AP): Curadora Rio, com foco na descentralização e no fortalecimento do circuito da região norte, e Diretora Artística e Educativa da Bienal das Amazônias. Curadoria Sertão Negro: Dalton Paula (DF): Artista, fundador do Sertão Negro, com foco em memória e reparação. Melissa Alves (RJ): Curadora e pesquisadora, atua nos eixos de patrimônio e território. O júri priorizou a consistência das trajetórias, a potência das pesquisas e a afinidade conceitual com as vivências propostas no território quilombola. As discussões abordaram a centralidade feminina e a ampliação do acesso a espaços de imersão. A seleção de Dyana e Yacunã reafirma o compromisso institucional com práticas que tensionam memória e território, unindo criação artística e responsabilidade histórica. Realizado anualmente, o programa Bolsas de Residência Artística Sertão Negro/TeArt 2026 oferece duas bolsas de residência focadas na pluralidade e na construção coletiva de saberes. Com início em julho de 2026, a residência divide-se entre o Sertão Negro Ateliê e Escola de Artes (Goiânia) e a Comunidade Quilombola Engenho II (Quilombo Kalunga). - Foto por Marcelo Ramalho
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9 days ago
A inversão de papéis como ferramenta pedagógica orientou as ações do Enredar I no CED São Francisco (Chicão) (@chicaodf ), em Brasília. Na proposta “Estudantes mediadores", jovens do 1º e 2º ano do Ensino Médio ocuparam o lugar de mediadores de suas próprias experiências. Os estudantes conduziram o percurso, apresentando a escola e seus arredores a partir dos espaços que consideram mais significativos. No trajeto, compartilharam referências, memórias e percepções sobre o território que habitam, e que também passaram a descobrir coletivamente. Entre registros fotográficos e conexões com conteúdos estudados — como discussões sobre espaços e estruturas — surgiram novas formas de olhar para o ambiente escolar e seu entorno. Marcado por descobertas, o percurso revelou que mediar é, sobretudo, aprender a ver, escutar e interpretar o mundo a partir de diferentes perspectivas. O Enredar I integra o programa educativo do Instituto TeArt e compreende projetos de longa duração com oficinas e práticas de criação nas escolas parceiras.
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12 days ago
Realizamos em Recife o seminário ‘Artes e culturas indígenas no Nordeste’, parte do programa educativo ‘Enredar III’. O evento propôs um diálogo sobre as resistências e produções dos povos originários na região, cujas lutas ainda são pouco difundidas no ambiente escolar. Para enriquecer esse debate, contamos com as vozes fundamentais de Arissana Pataxó (BA) e Juliana Xukuru (PE), em uma conversa mediada por Aussuba (PE). As artistas e pesquisadoras compartilharam experiências que oferecem caminhos para que educadores possam fortalecer práticas pedagógicas mais plurais, críticas e comprometidas com a diversidade dos povos originários. ‘Enredar III’ é um projeto de formação docente destinado a professores da rede pública e realizado em parceria com Secretarias de Educação. A iniciativa promove práticas educativas críticas e antirracistas, em conformidade com a Lei 11.645/2008, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas brasileiras, e com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). - Imagens por Erlânia Nascimento
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13 days ago
Marque na agenda! O lançamento de ‘Siron Franco: pensamento insubordinado’ celebra seis décadas da trajetória do artista, consolidando-se como a primeira monografia a integrar pinturas, instalações e intervenções urbanas sob uma mesma lente crítica. Organizado pelo curador Ángel Calvo Ulloa, o livro documenta a resposta de Siron à violência social e às crises ambientais e migratórias, reafirmando sua posição como uma das vozes mais contundentes da arte latino-americana contemporânea. A edição reúne ensaios de nomes como Andrea Giunta, Paulo Herkenhoff e Lucia Bertazzo, além de uma biografia comentada por Charles Cosac. 📆 12 de maio de 2026 (terça-feira) em Goiânia Mesa sobre o livro com Siron Franco, Ángel Calvo Ulloa e Juliana Monachesi e sessão de autógrafos. 📍Vila Cultural Cora Coralina: Rua 3, s/n - St Central 🕐 19h 📆 14 de maio de 2026 (quinta-feira) em São Paulo Mesa sobre o livro com Ángel Calvo Ulloa e Juliana Monachesi 📍Sesc CPF: Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - 4° andar - Bela Vista 🕐 19h30 - ‘Habitante da megalópole’, 1979; ‘Monumento às nações indígenas’, 1992; Retrato de Siron Franco por Lu Barcelos; Still do livro ‘Pensamento insubordinado’.
