Gê Viana ~ Collage

@indiiloru

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dona Mantinha filha da Maria Brigida conta história de brejo da escravidão que lá passaram suas antecessoras , e da família Anapurus Muypura pertinho da cidade de Brejo, devota de vários santos ela me recebe com esses olhos apertados de curiosidade e uma sede por falar contar sua história ! Paridade primeira camada Mantinha ( apelido dado por sua mãe porque era muito pequena ) fotografia Ge Viana 2020, segunda camada Koon-za-ya-me fêmea águia de guerra pintura de George Catlin que é questionado sobre utilizar indígenas americanos em seus shows termo designado para uma apresentação exposição 1844.
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5 years ago
Atualização Traumáticas Um jantar Brasileiro. A presença de camadas de diferentes tempos impressos numa colagem produz efeito de corte lateral de um terreno. Narrativas soterradas surgem da escavação da imagem. ( breve introdução do texto de @dinhoaraujo_ para FOTOGRAF MAGAZINE ). Eu desejei ver o quando nossas reuniões em família almoço ou jantar é também um aquilombar, talvez essa seja a última atualização minha depois daquela do navio negreiro . Recortar a história que nunca foi oficial. As litogravuras e aquarelas do Brasil colonial e imperial permitiram o registro de parte da população negra e indígena em outros países. Mas essa é uma missão fracassada. O que se sente é o olhar dessa corte em torno do que Debret chamou de viagem pitoresca: traduzindo, “o inusitado ou interessante; que se sobressai pela excentricidade. Capaz de divertir; divertido ou recreativo”, que não estabelece boas relações com os verdadeiros donos da terra. Paralelo a esse cenário dos artistas que integraram “a missão” deixando documentos em imagens da população negra em cenas fortes onde seus corpos foram domesticados, açoitados para servir a população branca. Agora revisito esse banco de imagens para remixar/atualizar essas narrativas. Por um longo tempo durante a nossa formação estudamos a história do Brasil através dessas imagens e até então circulam em nosso imaginário. Essa obra entra para a coleção do @mam.rio junto do projeto clube dos colecionadores. Atualização Traumáticas colagem digital 297x420mm 2021.
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4 years ago
ALCANTARA É TERRA QUILOMBOLA. #Repost @revistazum ・・・ ZUM 25 – Matéria publicada da edição impressa da ZUM e aberta no site. As colagens da artista GÊ VIANA partem de arquivos fotográficos para reimaginar a vida nos quilombos e os modos de existência atropelados pela marcha do progresso na região de Alcântara, no Maranhão. Na visão do artista e pesquisador DINHO ARAÚJO, “enquanto marejamos babujados a imagem do Pelourinho, dos foguetes do CLA e do casario da cidade colonial, desejando a queda dessas estruturas, Viana macera o arquivo fotográfico devorado pelos cupins, chamando a terra em hora grande, pedindo proteção à mãe da qual viemos.” Leia o texto completo no site da ZUM [link na bio] Imagens: cortesia da artista e da galeria Superfície. A ZUM #25 está disponível na loja virtual do IMS. [link na bio] Assine a ZUM! A cada edição, um pôster exclusivo para os assinantes. Na ZUM #25, “Eclosão de um sonho, uma fantasia” (2023), de Igi LóLá Ayedun. #ZUM25 #GêViana #DinhoAraújo
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2 years ago
