Esta é a Xana. Quem foi ao Namastê já a conheceu e ficou a saber que ela curtiu o RJ no Carnaval como ninguém. Ficou pro no quadradinho e fartou-se de beijar na boca.
Agora, no que toca à amizade… a @joanacastro_ eleva a fasquia. Assumiu a dianteira da rede de apoio no pós-parto sem eu precisar de dizer nada. Não precisei de pedir ajuda — ela já lá estava.
Quando o Jorginho nasceu, esteve um dia e pouco na neonatologia. Liguei-lhe.
“Queres visita?”, perguntou.
“Oh, ele ainda não está comigo. Não o vais poder ver.”
“Mas eu quero ver-te a ti. Estar contigo.”
E apareceu com as panquecas dela, que eu amo, e com aqueles pauzinhos com nutella, os Picnic.
Quando vim para casa e ela percebeu que as hormonas estavam a bater forte, lá veio ela outra vez, carregada de panquecas, as mais queimadas, que ela sabe que eu gosto, e Snickers “saudáveis” feitos por ela. Fofocámos, falámos sobre a vida dela, e por umas horas saí do loop da mama, sucção, freio, número de xixis e cocós e mamilos macerados.
No fim de semana veio buscar a Alice e o Kino de manhã e levou-os ao hóquei.
“Eles vão adorar e assim tu e o David descansam um bocado.”
E descansámos. E os meus dias estão a ser melhores por causa dela.
Isto, mamacitas, chama-se rede de apoio. E não é preciso ter dinheiro para contratar uma série de pessoas. É preciso ter sorte nas amigas que nos calham.
Hm… pensando bem… não foi ao calhas.
Fui eu que a escolhi.
Eu escolho-as a dedo. 🤍
Tenho tanta coisa aqui para despejar… os baby blues estão a bater-me com força e tenho repetido para mim a frase “vai passar!”. Porque vai. Já passei por isto e passa.
Então, em vez de escrever aqui um monte de pensamentos mais duros e cinzentos, bem típicos destes dias, vou partilhar uma coisa que a minha mãe me disse. Super simples. À partida, nada de especial — mas que me entrou diretamente no coração e me deu mais força do que qualquer abraço.
No meio de uma crise de choro, disse-me:
“oh filha, eu digo-te uma coisa… tu és uma mãe espetacular.”
Simples, não é? Mas vindo da tua mãe… bate.
Acho que é porque, por muito adulta que eu seja, há sempre uma parte de mim que continua a ser filha. E essa parte ainda quer ser vista por ela, reconhecida, validada. Quando vem uma frase destas, é quase como se essa versão mais pequena de mim ouvisse: “estou orgulhosa de ti”.
E depois há outra camada… é a minha mãe a dizer-me que eu agora estou no lugar dela — e que estou a fazer bem. Como se houvesse ali uma passagem de testemunho, silenciosa, mas muito poderosa.
Ser mãe mexe com tantas inseguranças, mesmo quando tudo está a correr bem. Por isso, ouvir isto dela foi direto a esse sítio mais vulnerável.
Parece que não foi só um elogio.
Foi amor, reconhecimento e história — tudo ao mesmo tempo.
E talvez por isso tenha batido tão forte.
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