2026 - ano de desenvolvimento de personagem. Fazia tanto tempo que não passava por um ano desses que já tava achando que tinha dominado o roteiro da minha vida, mas não; ainda tenho muito o que aprender e muitas escadas a subir. Um dos anos mais desafiadores profissionalmente que estou vivendo, a notícia de ter que sair do espaço que chamei de casa por três anos (e que me acolheu tão bem), começar a dormir com uma maquininha todos os dias para não parar de respirar, repensar e mudar vários hábitos para viver uma vida melhor, dentre tantos outros desafios psicológicos e emocionais. Mas que coisa boa ter companhia ao longo do caminho e poder dar risada ali e aqui, que sorte a minha ser chamado de ‘uma boa companhia’ por tanta gente incrível e sensível ao meu redor. Que legal que a gente pode ver beleza numa salada de tomates, que a gente ainda pode ir em um museu e se emocionar, que nosso conhecimento pode talvez não nos garantir um trabalho, mas que a criatividade ainda pode ser gasta fazendo um molho elaborado para um macarrão caseiro. Que sorte a nossa de poder viver música e cantar alto pra espantar toda aquela angústia que muitas vezes acha conforto dentro da gente. Tanta coisa ainda pra fazer, tantos pratos novos para experimentar, tantas palavras para aprender. O dia que a luz do sol refletindo nas coisas não me emocionar, talvez eu tenha morrido - até lá, fico feliz em tentar traduzir os cantinhos do mundo e as dobrinhas das pessoas que cruzarem com o meus olhos.
Um compilado de fotos perdidas na minha pastinha de favoritos do celular - acho que bastante do meu fotografar vai muito além da performance, do status; tem muito a ver com aquela vontade ingênua de eternizar um momento, de enganar a mente e o tempo, fingir que eu consigo segurar na minha mão as pessoas, os gostos, as sensações. Como a bio eterna do meu Instagram, frase do Panic! At the Disco: filme o mundo antes que ele aconteça. Muito da minha fase adulta tem a ver com me tornar saudosista do passado, de descobrir respostas com meu eu de 13, 15 anos e a última da vez tem sido na intenção de registrar tudo ao mesmo tempo, que era meio parecida com a que eu tinha quando comecei a postar nessa rede. Ou talvez eu só esteja falando bobagens. 👌🏻🫨💐💘
‘O mundo não é para os fracos’, eles dizem –, mas com o tempo provei que aqueles que têm sentimentos e os usam como ferramentas de transformação, como grandes lupas que ao invés de começarem fogos, ampliam sentimentos que também queimam, são os verdadeiros fortes. Eu estou longe de me sentir como super herói, mas fico feliz de me manter extraordinário, pelo menos na vontade, na tentativa de me tornar alguém melhor, de ouvir mais, de proporcionar mais, de me mantar aberto a diálogos e conversas, sem se perder de mim mesmo. - texto retirado da minha última postagem no meu novo Substack, link na bio. ☺️💞
Um registro de uma tarde no meu museu favorito de Toronto com minha pessoa favorita do mundo. Engraçado como adentrar em santuários da arte em viagens longas faz com que a gente consiga ter um momento de paz, de reflexão e de olhar pra dentro, estando fora (do nosso mundo habitual). 🌆🌇
Mais uma volta ao redor do sol, mais um passeio pela Guilhermelândia; tem sido divertido crescer e poder cultivar o meu próprio gramado, entender que dá pra fazer crescer flores onde tinha mato e que nem todo mundo precisa saber que ele é mal assombrado. Tem sido importante passar um tempo nele, lendo livros e bebendo suco de laranja no calor, vendo reality shows duvidosos e bebendo café coado no frio. Tem sido difícil aceitar que não tenho tantas árvores frutíferas assim, mas que ainda sim sei plantar tomates e conversar com os pássaros. Os trinta tem sido assim: divertido, importante e difícil de aceitar, mas o importante é que ele tem sido e vai continuar sendo por um bom tempo, até eu resolver comprar um trampolim. Longe demais? Talvez. Obrigado, mais uma vez a tods que tiraram um tempinho pra cozinhar, comer, me abraçar, chorar, se aventurar, chat-ar e me amar ao longo da caminhada. 🌆🌇
Irmão mais velho core, te amo mesmo você não entendendo que agora durmo no meio dos filmes porque estou cansado ou que café não resolve todos os meus problemas, mas que mesmo assim vou tentar ver filmes duvidosos com você, tomando café. 🫂🌠💕
Se você trabalhar por muito tempo, você vai ser conhecido como o garoto que está sempre trabalhando // se você dançar por muito tempo, você vai ser conhecido como o garoto que está sempre dançando. 🕊️
BLESS GOD N BLESS THE GAYS!!! 🤲🏻 Poxa, gente, o que foi o Gagacabana? Como voltar pra depressão de São Paulo, pro trabalho, pra vida real? Sem palavras pra descrever a sensação maravilhosa de ver, pela primeira vez, o show de uma artista que sempre esteve lá pela comunidade, que me dizia que eu podia ser como eu sou desde a primeira oportunidade, quando eu ainda era emo e gostava de caveiras e vampiros… Com certeza a coisa mais radical da vida até aqui, mas muito feliz com tudo que rolou e com quem estava ao meu lado durante essa experiência. Viver é bom demais! 💘🧛
Lima foi realmente ácida conosco, igual o melhor ceviche de nossas vidas – quiseram nos aplicar golpe na imigração, ao pegar nossas malas e na saída do aeroporto. Mas que bom que somos brasileiros e sabemos cair fora de coisas esquisitas bem rápido. Algumas horas só deram direito a uma visita ao Canta Rana, ficar bebudinhos em um bar com drinks de pisco e algumas ostras, andar por uma praça onde ninguém nos conhecia e tomar um sorvete de banana, tudo ao lado do maioral @domingosferiado . Amei te conhecer Peru, volto logo! 🇵🇪✨