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17 days ago
Yacunã Tuxá (Rodelas, BA) é artista, escritora e ativista do povo Tuxá. Mobiliza fotografia, colagem, escultura e muralismo para investigar memória e permanência em territórios impactados por barragens, onde palavra e matéria operam como registro e identidade. Sua produção captura a resistência de mulheres indígenas na defesa da vida, debatendo interseções entre raça, gênero e sexualidade. Ao tensionar estigmas impostos aos povos originários, Yacunã afirma sua presença na arte e no ambiente digital, compreendendo o fazer artístico como gesto de escuta, reparação e transmissão de saberes. A artista é uma das selecionadas para a edição de 2026 do Edital Bolsas de Residência Artística Sertão Negro/TeArt 2026. Realizado anualmente, o programa oferece duas bolsas de residência focadas na pluralidade e na construção coletiva de saberes. Com início em julho de 2026, a residência divide-se entre o Sertão Negro Ateliê e Escola de Artes (Goiânia) e a Comunidade Quilombola Engenho II (Quilombo Kalunga). - Retrato de Yacunã Tuxá; 'Das magias do risca faca ancestral', 2023; 'Mulher indígena e sapatão', 2019; 'Somos sementes', 2025.
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21 days ago
Dyana Santos (Contagem, MG) é doutora em Artes Visuais (UFMG) e sua produção une ofícios familiares ao legado tecnológico e ancestral dos povos Bantu. Em sua prática, transita entre escultura, instalação e objetos que utilizam as medidas do próprio corpo, combinando metalurgia e saberes têxteis em materiais como aço e cobre. Suas investigações abordam as violências da colonialidade e recuperam conhecimentos ancestrais como formas de resistência e reparação histórica. A artista é uma das selecionadas para a edição de 2026 do Edital Bolsas de Residência Artística Sertão Negro/TeArt 2026. Realizado anualmente, o programa oferece duas bolsas de residência focadas na pluralidade e na construção coletiva de saberes. Com início em julho de 2026, a residência divide-se entre o Sertão Negro Ateliê e Escola de Artes (Goiânia) e a Comunidade Quilombola Engenho II (Quilombo Kalunga). - Retrato de Dyana Santos; 'Vozes-Aljôfares', 2025; 'Vozes-Aljôfares' (Detalhe); 'Jorge da Capadócia', 2023; 'Corpo servil', 2020.
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23 days ago
Em Brasília, o Enredar 1, eixo continuado do programa que desenvolve projetos de longa duração nas escolas, está em pleno andamento. Desde o início do ano, o programa acontece junto aos seguintes espaços: Escola Classe 1 do Lago Sul (@ec01shisul ), o Centro Educacional do Lago (@cel_ceddolago ) e o Centro Educacional São Francisco (@chicaodf ), envolvendo estudantes e professores em processos de troca, reflexão e formação. Em ‘Objetos que Falam’, as turmas de ensino fundamental e médio investigaram obras de Marcel Duchamp e Arthur Bispo do Rosário, refletindo sobre o significado e o potencial criativo de objetos cotidianos, considerando tanto espaços de convivência privados quanto públicos. Já em ‘Protagonismo Feminino Hoje’, os estudantes do ensino médio discutiram como as mulheres foram representadas na arte ao longo da história, problematizando ausências, silenciamentos e formas limitadas de representação. E na oficina ‘Leitura Crítica da Cultura Visual’, analisaram imagens do dia a dia, entendendo que elas carregam valores e influenciam modos de ver o mundo, e que é possível desenvolver um olhar mais crítico a partir desse contato. - Oficina ‘Objetos que Falam’, na Escola Classe 1 do Lago Sul, 5º ano do Ensino Fundamental (1-3); Oficina ‘Protagonismo Feminino Hoje’, no CED Lago, 2º ano do Ensino Médio (4-6); Leitura Crítica da Cultura Visual, no CED Lago, 1º ano do Ensino Médio (7-9). Projeto Enredar Lei de Incentivo à Cultura/Lei Rouanet Patrocínio institucional: Banco Itaú (@itau ) Mantenedor: Almeida & Dale Galeria de Arte (@almeidaedale ) Realização: Instituto TeArt, Ministério da Cultura (@minc ) e Governo Federal (@govbr )
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1 month ago