Apresentamos a nova identidade visual do IFAX. Mais do que uma marca, ela é um canal vivo.
Cada traço nasce do diálogo com os grafismos tradicionais do Alto Xingu, formas que carregam memória, movimento e conhecimento. Ao serem incorporados à tipografia, esses elementos não apenas representam, mas afirmam a presença indígena na contemporaneidade.
As letras do IFAX foram desenhadas a partir desses padrões: linhas, vazios, direções e estruturas que atravessam o tempo e conectam território, cultura e futuro.
O urucum traz a força, a vida em movimento, a urgência da nossa missão.
O jenipapo marca o traço, a permanência, a construção institucional.
O espaço é respiro, lugar de escuta, de equilíbrio e de comunicação.
Essa identidade é uma ponte: entre tempos, entre territórios, entre modos de ver e de existir.
O futuro se constrói nas linhas do passado.
Agradecemos ao nosso parceiro @ricardomourailustracoes por feito esse lindo trabalho.
#IFAX #AltoXingu #IdentidadeVisual #CulturaIndígena #Ancestralidade #Território
Após 16 anos, o povo Kuikuro volta a realizar um dos mais importantes rituais da cultura alto-xinguana: Jamugikumalu – o ritual das Hipermulheres.
Reencenando um mito ancestral, o Jamugikumalu celebra o protagonismo feminino nos cantos, nas danças e na luta tradicional huka-huka. Durante o ritual, a aldeia é inteiramente das mulheres!
Faça parte de uma imersão única no Território Indígena do Xingu como nosso convidado especial!
Além de viver uma experiência inesquecível, você apoia a cultura tradicional e a geração de renda sustentável para os povos indígenas por meio do etnoturismo.
📍 Jamugikumalu – O ritual xinguano das Hipermulheres
📅 16 a 21 de setembro de 2026
🏕️ Aldeia Ipatse – Território Indígena do Xingu
📩 Garanta a sua presença: [email protected]
#Jamugikumalu #Hipermulheres #PovoKuikuro #AltoXingu #CulturaIndígena Etnoturismo XinguVivo Ancestralidade ProtagonismoFeminino
Eu e Yamalui Kuikuro Mehinaku fizemos nossa história juntos ao participar como finalistas do Prêmio SIM à Igualdade Racial 2026.
Foi uma honra representar nossos povos, nossa trajetória e a força da cultura indígena em um espaço tão importante. Seguimos ocupando espaços com resistência, ancestralidade, educação, arte e audiovisual indígena, mostrando que nossas vozes têm força e futuro.
Mesmo não tendo conquistado o prêmio, foi uma grande honra estar entre os finalistas do Prêmio SIM à Igualdade Racial 2026. Estar presente nesse momento já representa o reconhecimento de uma trajetória construída com luta, cultura, educação e fortalecimento dos povos indígenas.
Sigo feliz por ter participado e por prestigiar este importante encontro de vozes, histórias e resistência. Gratidão a todos que caminham junto nessa trajetória. ✨
Nosso instituto começou com uma Consulta, onde perguntamos o que deveria ser feito aos nossos Ancestrais.
E agora queremos ouvir mais pessoas de nosso território pra entender melhor o que preservar, quais desafios temos hoje, e como colocar o Futuro Ancestral em prática.
Participe desta pesquisa online, que promove a autonomia dos dados em nossa aldeia.
https://tally.so/r/eq700k
Link na bio
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É com imenso orgulho que compartilhamos uma notícia histórica: nosso presidente e fundador, Takumã Kuikuro (@realtakuma ), é finalista do Prêmio Sim à Igualdade Racial 2026! 🏆✨
Selecionado na categoria Trajetória Empreendedora (Eixo Empregabilidade), este reconhecimento celebra anos de dedicação de Takumã na formação de novos realizadores indígenas e na criação de espaços de protagonismo real.
Desde o Coletivo Kuikuro de Cinema até a fundação da @xingufilmes , onde produções como “Gente do Xingu” contam com equipes 70% indígenas, Takumã prova que o empreendedorismo indígena é uma ferramenta de preservação e autonomia. 🏹🎬
No IFAX, seguimos essa visão, transformando conhecimento em projetos que fortalecem nossa cultura, nossos agricultores e a proteção do nosso território.
Parabéns, Takumã! Sua voz e sua liderança levam o Xingu cada vez mais longe.
📍 A premiação acontece dia 13/05 no Rio de Janeiro. Vamos torcer juntos!
#IFAX #TakumãKuikuro #PremioSimAIgualdadeRacial #ProtagonismoIndigena #AltoXingu EmpreendedorismoIndigena
Após 16 anos, o Território Indígena do Xingu volta a receber um dos rituais mais importantes e simbólicos: o Ritual das Mulheres Kuikuro, conhecidas como as Hiper Mulheres.
