Está no ar a “Pesquisa ambientes alimentares em favelas: Percepção sobre o acesso aos alimentos de moradores de favelas brasileiras”, com dados fundamentais sobre o acesso à alimentação em territórios vulnerabilizados no Brasil.
Realizada no Caramujo (Niterói), Maré (Rio de Janeiro) e Coque (Recife), a pesquisa traz a percepção de moradores sobre o acesso aos alimentos, além de uma análise sobre o estado nutricional de crianças entre 5 e 10 anos.
Nesse contexto, a alimentação não é apenas sobre fazer escolhas mais saudáveis, mas sobre o que está ao alcance de cada família. Condições como renda e acesso determinam o que chega à mesa e, nas favelas, a desigualdade tem um papel decisivo no poder de escolha.
Ao evidenciar essas barreiras, a pesquisa contribui com dados essenciais para fortalecer políticas públicas e garantir o direito à alimentação adequada e saudável. Afinal, garantir o acesso a alimentos saudáveis nas favelas também é proteger a infância!
Acesse a pesquisa completa pelo site: desiderata.org.br ou pelo link da bio.
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O câncer infantojuvenil tem até 80% de chances de cura quando descoberto a tempo e tratado em centros especializados. Mas, pra isso acontecer, é preciso correr contra o tempo.
Com a sua doação, podemos:
- Preparar os profissionais de saúde pra descobrirem o câncer nos primeiros sinais.
- Transformar os espaços de tratamento em lugares mais acolhedores para as crianças e suas famílias.
- Fazer com que o atendimento aconteça de forma mais rápida e eficiente.
Somos uma organização sem fins lucrativos, e cada passo que damos depende de gente como você, que acredita que toda criança merece crescer com saúde e esperança.
Acesse desiderata.org.br ou o link nos nossos stories ou no nosso perfil e faça a sua doação!
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ESTREOU! O primeiro episódio da nova temporada do FavelaPOD já tá no ar!🎙️
Pra abrir a série sobre alimentação saudável, recebemos Ana Silvia Sena (@asilviasena ) e Ivani Figueiredo (@ivanifigueiredo ) pra conversar sobre os dados da pesquisa do Instituto Desiderata que investigou o acesso à alimentação em favelas do Rio de Janeiro, Niterói e Recife.
O episódio fala sobre desigualdade, alimentação escolar, custo de vida e os impactos que tudo isso tem no dia a dia das famílias periféricas.
Esse é o primeiro de seis episódios produzidos em parceria com o Instituto Desiderata (@institutodesiderata )
▶️ Assista agora no YouTube pelo link da bio, na aba Notícias & Análises, ou ouça no Spotify
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Comida, território e desigualdade: o acesso à alimentação saudável nas favelas brasileiras.
Este foi o tema da roda de conversa realizada ontem no Congresso Brasileiro de Nutrição (Conbran), pela FIAN Brasil, @idecbr , @institutodesiderata . Durante a atividade as organizações apresentaram resultados de pesquisas sobre o tema. Além disso, foi também uma oportunidade de debater sobre políticas públicas que buscam a garantia do direito àlimentação com representantes do @mdsgovbr e do @geppaasufmg .
Tornar as escolas ambientes alimentares saudáveis é proteger as infâncias e garantir futuros mais saudáveis.
A alimentação adequada e saudável é um direito de crianças e adolescentes. Esse direito precisa estar presente também no espaço escolar, onde hábitos são formados e padrões de consumo se consolidam.
A presença constante de alimentos ultraprocessados nas escolas amplia riscos e naturaliza práticas alimentares associadas ao aumento da obesidade e de outras doenças crônicas.
Escola é espaço de aprendizagem, desenvolvimento e cuidado.
Ambientes escolares livres de ultraprocessados fortalecem políticas de prevenção, promovem equidade e contribuem para trajetórias de vida mais saudáveis.
Garantir alimentação adequada e saudável na escola é compromisso com o presente e com o futuro.
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🎙️ Vem aí a nova temporada do FavelaPOD!
Produzido pelo Observatório de Favelas em parceria com o Instituto Desiderata, o videocast estreia a série “Alimentação Saudável”, com apresentação de Alan Miranda (@alanmiranda_b ) e Renata Oliveira (@renata_n_oliveira ).
Ao longo de seis episódios, convidados e convidadas aprofundam, a partir de narrativas sensíveis, os principais resultados da pesquisa “Acesso aos alimentos por famílias com crianças residentes em favelas”.
O levantamento inédito busca contribuir para a construção de políticas públicas de alimentação e saúde mais conectadas às realidades das famílias com crianças nas favelas brasileiras.
Além da discussão sobre alimentação, a nova temporada propõe reflexões sobre direitos, desigualdades e os desafios enfrentados por famílias com crianças em seus territórios.
O primeiro episódio estreia em breve! 👀
🔗 Enquanto isso, a pesquisa completa já está disponível no site do Instituto Desiderata ou através do link da bio
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Hoje, no Dia do Profissional de Enfermagem, o Instituto Desiderata celebra a dedicação, o cuidado e o compromisso desses profissionais essenciais.
