Hoje celebramos nossas Bodas de Papel: 1 ano escrevendo, com amor, companheirismo, respeito e cumplicidade, uma história de sonhos realizados e desafios superados.
O papel, delicado e flexível, simboliza a fase inicial do casamento — frágil, mas cheio de possibilidades. Assim como ele, nosso relacionamento se molda, se fortalece e se transforma a cada dia, ganhando forma e significado com tudo o que vivemos juntos.
A vida a dois exige escolhas… e a minha é, e sempre será, você.
Que Deus, em sua infinita bondade e misericórdia, continue nos guiando, protegendo e abençoando.
Eu te amo!
Eu não poderia imaginar que o destino me daria o privilégio de ser presenteado com a sua presença na minha vida. Construímos juntos uma conexão única, que recheou o nosso cotidiano com companheirismo, carinho, cumplicidade, amor e parceria. Que a chama do nosso amor possa sempre permanecer acesa. Obrigado por tanto. Te amo eternamente 💍
⚖ O fortalecimento institucional, a transformação digital e os desafios regulatórios da atividade extrajudicial estiveram no centro do painel “CNJ e a Atividade Extrajudicial: Perspectivas e Diretrizes”, realizado durante o XV Encontro Notarial e Registral do RS.
A advogada e membro do Comitê de Inteligência Artificial no Poder Judiciário do CNJ, Laura Porto, destacou os avanços tecnológicos que vêm transformando os serviços extrajudiciais. “O e-Notariado foi revolucionário”, afirmou, ao lembrar da importância da plataforma na modernização e ampliação do acesso aos serviços durante a pandemia.
O conselheiro do CNJ Ulisses Rabaneda ressaltou a confiança conquistada pelo sistema extrajudicial perante a sociedade brasileira. “O sistema extrajudicial brasileiro ganhou uma confiabilidade da sociedade”, destacou, ao abordar a ampliação das atribuições dos cartórios.
Já o conselheiro do CNJ Ilan Presser enfatizou o papel estratégico da formação técnica e institucional para o fortalecimento da atividade. “Quanto mais escola nós temos, menos corregedoria precisamos”, pontuou, ao defender investimentos em qualificação e integração nacional da atividade.
📑 O painel reuniu reflexões sobre fiscalização, inovação, segurança jurídica e o papel do CNJ na construção de políticas públicas voltadas ao aprimoramento dos serviços extrajudiciais em todo o país.
No XV Encontro Notarial e Registral do RS, a palestra “CNJ e a Atividade Extrajudicial: Perspectivas e Diretrizes” reuniu os conselheiros do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Ulisses Rabaneda e Ilan Pressler, com mediação da advogada Laura Porto, presidente da comissão de juristas do CNJ.
Ulisses Rabaneda destacou que o sistema extrajudicial brasileiro vive uma expansão acelerada e, por isso, precisa seguir em constante aprimoramento para manter sua confiabilidade. Em sua fala, reforçou o papel das serventias como um elo entre o público e o privado.
Já Ilan Pressler trouxe uma reflexão sobre a evolução da atividade extrajudicial desde a Constituição de 1988, passando pela criação do CNJ e pela contribuição do Conselho na unificação, padronização e modernização dos serviços.
A conversa também apontou para o futuro da atividade, com temas como desjudicialização, inteligência artificial, cibersegurança e proteção algorítmica, reforçando que a modernização deve caminhar junto da segurança, da confiança e do acesso da população aos serviços.
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13 de maio é o dia em que nasceu a mulher que transformou completamente a minha vida. O meu maior presente, que tenho a alegria de chamar de esposa, parceira e, em breve, mamãe do nosso Otávio.
Há dois anos prometemos caminhar sempre juntos e, desde então, você se tornou o meu lar, a minha paz nos dias difíceis e o meu abraço favorito. E esse aniversário tem um brilho ainda mais especial, porque agora já conseguimos ver o nosso maior sonho crescendo dentro de você.
Luiza, você carrega muito mais do que uma nova vida. Carrega os nossos sonhos, o nosso futuro e o maior símbolo do amor que construímos juntos todos os dias. Em breve, teremos um pedacinho nosso correndo pela casa e chamando você de mãe. E já sei que, em cada um desses momentos, vou me apaixonar ainda mais pela mulher incrível que escolhi para dividir a vida.
Quero que, neste 13/05, você se lembre — e nunca esqueça — o quanto é admirada, amada e especial. Você ilumina os meus dias, os meus pensamentos e faz a minha vida ter muito mais sentido.
