Em fevereiro, logo antes do carnaval, apresentei o artigo “Penumbra: reimagined dérive methodologies for artistic experiences with the urban landscape of an emerging Brazilian city” no Colloque International Paysage en chemin/s, na École Nationals Supérieure d’architecture Paris-La Vilette :)
Compartilhei um pouco do trabalho artístico que venho desenvolvendo no ateliê gaveta com o Penumbra Grupo de Estudos de fotografia - nossas referências teóricas, nossas metodologias criativas e algumas obras desenvolvidas pelo grupo, individualmente e coletivamente. Ver um interesse pela nossa pesquisa em “terras tão distantes” foi como tomar um novo fôlego. O Penumbra está começando seu terceiro ano… e ainda vai longe
Obrigada a Patrícia de Azevedo pela contribuição enquanto co-autora texto, e a todos os meus queridos do Penumbra, pela colaboração persistente e corajosa!
fotos que fiz no ato contra a PEC da blindagem (ou impunidade, ou bandidagem), no último domingo, 21.09.2025. Como é bom ver a rua cheia de gente, de grito, de bandeira e de música. Seguir acreditando sempre.
tá chegando 💫 convido a todos para a defesa da minha dissertação de mestrado. Na sexta-feira que vem, dia 29, às 14h, online (no bom e velho google meets). Quem se interessar, mande uma mensagem que encaminho o link :)
Aproveito pra já deixar aqui, também, um agradecimento muito sincero aos artistas e pesquisadores que generosamente colaboraram com essa pesquisa: @ava__cruz@grao.us@dsagabriela@icaromorenoramos@saranaotemnome@randolpholamonier@froiidaodamassa@diogo.mesmo@joaogrb
ANÚNCIO DE BATIZADO 🕊🌒 nosso grupo de estudos de fotografia agora se chama Penumbra.
Primeiro você cria, depois dá o nome. Desde março de 2024, nosso grupo de estudos de fotografia se encontra semanalmente no Gaveta — espaço de trocas, de colaboração, e de pensamento em imagem. Entre conversas, experimentações e jogos, fomos construindo um corpo coletivo, múltiplo e em movimento. Com muitas mãos se fazem muitas coisas, e das coisas que criamos juntos nasceu também o desejo de nomear o que vínhamos sendo.
Penumbra (do latim paene, " quase " , e umbra , " sombra " ) é o ponto de transição da luz para a sombra. Região intermediária, zona de indefinição. Fronteira fluida. Transição. Espaço de dúvida fértil.
Penumbra não é câmera clara, nem câmera escura. É o entre. Lugar onde a imagem hesita. Onde o olhar se demora. Onde o pensamento ainda não chegou a um fim.
Penumbra é uma palavra para nossas ideias inquietantes, para os trabalhos que nascem no intervalo, para quem recusa a nitidez imediata. É meia-luz. É um convite: a obscurecer para ver melhor
Prazer, nós somos o Penumbra. Que o nome nos acompanhe como abrigo, impulso e provocação.
Essas são algumas pessoas que fazem (ou já fizeram) parte da nossa história: @__alicecunha@elaeoceu@afterdark.dan@gabrielbuennos@gabifst@guilhermesad@hlimac@lara_pertel@leomafle@lgualb_@marinnagomes@mxtyius@pepticus_@vitoriatoledo@wemersonmartins@_seacus
Mediação: @gioalmcf
no último final de semana, estivemos em tiradentes pro @fotoempauta . Andando muito, tropeçando em pedra, tirando foto e vendo foto. E um trabalho meu com o @desface.duo participou da projeção noturna "Estranha Vertigem", organizada pelo @nfoto_ufmg
Foi meu quinto ano participando do Festival de Fotografia - como artista em exposição e como público. Sempre bom estar de volta nesse pedaço de paraíso, trocar tanto e encontrar tantas pessoas queridas...
Obrigada @danielle.cascaes@macllisa@guilhermesad@lgualb_@vitoriatoledo@marinnagomes por animarem essa aventura 🌞 adorei ter a companhia de vocês!
Ontem me emocionei conhecendo a ocupação do Museu dos Direitos Humanos. De museu, esse prédio por enquanto só tem o nome. Mas o que eu vi foi um monte de gente reunida na luta de fazer viva a memória dos fatos terríveis que não devem ser esquecidos - em respeito a tantos outros, nem um pouco diferentes de nós, que lutaram pela liberdade e pela democracia.
Vi uma piscina que era usada primeiro pra práticas de tortura, e depois ganhou um anexo de churrasqueira pra servir de lazer pra milico. Vi a cova rasa das escavações de uma pesquisa arqueológica que encontrou ossadas ali alguns anos atrás. Vi marcas de sangue desenhadas a dedo na parede de uma sala de interrogatório que tinha camarote embutido, pros financiadores da falsa revolução aproveitarem o espetáculo.
Mas também vi vassouras, baldes, água sanitária, comida, café. No meio da visita, a luz elétrica caiu - mas logo voltou, porque alguém estava lá para arrumar. Vi o pessoal reunido pra escutar depoimentos dos ex-presos políticos que estiveram nesse DOPs. Vi que escreveram na parede os nomes de estudantes que foram presos ou assassinados aqui. Em menos de 24h de ocupação, esse prédio fez (talvez pela primeira vez) algo um pouco mais próximo da ideia de um museu - nos ajudando a lembrar.
SEM ANISTIA!
Se você quer saber mais sobre a ocupação e apoiar essa iniciativa, segue aqui: @ujr_brasil@unidadepopular.mg@mlb_mg@movimentoolga.mg
Ou vá até lá. Visite. Veja você mesmo.
Ou faça uma doação - mas faça alguma coisa. Não vamos esquecer.
(Obrigada ao @joaomarcio.dias por ter recebido eu e minha turma do grupo de estudos do @atelie.gaveta pra essa visita guiada)
no sábado de Carnaval, tive (junto de meus alunes do grupo de estudos de fotografia do @atelie.gaveta ) a oportunidade incrível de fotografar o bloco da @masterplanobh
Teve sol, teve chuva, teve muito leque e uma energia lá no alto o bloco inteiro - essas são algumas das minhas fotos preferidas
Obrigada demais Master & @rafaelaurbanin por esse convite 🔥🔥💛