Curingas A tempos tenho compreendido esse alimento como parte principal da vida de minha familia , recentemente numa dessas conversas sobre o que movia essa produção de colagens me foi repassado algo muito precioso, memórias e códigos de nomeações para as palmeiras de coco Babaçu essa grande “ Rainha das Matas “ o nascimento o meio e o se tornar uma anciã palmeira estar ligada ao nascimento e todas as outras fase das mulheres que praticam essa atividade. Aqui eu trouxe a figura das “curingas”, palmeiras de babaçu que já não frutificam, mas que permanecem de pé, sustentando o equilíbrio dos babaçuais. Ainda que consideradas improdutivas sob a lógica extrativista, são fundamentais para o ecossistema, pois sustentam e ainda alimentam o mundo. A obra evoca essas presenças como metáfora de resistência e continuidade , o cotidiano de diversos povos Afro e Pindorama no Maranhão foram alimentados por essa mesma palmeira e quando considerados descartáveis, seguem nutrindo territórios, memórias e modos de vida. A obra pensa no cuidado e permanência. São corpos território que não tombam, permanecem, insistem, reexistem. - Colagem Manual - Rafia Tramada com Fitilhos e tinta Acrilica
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8 hours ago
Quando encontrei essa imagem e li a tradução dos corpos que ela apresentava a forma do transe os gestos o cuidado o prazer eu estaria falando do Maranhão e essa Diaspora que atravessa o modo como festejamos o tambor de Suriname numa colheita festiva com características do tambor de Crioula. A bandeira branca 🏳️ no teto demarca essa templo refaz o anúncio das festas. Dan, 2025 Colagem manual com acabamento em pintura acrílica sobre papel . Ref. Dirk Valkenburg sec. 18
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16 days ago
📣 𝘈𝘳𝘵𝘪𝘴𝘵 𝘙𝘦𝘴𝘪𝘥𝘦𝘯𝘤𝘺: Gê Viana @indiiloru at MEZEKƎRƎ April and May belong to Gê Viana. 🇧🇷 The Brazilian artist from Maranhão joins MEZEKƎRƎ for a residency rooted in research and creation; a slow, intentional unfolding toward a solo exhibition at the space. ❣ This is what we do here. We build room for artists and curators from the Global Majority with sacred intention. We make space for practices that challenge what has been centered for too long, and that affirm the fullness of other cosmologies, other memories, other ways of making meaning and knowing. 🗓 On June 26, Gê Viana’s exhibition will open, and with it, so will MEZEKƎRƎ, officially, to the world. Mark the date. More soon. 🌱 𝘎ê 𝘝𝘪𝘢𝘯𝘢’𝘴 𝘸𝘰𝘳𝘬 𝘦𝘮𝘦𝘳𝘨𝘦𝘴 𝘧𝘳𝘰𝘮 𝘵𝘩𝘦 𝘴𝘵𝘳𝘦𝘦𝘵𝘴 𝘢𝘯𝘥 𝘤𝘰𝘭𝘭𝘦𝘤𝘵𝘪𝘷𝘦 𝘴𝘱𝘢𝘤𝘦𝘴, 𝘣𝘳𝘪𝘯𝘨𝘪𝘯𝘨 𝘵𝘰𝘨𝘦𝘵𝘩𝘦𝘳 𝘩𝘪𝘴𝘵𝘰𝘳𝘪𝘤𝘢𝘭 𝘢𝘳𝘤𝘩𝘪𝘷𝘦𝘴, 𝘮𝘦𝘮𝘰𝘳𝘪𝘦𝘴, 𝘢𝘯𝘥 𝘦𝘹𝘱𝘦𝘳𝘪𝘦𝘯𝘤𝘦𝘴 𝘵𝘰 𝘤𝘳𝘦𝘢𝘵𝘦 𝘪𝘯𝘴𝘶𝘳𝘨𝘦𝘯𝘵 𝘷𝘪𝘴𝘶𝘢𝘭 𝘯𝘢𝘳𝘳𝘢𝘵𝘪𝘷𝘦𝘴. 𝘛𝘩𝘳𝘰𝘶𝘨𝘩 𝘤𝘰𝘭𝘭𝘢𝘨𝘦, 𝘱𝘩𝘰𝘵𝘰𝘮𝘰𝘯𝘵𝘢𝘨𝘦, 𝘢𝘯𝘥 𝘪𝘯𝘵𝘦𝘳𝘷𝘦𝘯𝘵𝘪𝘰𝘯𝘴, 𝘎ê 𝘢𝘤𝘵𝘪𝘷𝘢𝘵𝘦𝘴 “𝘵𝘪𝘮𝘦 𝘣𝘳𝘢𝘯𝘤𝘩𝘦𝘴” 𝘤𝘰𝘯𝘯𝘦𝘤𝘵𝘪𝘯𝘨 𝘢𝘯𝘤𝘦𝘴𝘵𝘳𝘺 𝘢𝘯𝘥 𝘵𝘩𝘦 𝘱𝘳𝘦𝘴𝘦𝘯𝘵. 𝘚𝘩𝘢𝘱𝘦𝘥 𝘣𝘺 𝘈𝘧𝘳𝘰𝘱𝘪𝘯𝘥𝘰𝘳𝘢𝘮𝘪𝘤 𝘪𝘥𝘦𝘯𝘵𝘪𝘵𝘺 𝘢𝘯𝘥 𝘔𝘢𝘳𝘢𝘯𝘩ã𝘰’𝘴 𝘤𝘶𝘭𝘵𝘶𝘳𝘦, 𝘎ê’𝘴 𝘱𝘳𝘢𝘤𝘵𝘪𝘤𝘦 𝘳𝘦𝘪𝘮𝘢𝘨𝘪𝘯𝘦𝘴 𝘤𝘰𝘭𝘰𝘯𝘪𝘢𝘭 𝘳𝘦𝘤𝘰𝘳𝘥𝘴 𝘢𝘯𝘥 𝘱𝘳𝘰𝘱𝘰𝘴𝘦𝘴 𝘯𝘦𝘸 𝘸𝘢𝘺𝘴 𝘰𝘧 𝘴𝘦𝘦𝘪𝘯𝘨 𝘢𝘯𝘥 𝘦𝘹𝘪𝘴𝘵𝘪𝘯𝘨. 📷 (c) Leticia Rheingantz funded by the City of Vienna (department MA7) #mezekere #geviana #residence
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25 days ago
noubi do ta benin brasil 📸 @onawale__ @rachelseiduu
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2 months ago
A feira Alimenta a Boca do Mundo 🌍 Marche Dantokpa - Cotonou - Benin 🇧🇯 . Desde 2019 tenho pesquisado a Rafia como um processo continuo de alimentação do mundo quando desenvolvi a serie Sobreposições da História onde se insere imagens de mulheres que vivenciavam o sistema canavial para alimentar a si e ao seus santos, em Alcantara - MA havia canaviais onde o alimento do açúcar e do bagaço agora era oferecido aos animais como sustento de suas vida para depois ao longo das festas em específico “ Santa Davila” os animais eram oferecidos como sustendo para festa , e agradecimento pelo continuidade de estarem naquele território e isso se repete de outras formas em Bahia - Salvador a Rafia é usada como sustentação e guardiã das ervas e alimentos oferecidos para as festas e preparos do Candomblé. Hoje estou em Benin para aprender e entender como a pratica do uso das Rafias gira a feira de Kotonou ! Agradeço imensamente ao meu amigo Dalton Paula junto do @sertao_negro e a Urania do @acarajefilmes mais um monte de gente e amigos. Por aqui estamos aprendendo !
