Igor Miranda

@igor.omiranda

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@xmatheus_lima de Oxumaré 📍@ileayewuara
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7 months ago
Como surgiu o Caminhos da Black Music? @brunadsvirgens e @igor.omiranda explicam o projeto, que tem como objetivo investigar como a black music chegou à década de 1970 no Brasil, especificamente em São Paulo, e seus desdobramentos no mundo contemporâneo. Além disso, eles também destacam a importância da iniciativa, que se materializará em uma exposição. Exposição “Caminhos da Black Music” Abertura prevista para junho de 2026. Acompanhe as novidades em nosso Instagram: @caminhosdablackmusic Créditos: Captação de imagem e edição: Igor Miranda (@igor.omiranda ) Comunicação: Marcos Marques (@marcosdsmarques ) Designer: Gabriel Moraes (@calmagabriel ) Locação: Coletivo 110 (@coletivo110 ) Acervo: Coletivo110 (@coletivo110 ), Brechó Revolt (@brechorevolt ) e Brechó da Bolada (@brechodabolada ) Realização: Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais do Município de São Paulo – VAI (@programavai ) #CaminhosDaBlackMusic #VAI2025
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11 days ago
Nagô desenhada para o Miranda, com as miçangas nas cores do projeto @caminhosdablackmusic 🔥 Fotos por @igor.omiranda
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3 months ago
Para conceber uma leitura de uma obra recolhemos pistas, as quais só é possível produzir sentido pela interpretação de um alguém. Por meio dos indícios da para montar um cenário, as possibilidades surgem.  Há semanas atrás escutei “você não poderá ‘desver’ mesmo que não tenha visto algo factual”.  Fica no ar a intuição de estar compreendo algo, que pode ser uma ideia do que é, sem ser a coisa em si. O que está vendo, não está no quadro, talvez, não esteja nem na sala.  Continuamos tateando aqueles fragmentos, juntando retalhos na procura de dicas pela trilha para conceber uma imagem que traduza o valor sobre aquele incômodo latente. Julgamos o valor artístico, os lugares ocupados, quem é o público, curadores, gestores e até nossa própria percepção. Contudo, sem um imaginário partilhado com o outro, estamos isolados, nem tão certos ou errados sobre o que pensamos, aquela coisa não passa de algo na parede que poderia ser trocado por outros tantos objetos especulados.  A parede não tem valor algum nesse contexto, mas acaba por me chamar mais atenção do que a obra. Bem provável, o foco em algo particular, o desejo de ter acutância para enxergar algo isolado seja a cegueira que impermeabiliza vislumbrar outras leituras, para além da caixa cenográfica.  Afinal, qual é o caminho que faz algo de alguém chegar até aquele posto monumental ou o que torna aquele lugar o lugar adequado para algo de alguém ser reconhecido. 
“isso não é sobre quadros…”
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4 months ago
Aos 27 Qual invenção do eu devo contar ao Miranda. Estou a meses tentando formular uma frase que traduza a sensação de completar 27 anos. Que não seja me reduzir a um arquétipo, um estado de conquista, os versos de um cantor ou status social. Interroguei o que escrevo e as imagens que invento para refletir como me esboco nesse apanhado de palavras. Vejo que é intuitivo criar uma definição por meio daquilo que me identifico (gosto musical, vida profissional e etc), porém essa imagem não é minha - me reduz à lógica de Sísifo - de produtividade inútil, e personalidade meramente retórica. Resulta em um empreendimento do trabalho, desejo de pertencimento, de encontrar um lugar na narrativa. “Corremos o risco de encontrar o que procuramos - e nada mais”. Poderia exaltar que são 27 anos contrariando as estatísticas, que não preciso de status nem fama (…) ou que o meu eu da infância gostaria de fazer o que faço. Ainda assim, seria uma narrativa predestinada, messiânica ou contemplativa aos quase 30, uma tentativa de satisfação fugaz que apenas reluz aos olhos de quem se identifica. Neste momento da vida, opto por não justificar, explicar ou esclarecer a minha existência em prol de um lugar que não seja a travessia. Me perguntei aos 27 anos se estou vivendo aquilo que quero ou se estou esperando o momento certo, a autorização de alguém ou as condições ideais, para fazer aquilo que chamo de arriscado, contraditório, potencialmente errado e/ou subversão da imaginação. Vejo que para não vislumbrar a imagem e semelhança do outro é necessário deixar de adorar ícones, heróis ou objetos. Afinal, para bancar quem somos, precisamos conseguir o que? Talvez, a dignidade que todo vilão almeja.
