Quando Bateu Matou chegou, fui convidado para fazer o artwork do album e a imagem que iria servir como fundo para os concertos da banda. Continuam a bater e matar com o type esticado por trás. Tornou-se num daqueles motivos de orgulho bom.
Que continuemos a fazer letras subir ao palco.
Obrigado @quimalbergaria@ivocosta@riot_buraka_official@bateumatou
Quando Bateu Matou chegou, fui convidado para fazer o artwork do album e a imagem que iria servir como fundo para os concertos da banda. Continuam a bater e matar com o type esticado por trás. Tornou-se num daqueles motivos de orgulho bom.
Que continuemos a fazer letras subir ao palco.
Obrigado @quimalbergaria@ivocosta@riot_buraka_official@bateumatou
Quando Bateu Matou chegou, fui convidado para fazer o artwork do album e a imagem que iria servir como fundo para os concertos da banda. Continuam a bater e matar com o type esticado por trás. Tornou-se num daqueles motivos de orgulho bom.
Que continuemos a fazer letras subir ao palco.
Obrigado @quimalbergaria@ivocosta@riot_buraka_official@bateumatou
WELCOME TO THE LOSERS™️CLUB
Perder é o princípio. Falhar é o caminho.
Essa prática constante de tentar, errar e recomeçar define o trabalho do estúdio. Quando se ganha, a ação termina; quando se perde, a tentativa persiste. É nesse ciclo que o estúdio encontra consistência.
LOSERS™️ valoriza o percurso acima da vitória, o erro como matéria-prima e o esforço como identidade. No design, no motion ou na intersecção dos dois, o estúdio trabalha no intervalo entre falhar hoje e tentar outra vez logo a seguir.
Somos um projecto colaborativo aberto a trabalhar com marcas e criativos que queiram perder tempo connosco.
LET´S TALK
WELCOME TO THE LOSERS™️CLUB
Perder é o princípio. Falhar é o caminho.
Essa prática constante de tentar, errar e recomeçar define o trabalho do estúdio. Quando se ganha, a ação termina; quando se perde, a tentativa persiste. É nesse ciclo que o estúdio encontra consistência.
LOSERS™️ valoriza o percurso acima da vitória, o erro como matéria-prima e o esforço como identidade. No design, no motion ou na intersecção dos dois, o estúdio trabalha no intervalo entre falhar hoje e tentar outra vez logo a seguir.
Somos um projecto colaborativo aberto a trabalhar com marcas e criativos que queiram perder tempo connosco.
LET´S TALK
Fomos pela terceira edição consecutiva convidados a criar a imagem para o Festival WOOL.
Entre os dias 21 e 29 de junho de 2025, a Covilhã voltou a ser palco do WOOL – Festival de Arte Urbana. Esta 12.ª edição ( sendo o mais antigo evento deste género em Portugal) manteve o propósito de ser “um manifesto artístico coletivo”, esta edição reforçou o compromisso com a participação ativa da comunidade, combatendo o individualismo e cultivando a coesão social e territorial através da arte pública.
Vários murais tomaram forma pelas ruas da cidade, realizados por artistas como Boa Mistura, Stelios Pupet, Lídia Cao, Lígia Fernandes e Amparito, convidando o público a acompanhar o processo criativo em tempo real.
A programação foi multifacetada: além dos murais, houve visitas guiadas, workshops diversos, instalações artísticas, projetos comunitários, concertos, talks, cine sessões e outras performances que ocuparam o espaço público com arte, diálogo e energia.
Destaque especial para um mural comunitário que este ano se desenhou a partir da imagem que criada para o festival.
Projectos de arte e cultura são essenciais à vida em sociedade e são capazes de transformar territórios pela forma como envolvem, misturam e dinamizam todos os que neles participam.
O festival foi tão cheio que partilhamos quase 60 imagens repartidas em 3 Swypes, contra as indicações do Instagram, que acha esse formato demasiado pesado. Partilhem o projecto, e digam-os o que acham.
