Gokula Stoffel (Porto Alegre, RS, 1988) e Juno B (Fortaleza, CE, 1982) apresentam suas obras em Canção sublime, notas para o infinito, coletiva com curadoria de Ariana Nuala (
@arianaynuala ).
Entre mantras e meditações, a mostra elege a canção sublime como gesto político e espiritual, capaz de nos conduzir à ação consciente. Obras que evocam o estado meditativo e espiritual por meio da paisagem estão presentes na exposição.
Em Corpo-vapor,2025, Stoffel (
@Gokula ) trabalha a tinta a óleo com textura rarefeita, conferindo um aspecto vaporoso à pintura. Nela, corpo e paisagem surgem de forma integrada, alcançando tanto o estado etéreo quanto o relaxamento.
Juno B (
@junoxb ) exibe deep distance, 2025, fotografia de um monte boliviano em efeito lenticular. Nela, à medida que o ângulo de visão muda, surge uma segunda imagem, na
qual um brilho de luz captura nossa atenção. Envolta em mistério, a cena sugere uma cerimônia celestial ou uma narrativa fantástica que busca contato com o desconhecido.
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Gokula Stoffel (Porto Alegre, RS, 1988) and Juno B (Fortaleza, CE, 1982) present their works in Canção sublime, notas para o infinito, a group exhibition curated by Ariana Nuala.
Between mantras and meditations, the exhibition chooses the sublime song as a political and spiritual gesture, capable of leading us to conscious action. Works that evoke a meditative and spiritual state through landscape are present in the show.
In Corpo-vapor, 2025, Stoffel works with oil paint with a rarefied texture, giving the painting a vaporous aspect. In it, body and landscape emerge in an integrated way, achieving both an ethereal state and relaxation.
Juno B presents deep distance, 2025, a photograph of a Bolivian mountain in lenticular effect. In it, as the viewing angle changes, a second image appears, in which a glimmer of light captures our attention. Shrouded in mystery, the image suggests a celestial ceremony or a fantastic narrative that seeks contact with the unknown.