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Gabriela Longman

@gabilong

Curadora, editora e jornalista. Mestre em arte pela @ehess_officiel , doutora em literatura pela @usp.oficial . Co-founder @orbit.sp Mãe da Anamá 🦜
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Visitou Hanoi em 1968. Filmou em Israel em 1973. Montou “Esperando Godot” nas ruínas de Sarajevo. Escreveu um dos primeiros ensaios em língua inglesa sobre Machado de Assis. Foi amiga de Andy Warhol, de Bob Wilson e caso amoroso de um meio mundo de homens e mulheres. “O que me faz sentir forte?”, pergunta numa entrada do seu diário. “Estar apaixonada e trabalhar”. Escreveu como ninguém sobre os vários campos da cultura —fotografia, guerra, beleza, literatura. Tinha as chaves de Nova York, mas gostava mesmo de Paris onde está enterrada — eu não faria diferente. Que maravilha estar em um relacionamento (sério!) com ela.
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3 days ago
O susto de quem acordou com essa notícia linda: nossa “Debret em Questão” indicada como melhor curadoria pelo prêmio da @abca.oficial . O resultado sai no 22/5 mas eu já me sinto honrada demais com a nomeação, dividida com o Jacques, claro, mas também com todos os envolvidos no projeto: @paulogarcezmarins e as equipes do @museudoipiranga , @mignez e todo o time da @expomus , @alvarorazuk e a trupe da expografia, os artistas participantes e parceiros fundamentais como o @sp.fr . Para quem não viu a exposição: ela termina no dia 17/5. Corram que dá tempo ; )
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9 days ago
Nos dias 6 e 7 de maio, o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc, em parceria com o Museu do Ipiranga, recebe o seminário Debret O encontro convida artistas, pesquisadores, curadores e professores para debater as reflexões levantadas pela exposição “Debret em questão – olhares contemporâneos”, em cartaz no Museu do Ipiranga. A mostra segue em exibição até 17/5 — uma oportunidade para se aprofundar na obra e no universo de Debret 📅 Dias 06 e 07/05, quarta e quinta
Quarta: 14h30 às 17h30
Quinta: 13h às 17h (externo) 🎟️ R$50 / R$25 / R$15 🔗 Inscrições: sescsp.org.br/cpf
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12 days ago
A exposição temporária Debret em questão ganhou um catálogo! 📚 O livro amplia as discussões propostas pela exposição, reunindo textos que abordam os diferentes sentidos que as imagens de Jean-Baptiste Debret assumiram ao longo do tempo. Com apresentação de Paulo Garcez Marins, diretor do Museu Paulista da USP, e ensaios dos curadores Jacques Leenhardt e Gabriela Longman, o volume discute ainda os efeitos da reprodução desenfreada de imagens nas mídias digitais. O livro está disponível apenas na livraria da EDUSP, no espaço de acolhimento do Museu. Garanta o seu! #ParaTodosVerem: Vídeo em stop motion mostra o catálogo da exposição “Debret em Questão – Olhares Contemporâneos”, em plano superior, sobre uma superfície de madeira. Páginas são folheadas, revelando reproduções de obras, desenhos e textos. Ao final, exemplares aparecem empilhados.
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1 month ago
Como as imagens constroem memória? Na Visita com a Curadoria, Gabriela Longman conduz o público por um percurso que atravessa os séculos 19, 20 e 21 na exposição "Debret em questão — olhares contemporâneos". Da iconografia de Jean-Baptiste Debret ao diálogo com artistas contemporâneos, a atividade propõe uma conversa sobre identidade, representação e os usos políticos das imagens. Participe! 📅 14 de março ⏰ 10h e 11h 🎟️ Gratuito, com inscrições até 11/3, link na bio
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2 months ago
Aniversário do Félix, lindo em tantos sentidos. Capaz de façanhas tão impossíveis quanto traduzir Tucídides do original ou me acalmar enquanto cinco apocalipses simultâneos acontecem na minha cabeça. Caprica, greco-paraibano, vento doce, parceiro bom. Celebro você e a nossa caminhada todos os dias.