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8 months ago
Memórias Secundaristas: 10 anos das ocupações de escolas Faz uma década que a primavera secundarista tomou as ruas e ocupou escolas em São Paulo. Qual o papel da escola nas nossas vidas? e como nossas experiências ali moldam quem somos politicamente? No sábado, 16/08, vamos nos encontrar pra relembrar e trocar memórias dessas mobilizações de 2015-2016 a partir do filme @aescolaenossafilme . É mais do que lembrar: é manter viva a história e pensar no que ela significa hoje. INSCRIÇÕES PELO FORMULÁRIO DA MINHA BIO! 🗓 Quando: Sábado, 16/08, das 10h30 às 12h30 📍 Onde: Biblioteca Pública Municipal Anne Frank Rua Lopes Neto, 206 / Rua Cojuba, 45 (Próximo a estação de trem Cidade Jardim, da CPTM) Oficina ministrada por: Othilia Balades (@othiliabalades ) e Igor Miranda (@gori_igro ) Qualquer dúvida, pode mandar na dm :) #PrimaveraSecundarista #JornadaDoPatrimônio #EducaçãoÉLuta #MemóriaEstudantil #10AnosDeOcupações #AEscolaÉNossa #TempoEmSentidos
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9 months ago
O @jefdelgado resolveu apresentar uma série de trabalhos no Projeto de exposição “Virada de Chave”, que está em cartaz no @studioscoffee até o dia 17/04. A proposta conta com a parceira @amandagloriainteriores assinando a cenografia. A convite do Jef fiquei imerso durante um tempo organizando e analisando o acervo e, assim, esboçamos caminhos para apresentar a série. Consideramos que o corre do dia a dia é onde o auge está, onde o artista está, onde a música ecoa e a mudança acontece. Vale ressaltar que encontrar um fio condutor para o projeto, foi um processo lento e de muita escuta, até a gente compreender que as vivências são a base de uma comunidade e podem guiar a produção artística. Curadoria e Pesquisa: @jefdelgado @gori_igro Cenografia: @amandagloriainteriores Comunicação: @malungo.co Realização: @jefdelgado @studioscoffee Apoio: @youridstore @ateliedoisemeio 📍 Studios Coffee | Praça Benedito Calixto, 100 - Pinheiros, São Paulo - SP ⏰ Seg. a Sáb. 9h30 às 18h 📆 Em cartaz até 17 de abril
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1 year ago
A primeira vez que escutei Racionais Mc's foi por volta de 2005, morava em uma cidade do interior na Bahia. Lembro dos comentários depreciativos "isso é musica de bandido". Naquela época não sabia nada sobre eles, escutava nos carros e bares da rua. Quando cheguei em São Paulo, aos 11 anos, tive contato com diversas imagens do grupo. As bancas de camelo que vendiam DVD pirada no caminho da escola era o diferencial pra quem não tinha computador. No final do ano passado produzi uma serie de fotos da exposição “Racionais MC’s - O Quinto Elemento” no @museudasfavelas . Hoje, resolvi resgatar um pouco dessa trajetória, pois a minha leitura de mundo, também, tem notas de roda pé com versos dos @racionaiscn . Obs: Esta chegando ao final a exposição no Museu das Favelas (31/03). Encosta que ainda da tempo de prestigiar o trabalho social da cultura hip-hop "a musica que muda a atitude das pessoas..."