Além da técnica, eles oferecem acolhimento, escutam com empatia e fazem a diferença no processo de tratamento de crianças e adolescentes. Em cada gesto, a enfermagem contribui para o diagnóstico precoce, o acompanhamento contínuo e o apoio às famílias.
Reconhecemos e valorizamos o trabalho desses profissionais, que são fundamentais na promoção da saúde e na construção de um cuidado mais humano.
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Participe do evento “Alimentação escolar no Brasil: desafios e perspectivas” e venha dialogar sobre os caminhos para proteger o ambiente alimentar escolar, a saúde e os direitos das crianças e adolescentes.
📅 20 de maio de 2026
⏰ 14h às 18h
📍 Auditório Freitas Nobre — Anexo IV da Câmara dos Deputados, Brasília/DF
⚠️ Vagas limitadas!
Confirme sua presença pelo link da bio.
A alimentação não é apenas uma escolha individual, especialmente em contextos de vulnerabilidade.
Uma pesquisa do UNICEF ouviu cerca de 600 famílias em comunidades urbanas brasileiras (Guamá - Belém/PA, Ibura - Recife/PE e Pavuna - Rio de Janeiro/RJ) e mostrou como fatores sociais e econômicos influenciam diretamente o que chega ao prato das crianças. Mesmo com 84% das famílias demonstrando preocupação com uma alimentação saudável, os alimentos ultraprocessados estão presentes no dia a dia, muitas vezes por serem mais baratos, práticos e associados a momentos de afeto e recompensa. Além disso, a sobrecarga materna, o custo elevado de alimentos in natura e a falta de informação sobre rótulos contribuem para esse cenário.
Segundo o Panorama da Obesidade do Instituto Desiderata, o consumo de ultraprocessados chega a 75% entre crianças de 2 a 4 anos. Esse número acende um alerta importante: o alto consumo desses produtos, desde os primeiros anos de vida, está associado ao aumento do risco de obesidade infantil e a outros problemas de saúde ao longo do tempo. Mais do que um hábito alimentar, trata-se de um problema estrutural, influenciado por desigualdades no acesso à comida, ao tempo e à informação.
Por isso, a solução não está apenas em promover novos hábitos alimentares, mas em mobilizar toda a sociedade e o poder público no enfrentamento das desigualdades.
Quer acessar mais dados sobre o consumo de ultraprocessados e a obesidade infantil? Acesse o Panorama da Obesidade em Crianças e Adolescentes no link da bio!
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Neste Dia das Mães, celebramos o cuidado, a dedicação de todas as mães que, com amor enfrentam desafios diários para garantir o bem-estar de seus filhos.
No Instituto Desiderata, acreditamos que a saúde e a qualidade de vida das crianças e adolescentes são responsabilidades de todos.
Desejamos um Feliz Dia das Mães!
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De acordo com o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, a publicidade direcionada ao público infantil é considerada abusiva no Brasil. Ainda assim, no ambiente digital, ela continua acontecendo de forma cada vez mais sofisticada, muitas vezes disfarçada de entretenimento.
Segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil (TIC Kids Online Brasil 2023), 93% das crianças e adolescentes de 9 a 17 anos usam a internet, o que amplia significativamente sua exposição a conteúdos e estratégias de marketing. Além disso, estudos da Organização Mundial da Saúde alertam que a publicidade de alimentos ultraprocessados influencia preferências alimentares, padrões de consumo e o risco de obesidade infantil.
Crianças são mais vulneráveis porque ainda não conseguem identificar claramente o que é publicidade, especialmente quando ela aparece integrada a vídeos, jogos e influenciadores.
Por isso, fortalecer e atualizar a proteção no ambiente digital é essencial para garantir que crianças possam crescer com mais autonomia, saúde e menos influência de interesses comerciais sobre o que comem.
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Falar sobre câncer infantojuvenil ainda é difícil e, muitas vezes, evitado. Mas a informação tem um papel fundamental: ela esclarece, reduz medos e pode fazer toda a diferença no cuidado. Apesar de ser considerado raro, o câncer infantil merece atenção. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) indicam milhares de novos casos por ano no Brasil, reforçando a importância de ampliar o conhecimento sobre o tema.
É natural que surjam dúvidas entre pais, responsáveis e familiares. Por isso, entender sinais, tratamentos, mitos e verdades sobre a doença é essencial. Muitas vezes, são os adultos ao redor que percebem mudanças no comportamento ou sintomas persistentes, e esse olhar atento pode antecipar o diagnóstico e o início do tratamento. E aqui vai uma boa notícia: quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as chances de cura. De acordo com o INCA, cerca de 80% das crianças e adolescentes com câncer infantojuvenil podem ser curados quando diagnosticados precocemente.
Nem sempre é fácil buscar informação sobre temas delicados, mas se informar também é uma forma de cuidado. Quanto mais se fala sobre isso, mais vidas podem ser impactadas. Compartilhar conhecimento também é uma forma de proteção!
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