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2 months ago
Gê Viana | 36ª Bienal de São Paulo Últimos dias para visitar “A Colheita de Dan”, instalação de Gê Viana em cartaz na 36ª Bienal de São Paulo. Assista ao vídeo para conhecer mais sobre as referências que moldaram e orientaram o processo de criação da artista. Partindo de arquivos pessoais e coletivos, “A Colheita de Dan” reúne colagem, som e instalação para refletir sobre ancestralidade afro-brasileira, fé e celebração no Maranhão. A obra vai além das narrativas de opressão para destacar descanso, alegria, abundância e liberdade espiritual, entrelaçando fotografias, imagens da floresta, práticas rituais e os sound systems do reggae. Por meio de 26 colagens feitas à mão e de uma trilha sonora original de roots reggae, a instalação evoca o profundo vínculo ancestral entre música, ritual, natureza e experiência vivida. ________ Last days to catch “A Colheita de Dan,” Gê Viana’s installation on view at the 36th Bienal de São Paulo. Check the video to discover more about the references that shaped and informed Gê Viana’s process of creation behind the work. Drawing from personal and collective archives, “ A Colheita de Dan” brings together collage, sound, and installation to reflect on Afro-Brazilian ancestry, faith, and celebration in Maranhão. The work moves beyond narratives of oppression to foreground rest, joy, abundance, and spiritual freedom, weaving photographs, forest imagery, ritual practices, and reggae sound systems. Through 26 handmade collages and an original roots reggae soundtrack, the installation evokes the deep, ancestral bond between music, ritual, nature, and lived experience. Video: Letícia Rheingantz @leticia.rheingantz Suporte: Mitre Galeria e Lima Galeria @indiiloru @bienalsaopaulo
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4 months ago
Hoje é dia de Santos Reis , hoje eu nasci do ventre de dona Maria da Paz ! Viva para todos os nascidos do vento do Reisado e suas magias trazidas de diversos cantos e rezas ! As primeiras fotos eu e dona Joana no Reisado dela .
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4 months ago
Gê Viana | 36ª Bienal de São Paulo “A Colheita de Dan,” Gê Viana’s installation is part of “Not All Travellers Walk Roads – Of Humanity as Practice”, the 36th Bienal de São Paulo. In the video, the artist shares the work’s creation process, revealing the references, memories, and fundamental elements that shape her research. ________ “A Colheita de Dan”, instalação de Gê Viana, integra “Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática” 36ª Bienal de São Paulo. No vídeo, a artista compartilha o processo de criação da obra, revelando referências, memórias e os elementos fundamentais que atravessam sua pesquisa. “A fusão entre arquivo e criação especulativa revela uma busca por continuidades interrompidas, por narrativas soterradas que insistem em emergir. A cada justaposição de imagens, a cada deslocamento de uma fotografia antiga para um novo suporte, a artista constrói uma cartografia em que todos os tempos vibram juntos, e na qual o futuro não é apenas uma espera, mas um chamado à invenção. Seja na reconfiguração imagética ou na amplificação de frequências seculares, sua poética constrói um espaço onde continuidade e ruptura coexistem. Suas obras não apenas documentam, mas abrem caminhos para que as sonoridades visuais permaneçam como matéria pulsante, promessa de futuro e convite à escuta de sussurros antigos que nunca deixaram de vibrar: a melanina, o amor, a fé, a luta, a invenção e a comunidade.” Texto de Nathalia Grilo Video: Letícia Rheingantz @leticia.rheingantz Suporte: Mitre Galeria e Lima Galeria @indiiloru @bienalsaopaulo @preta.velha
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5 months ago
Deixo aqui uma breve leitura de minhas experiências sobre tecnologias musicas e fé , a convite da 36• Bienal de Sao Paulo a convite do Andre para contribuir com as minhas vivencias dentro do meu território um dialogo oral transcrito que estar no volume 4 do caderno educativo dessa Edição.
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5 months ago