"Dizemos que a morte está no futuro, mas a verdade é que grande parte dela já passou. Todo o tempo que ficou para trás pertence à morte.
Memento Mori é o lembrete de que a vida é um empréstimo, não uma posse. Não espere o “momento certo” para ser quem você deseja ser. O momento é agora, porque o amanhã nunca foi uma promessa. " Sêneca
Vanitas vanitatum et omnia vanitas💀 #vanitas #stilllife #fineart #oneeyeland
Para fechar esse ciclo, fica a reflexão sobre o que realmente nos move.
Descortinar a visão é entender que somos parte desse processo constante de morte e vida. A matéria se transforma, a energia se condensa e a mente tenta traduzir o sagrado através do olhar.
Nada é mais forte que a realidade nua, sentida na pele e registrada sem filtros artificiais. A vida é soberana e sempre encontra um caminho para voltar, mesmo sobre as cinzas.
A beleza do renascimento é a prova de que somos infinitos.
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Existe algo na fotografia de verdade que nenhuma inteligência artificial consegue simular, a vivência do momento.
Sentir o calor desse solo, o cheiro da terra queimada e a força silenciosa de uma MULHER gestante exige presença. Não é apenas imagem, é rito.
É a Mente buscando sentido no caos e encontrando beleza onde tudo parecia ter acabado. A vida não pede licença para recomeçar, ela simplesmente floresce, potente e real, ignorando a aridez ao redor.
O renascimento é, acima de tudo, um ato de coragem.
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A vida é feita de ciclos que a gente nem sempre compreende, mas que a natureza insiste em nos mostrar.
Escolhi esse cenário árido, marcado pelas cinzas de uma queimada, para falar sobre o que permanece. De um lado, a escassez do solo, do outro, o ápice da abundância, a gestação.
No fundo, a fotografia criada pela inteligência humana é a união da Mente que projeta com a Energia condensada na própria Matéria. É o resultado de estar presente e trocar energia de verdade com uma mulher que carrega o futuro em um solo que guarda o passado.
Das cinzas, o renascimento. Da força, a vida.
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Em tempos tão apressados, a imagem da matriarca Tupi-Guarani Kunhã Dju, da aldeia Tabaçu Reko Ypy, é um lembrete urgente de reconexão.
Ela nos fita com os olhos fechados, imersa na medicina do Petygua, o cachimbo sagrado. Seu propósito vai muito além do fumo, é um ritual de alinhamento com a sabedoria da terra e dos ancestrais.
A fumaça que sobe, fluida e mística como um espírito, é a oração em movimento. Ela nos ensina que para elevar nossos pensamentos ao alto, precisamos primeiro silenciar o mundo e honrar o sagrado. Que o Urucum em sua pele nos lembre de proteger nossas raízes, e que sua mão levantada em bênção nos dê a força necessária para caminharmos com integridade.
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Mais do que uma jovem Tupi-Guarani, Djatsy manifesta-se aqui como uma entidade. Ela rompe o breu absoluto com sua presença luminosa. O contraste entre sua pele pintada e o verde da samambaia revela uma simbiose profunda, ela é o pulsar oculto da floresta que apenas observa.
Neste registro místico, Djatsy nos convida a mergulhar no invisível. Seu olhar profundo é o portal para um conhecimento ancestral que não se explica com palavras, mas se sente no silêncio. Ela simboliza o espírito que nos observa e nos protege, lembrando de que a verdadeira conexão espiritual começa quando nos permitimos silenciar o mundo exterior e ouvir o chamado da nossa própria natureza interna.
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Neste novo olhar sobre a aldeia Tabaçu Reko Ypy, encontramos Ara e Djatsy. Elas personificam a juventude que guarda e renova o legado de seu povo, unindo a beleza do presente à força da ancestralidade.
Esta imagem é um manifesto estético e espiritual. Emolduradas por plantas nativas da própria aldeia, as duas jovens simbolizam a união indissolúvel entre seus corpos e a terra. Seus rostos pintados e os olhos cerrados em silêncio nos convidam a olhar para dentro, reafirmando que a verdadeira sabedoria nasce da escuta interna e da conexão com as raízes.
Ara e Djatsy são a prova viva de que a cultura Tupi-Guarani pulsa com vigor na juventude, florescendo em harmonia com a natureza que as protege e sustenta.
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A Ancestralidade Tupi-Guarani ganha voz.
O álbum inédito NHANDERU TENONDÉ, da aldeia Tabaçu Reko Ypy, já está disponível em todas as plataformas de streaming.
A imagem da matriarca Kunhã Dju na capa é um poema visual onde, tingida pelo urucum da terra, ela se torna uma extensão viva da natureza. Seus olhos cerrados nos relembram que a verdadeira sabedoria reside no silêncio interno, no conhecimento ancestral que não precisa de palavras. É essa força e serenidade que nos inspiram a reconectar com nossas raízes e respeitar a natureza que nos habita.
Ouça agora o álbum NHANDERU TENONDÉ e desperte a conexão com a sua própria essência.
Na foto a Matriarca: Kunhã Dju
Fotografia e Concepção Artística: @herickmem
Assistente de Fotografia: @yogamariabinelli_
Pintura Tradicional Indígena: @_ara_fernandes
Direção Artística: @hmaranhao_
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Awa Kywy, um guardião da cultura Tupi-Guarani. Nesta imagem, ele aparece abraçado pela própria floresta, o filodendro e a bromélia central foram colhidos na terra da aldeia Tabaçu Reko Ypy, simbolizando que sua existência é uma extensão direta da natureza.
De olhos cerrados em profunda conexão, Awa Kywy é um mestre dos cantos tradicionais. Em cada cerimônia e apresentação, sua voz não apenas ecoa música, mas transporta a história e a espiritualidade de seus antepassados. Entre o artesanato e a música, é através desse dom que ele mantém viva a chama da sua cultura, transformando a arte tradicional em um elo entre o presente e o eterno.
Onde o cocar toca o céu e as raízes abraçam a terra, reside o espírito de seu canto, uma força que nos convida a ouvir o silêncio sagrado da floresta e a respeitar nossas origens mais profundas.
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Nesta foto temos a Ara, da aldeia Tabaçu Reko Ypy, trazendo consigo a força e a beleza da etnia Tupi-Guarani. Olhar para essa imagem é mergulhar em uma história de resistência que busca, desde sempre, a Terra Sem Males.
Para o seu povo, o uso do Petygua, o cachimbo sagrado, vai muito além do que os olhos podem ver. Não é apenas fumaça, é a medicina do tabaco em sua forma mais pura e espiritual. É um ritual de cura onde a fumaça atua como uma mensageira, elevando as preces até o céu, limpando os pensamentos e trazendo o equilíbrio necessário para caminhar com firmeza na terra.
Cada grafismo no corpo da Ara e cada sopro desse fumo sagrado carregam a sabedoria dos antigos e o respeito profundo pela natureza. É a ancestralidade viva, que se manifesta no silêncio e na fumaça que cura. Que a força da cultura Tupi-Guarani continue nos ensinando sobre conexão e respeito às nossas raízes.
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