Que Deus continue abençoando cada passo seu, protegendo você e o nosso bebê, enchendo a nossa família de saúde, amor, paz e felicidade. Que nunca nos faltem motivos para sorrir, sonhos para conquistar e amor para transbordar.
Obrigado por fazer parte da minha vida e por construir comigo a família que sempre sonhei.
Do seu marido, do homem mais feliz do mundo e do futuro papai ainda mais apaixonado por vocês dois.
Feliz aniversário, Luiza Presser, meu amor ❤️
Parabenizo o Ministro Kassio Nunes Marques pela posse na Presidência do Tribunal Superior Eleitoral.
Não há dúvidas de que teremos uma gestão marcada pelo equilíbrio, serenidade, prudência e compromisso com a democracia brasileira, fortalecendo a confiança nas instituições e garantindo a lisura do processo eleitoral.
Muito sucesso aos Ministros Nunes Marques e André Mendonça, na Vice-Presidência nessas importantes missões em favor da cidadania.
O juiz federal @ilanpresser foi o entrevistado da semana da @colunatrespoderes . Confira a entrevista completa nas edições impressa e digital e também no portal e nas redes sociais do @jornaldebrasilia .
📸 Arquivo Pessoal
A ENFAM realizou mais uma abertura de módulo nacional da Formação Inicial, reunindo magistrados(as) do TJAM e do TJAL em um momento de aprendizado, troca de experiências e recebimento dos novos juízes e juízas.
O encontro, conduzido pelo Diretor-Geral da ENFAM Ministro Benedito Gonçalves, e pelo Corregedor Nacional de Justiça Ministro Mauro Campbell Marques, reforça o compromisso com uma magistratura cada vez mais preparada, humanizada e alinhada aos desafios contemporâneos da Justiça brasileira.
A morte da juíza Mariana Francisco Ferreira, justamente quando tentava concretizar o sonho da maternidade, deveria ter despertado luto, respeito e humanidade. Em vez disso, sua dor foi transformada em charge, em ironia, em entretenimento público. Tudo isso na véspera do dia das mães. E isso revela algo profundamente preocupante sobre o momento em que vivemos: a crescente incapacidade de enxergarmos humanidade no outro.
O que está se perdendo não é apenas a empatia. É a alteridade. É a capacidade mínima de reconhecer que, antes de qualquer cargo, toga ou função pública, existe uma pessoa. Uma mulher. Uma família. Um luto.
A crítica institucional é legítima, necessária e indispensável à democracia. Questionar remunerações, apontar distorções, fazer críticas a agentes públicos faz parte da democracia e do papel livre e independente da imprensa. O humor político, através de charges, também ocupa historicamente espaço importante no debate público. Mas nenhuma liberdade se fortalece quando se alimenta da dor humana. Nenhuma crítica se engrandece quando abandona a reflexão para aderir à crueldade. Tal constatação já foi feita por Hanna Arendt no livro “Eichmann em Jerusalém” ao cunhar a expressão “a banalidade do mal” ao se referir ao Holocausto contra os judeus pelo regime totalitário nazista de Hitler.
Quando o debate público passa a operar pela ridicularização, pela caricatura desumanizante e pela banalização do sofrimento, todos perdemos um pouco. Perde a democracia. Perde o senso ético. Perde a sociedade, que se acostuma a assistir à dor alheia sem qualquer constrangimento, sem qualquer, sem qualquer empatia e sem qualquer alteridade.
Nós, juízes, não estamos — e jamais poderíamos estar — acima de críticas. Mas também não podemos ser tratados como inimigos sociais, personagens sem rosto ou símbolos destituídos de dignidade humana. A independência do Judiciário não depende apenas de garantias nas normas constitucionais e legais; depende também de um ambiente público minimamente civilizado, capaz de distinguir crítica de desumanização.
(CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
A Biblioteca STJ-Enfam acaba de ser reinaugurada e incorporar o histórico acervo do ministro Célio Borja — uma coleção com cerca de 8.500 obras, incluindo raridades dos séculos XVII e XVIII. 
Mais do que uma reinauguração, o espaço se transforma em um patrimônio público de conhecimento, cultura e preservação da história jurídica do país.
Entre obras raras, modernização tecnológica e acesso ampliado à pesquisa, a Biblioteca STJ-Enfam reafirma seu papel como uma das maiores referências jurídicas do Brasil.