Covilhã Município @covilhamunicipio
Wool @wool_covilhaurbanart
Mistaker Maker @mistakermaker
Lara Seixo Rodrigues @laraseixorodrigues
Duarte Cavalinhos @dbcavalinhos
Fotografia @migueloliveiraphoto@loserstudio.xyz
LOSERS STUDIO25
Fomos pela terceira edição consecutiva convidados a criar a imagem para o Festival WOOL.
Entre os dias 21 e 29 de junho de 2025, a Covilhã voltou a ser palco do WOOL – Festival de Arte Urbana. Esta 12.ª edição ( sendo o mais antigo evento deste género em Portugal) manteve o propósito de ser “um manifesto artístico coletivo”, esta edição reforçou o compromisso com a participação ativa da comunidade, combatendo o individualismo e cultivando a coesão social e territorial através da arte pública.
Vários murais tomaram forma pelas ruas da cidade, realizados por artistas como Boa Mistura, Stelios Pupet, Lídia Cao, Lígia Fernandes e Amparito, convidando o público a acompanhar o processo criativo em tempo real.
A programação foi multifacetada: além dos murais, houve visitas guiadas, workshops diversos, instalações artísticas, projetos comunitários, concertos, talks, cine sessões e outras performances que ocuparam o espaço público com arte, diálogo e energia.
Destaque especial para um mural comunitário que este ano se desenhou a partir da imagem que criada para o festival.
Projectos de arte e cultura são essenciais à vida em sociedade e são capazes de transformar territórios pela forma como envolvem, misturam e dinamizam todos os que neles participam.
O festival foi tão cheio que partilhamos quase 60 imagens repartidas em 3 Swypes, contra as indicações do Instagram, que acha esse formato demasiado pesado. Partilhem o projecto, e digam-os o que acham.
Covilhã Município @covilhamunicipio
Wool @wool_covilhaurbanart
Mistaker Maker @mistakermaker
Lara Seixo Rodrigues @laraseixorodrigues
Duarte Cavalinhos @dbcavalinhos
Fotografia @migueloliveiraphoto@loserstudio.xyz
LOSERS STUDIO25
Fomos pela terceira edição consecutiva convidados a criar a imagem para o Festival WOOL.
Entre os dias 21 e 29 de junho de 2025, a Covilhã voltou a ser palco do WOOL – Festival de Arte Urbana. Esta 12.ª edição ( sendo o mais antigo evento deste género em Portugal) manteve o propósito de ser “um manifesto artístico coletivo”, esta edição reforçou o compromisso com a participação ativa da comunidade, combatendo o individualismo e cultivando a coesão social e territorial através da arte pública.
Vários murais tomaram forma pelas ruas da cidade, realizados por artistas como Boa Mistura, Stelios Pupet, Lídia Cao, Lígia Fernandes e Amparito, convidando o público a acompanhar o processo criativo em tempo real.
A programação foi multifacetada: além dos murais, houve visitas guiadas, workshops diversos, instalações artísticas, projetos comunitários, concertos, talks, cine sessões e outras performances que ocuparam o espaço público com arte, diálogo e energia.
Destaque especial para um mural comunitário que este ano se desenhou a partir da imagem que criada para o festival.
Projectos de arte e cultura são essenciais à vida em sociedade e são capazes de transformar territórios pela forma como envolvem, misturam e dinamizam todos os que neles participam.
O festival foi tão cheio que partilhamos quase 60 imagens repartidas em 3 Swypes, contra as indicações do Instagram, que acha esse formato demasiado pesado. Partilhem o projecto, e digam-os o que acham.
Covilhã Município @covilhamunicipio
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Lara Seixo Rodrigues @laraseixorodrigues
Duarte Cavalinhos @dbcavalinhos
Fotografia @migueloliveiraphoto@loserstudio.xyz
LOSERS STUDIO25