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1 year ago
Quando saio de casa passo por uma garagem com o aviso “PROIBIDO PARAR”, porém sempre tem veículos no local. Considero um tanto contraditório. Por aqui serve quase de presságio. Quando penso que cheguei no meu limite resgato a mensagem. Pra completar a reflexão, no ponto de ônibus encontro pessoas paradas - pra correria do dia a dia, o ponto se torna até um tanto amigável. Em meio as andanças de um lado pro outro, confesso que me espelho naqueles que atravesso o caminho quando sigo meu destino. - por onde andei…
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1 year ago
Recebi o conselho de aparecer mais, pois “quem não é visto, não é lembrado”. O famoso “vai viver ou tá com dó?”. Compreendo que se apresenta significa fazer a escolha de como quer ser visto, isso pode provocar o outro a se aproximar ou repelir. De qualquer forma, é necessário o divisor de águas; então, você tem o dever de se apresentar com dignidade, mantendo a conduta e afirmando a postura - isso é personalidade. Parei, tomei uma dose de café e conversei. Foi o suficiente para colocar convicções para a prova. Há semanas estava com a sensação de que aprendo com o desconhecido, sem ficar medindo o tempo, andando sem calcular os atrasos ou adiantar o que deve acontecer. Em outras palavras, “devagar com o andor, que o santo é de barro”. Aproveitei para colocar na mesa as inquietações e apreciar o desconforto de não ter a certeza absoluta dos resultados. Assim, afirmo. Estou ficando bom nas pequenas alegrias da vida adulta. Optando pelas escolhas incertas, aquelas que têm risco, mas que me garantem a possibilidade de viver, de me colocar enquanto sujeito. Estar em uma “zona de contato” que destoa do rotineiro costuma ser um tempo restrito às “férias” ou feriados e, algumas vezes, aos finais de semana. Contudo, sempre encontro esse lugar de tranquilidade com pessoas que encontro nessa jornada. Depois de uns dias fora do habitual, pensei que quando a gente está vivendo o momento não se limita ao ponteiro do relógio. Como praticar mais esses momentos, sem se perder nas demandas do dia a dia? ainda não sei. Contudo, tenho abraçado a disponibilidade, a proximidade cordial e o tempo que partilham comigo, aderir a cada instante de descanso, ideias, planos e por aí vai. Assim, iniciei o ano, na aventura, encontrando coisas que não procuro, arcando com consequências, arriscando novas práticas, aceitando as incertezas sobre o que vai acontecer, provocando o desconforto e, também, apreciando a possibilidade de ser retratado de outras formas. Volta e meia, quando perguntam como estou, afirmo: “na paz do caos”. Hoje, pude notar que essa frase não é mais uma definidora dos meus dias.
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1 year ago
A intuição é umas coisas que sempre deixava em segundo plano, acreditava que ser racional era a melhor forma de seguir em direção aos meus planos. Precisei de um tempo para compreender que, para além de correr e produzir, tem uma dádiva que antecede o fazer. É o potencial de realizar, a disposição é a base que cria sentido para as coisas se tornar praticável. Essa vontade é quase uma guia para abrir os caminhos. Nunca deve ser ignorada, pois tem coisas que não dá para controlar e, assim, o que resta é pressupor, arriscar e partilhar com outras pessoas alternativas. Escrevo para lembrar daquele que veio antes, mas que não deixa de ser a renovação.
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1 year ago
Uma das coisas que sempre escuto é “na vida tudo custa”. Nessa lógica, a utilidade determina o preço, mas pouco expressa sobre os valores. São dois termos usados como sinônimos. Contudo, a leitura que fazem de você, das relações, do seu trabalho e etc. é o que faz sua dignidade ser reconhecida ou não (...). Em outras palavras, nem tudo se resume a tecnicismo, por vezes, depende de quem vê, pratica e como faz acontecer. A motivação inicial para criar imagens foi me comunicar com as pessoas que partilho o dia a dia. Sou graduado em história. Contudo, escrevendo textos foram poucas as vezes que quebrei a barreira de classificação etária, escolaridade, nacionalidade, ideias e etc. Tenho alcançado, no sapatinho, as pessoas que me ensinam a fazer melhor aquilo que é a base do cotidiano. Por isso, sempre estou na disposição de pesquisar, criar e partilhar - esse é o valor do meu trabalho. Esse foi meu modo de “tirar os filtros” e estabelecer relações, através da fotografia partilhei um mapa de leituras de mundo que divido com outras pessoas. Embora, seja um tanto inconveniente foi assim que acessei lugares, sendo o “garoto da câmera”. O Igor Miranda, por muito tempo, foi aquele menor que admirava de longe o mundo, escutou os outros falarem e se espelhava em você (…). Comecei a usar um filtro preto e braço com vinheta e se encaixou quase como um backstage da minha vida. Confesso, que produzir imagens sobre os outros é mais fácil doque falar sobre o que sinto, penso e quero - muito mais fácil orçar, planejar e racionalizar os custos. Porém, a ideia de utilidade conta muito pouco sobre quem sou e a relevância do que faço. Por trás da “sobriedade/formalidade” nas redes sociais, ainda cultivo o gosto por uma narrativa improvisada. Carrego aquela sensação de que em rede é bem difícil alguém parar para ler uma autorreflexão extensa. Melhor da um like, compartilhar e seguir o canal. No final de contas, tanto os textos quanto as imagens precisam de leitores atentos para se conectar com autores. É bom crescer e perceber que o eu da infância, bons amigos e pessoas que vou conhecendo valoriza o gori da foto.
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1 year ago