📅 Data: 16 a 22 de setembro de 2026
📍 Local: Aldeia Ipatse – MT
Será um momento único de força, cultura e celebração ancestral, reunindo cantos, rituais e a potência das mulheres Kuikuro.
⚠️ Vagas limitadas!
Garanta sua participação fazendo sua inscrição.
🌐 Site: .br
📧 E-mail: [email protected]
Venha vivenciar essa experiência única no coração do Xingu.
COMUNICADO
Após a remoção da nossa publicação anterior, reforçamos aqui o convite para um momento muito importante para o povo Kuikuro.
Após 16 anos, o povo Kuikuro convida para o retorno do ritual das mulheres Yamugikumalu (Hiper Mulheres).
📅 Data: 16 a 22 de setembro
📍 Local: Aldeia Ipatse – Território Indígena do Xingu
Este é um momento sagrado de celebração, força e resistência das mulheres Kuikuro. O Yamugikumalu reafirma a memória ancestral, os cantos, os corpos e os saberes que mantêm viva a cultura do nosso povo.
Convidamos parceiros, amigos e todos que respeitam e valorizam os povos indígenas a estarem junto conosco nesse momento tão especial.
Sejam bem-vindos com respeito, escuta e coração aberto.
Entre os dias 16 e 22 de setembro de 2026, na aldeia Ipatse, acontecerá o grande ritual das mulheres — As Hiper Mulheres Kuikuro.
Será um momento único de força, cultura, tradição e espiritualidade, conduzido pelas mulheres do povo Kuikuro.
Se você tem interesse em participar e vivenciar esse importante ritual junto com a gente, entre em contato pelo e-mail:
📩 [email protected]
Venha com respeito, escuta e coração aberto para aprender e compartilhar.
#Repost @fundocasasocioambiental
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🌿 19 de abril | Dia dos Povos Indígenas
No Alto Xingu (MT), uma pergunta simples mudou o caminho da alfabetização: e se o aprendizado começasse pelo que está perto?
Foi assim que nasceu Ingu Helú: De Olho Aberto, um livro bilíngue criado pelo educador indígena Mutuá Mehinaku, em parceria com o professor Daniel Massa, com ilustrações de Ricardo Moura e coordenação de Takumã Kuikuro, a partir das referências culturais, linguísticas e dos modos de vida das próprias comunidades.
A iniciativa, apoiada pelo Fundo Casa Socioambiental por e pela @imaginablefutures , por meio da chamada Educação para o Bem Viver em 2025, mostra que quando o conhecimento nasce dentro das comunidades, ele fortalece línguas, saberes e a autonomia dos povos indígenas.
Neste Dia dos Povos Indígenas, reafirmamos a importância de apoiar iniciativas que colocam os povos originários no centro dos seus próprios processos educativos.
📢 Até 28/04, estão abertas as inscrições para a chamada Educação para o Bem Viver 2026 – Fortalecendo organizações indígenas e quilombolas pela equidade na educação.
#FundoCasa #DiaDosPovosIndígenas #EducaçãoIndígena #EducaçãoParaOBemViver Sociobiodiversidade
19 de abril de 2026 – Dia dos Povos Indígenas
Hoje celebramos a força, a resistência e a sabedoria dos povos indígenas do Brasil. O 19 de abril de 2026 é mais do que uma data simbólica — é um momento de reconhecer a importância das culturas originárias, suas línguas, seus conhecimentos e a profunda conexão com a natureza.
Os povos indígenas seguem sendo guardiões da terra, da floresta, dos rios e da vida. Suas histórias atravessam gerações, mantendo vivas tradições que ensinam equilíbrio, respeito e coletividade. Celebrar este dia é também reafirmar a luta por direitos, território, dignidade e voz.
Que este 19 de abril seja um dia de escuta, valorização e compromisso. Que o Brasil reconheça, respeite e fortaleça os povos indígenas todos os dias.
Viva os povos indígenas! 🌿🔥
Kalutata Kuikuro, conhecido como Daniel Kuikuro, integrante da produtora Xingu Filmes e do Coletivo Kuikuro de Cinema (CKC), está presente no 22º Acampamento Terra Livre (ATL) 2026, em Brasília.
Sua participação reforça a importância da luta dos povos indígenas na defesa de seus direitos, territórios e culturas. Por meio do audiovisual, ele fortalece a resistência e dá visibilidade às vozes indígenas, transformando o cinema em uma poderosa ferramenta de luta contra as ameaças enfrentadas por nossos povos.
No ATL 2026, essa presença representa não apenas um registro, mas um ato de resistência, memória e afirmação da identidade indígena.