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4 months ago
2025, garoto. Agradeço demais por coisas tão lindas que eu não consigo nem enumerar: ganhar uma afilhada, montar uma exposição em dois países, tocar uma empresa entre o Insper e o Largo do Arouche, acompanhar o Félix virar professor da USP (não tenho nem roupa!), ver Anamá crescer, virar tia avó pela terceira vez. Paris, México, Paraíba, Frankfurt, Rio de Janeiro. Poder dar de ombros para todas as pessoas que querem que a gente caiba numa caixinha só. De outro lado, a perda súbita de dois amigos maravilhosos, uma doença na família que às vezes me tira o sono, ver partir um prima já em idade avançada que era pura inspiração. A morte nos lembrando de escolher direito o que fazer do tempo, sempre tão imprevisível. Quero chegar em 2026 como costumo estar: descabelada, mochilinha nas costas, coração cheio, a família e uma legião de amigos em volta. Palavras no corpo, respostas ao vento. (Ninguem diz “eu te amo” como eu).
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4 months ago
Ficção e não ficção, em três vezes no cartão. (Feira da USP, estoque renovado, alegria sem fim)
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5 months ago
Com essa entrevista glamourosa (e longa!) na Globonews de hoje de manhã encerro essa semana intensa dedicada à abertura de “Debret em Questão” no @museudoipiranga . Acho que as imagens ajudam a entender um pouco do que montamos por lá. A exposição fica aberta até maio de 2026, e eu espero poder levar pessoalmente os amigos e quem mais quiser visita-la nos próximos meses. Tô muito contente com o resultado. Queria agradecer demais a todos os artistas (devidamente marcados no post anterior), às equipes do museu , da Faamp e da @expomus : @paulogarcezmarins @mariohcmazzilli , @tatocarbonaro @cristabem @alvarorazuk @mignez @patricia.betti @anaheloisasantiago2 kikalandi giancarlorufatto @gacoca @rogerioeffori @avictorialouise e tantos outros. Um privilégio ser tão bem recebida e poder trabalhar com uma estrutura profissional dessa magnitude. Também quero agradecer ao Jacques Leenhardt, com quem passei os últimos três anos aprendendo. Mas isso merece um post à parte. É isso! Pode chegar gostoso, dezembro. Tá tudo aberto.
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5 months ago
🖌️ "Debret em questão – olhares contemporâneos" estabelece um diálogo entre a iconografia do Brasil Império criada por Jean-Baptiste Debret e as releituras críticas de 20 artistas contemporâneos. Com curadoria de Jacques Leenhardt e Gabriela Longman, a exposição revisita imagens que revelam o cotidiano da sociedade escravista, apresentadas ao lado de obras atuais que retomam esse repertório como campo de disputa simbólica, reconstruindo memórias e abrindo caminhos para outras narrativas possíveis. A exposição integra a Temporada França–Brasil 2025, que celebra os 200 anos de relações diplomáticas entre os dois países. 📅Abertura: 25 de novembro 🎫Entrada gratuita para esta exposição 🕐Terça a domingo, das 10h às 17h (última entrada às 16h) #ParaTodosVerem: texto alternativo
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5 months ago
Final de semana cheio de trabalho, com a alegria de mediar duas conversas incríveis. No sábado de sol, o encontro do fotógrafo @yanboechat com a artista @pinky.wainer no contexto da exposição “Intersecções” ao lado do curador @fcostanetto No domingo de frio, o debate entre a escritora e ativista alemã Jennifer Teege e o escritor goiano André de Leones na mesa de encerramento do 4 FliMUj. Alguns assuntos da primeira: URSS, Ucrânia, fotografia de guerra, cinema, Sokurov, a Sebastopol de Tolstoi, arte e (muita!) geopolítica. Algumas questões da segunda: os legados e heranças dos quais nos envergonhamos, o avanço dos extremismos, a necessidade de criar diálogos, fake News versus verdade, o humor como ferramenta de conexão. Na última foto, a querida @maneustein , agora diretora do MUJ, que junto com uma equipe incrível entregou um festival lindo de fazer parte.
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7 months ago
Na última mesa do FliMUJ, no dia 12/out, às 15h, estaremos com Jennifer Teege, escritora alemã de ascendência nigeriana, e o brasileiro André de Leones. A mediação é de Gabriela Longman.  Imagine ser uma mulher negra e, num belo dia, descobrir que seu avô foi Amon Göth, um dos mais conhecidos oficiais nazistas, retratado no filme A Lista de Schindler. É precisamente esse o caso de Jennifer Teege, que contou sobre a experiência no livro autobiográfico “Amon: Meu Avô Teria Me Executado”. O brasileiro André de Leones, no romance “Meu passado nazista, também escreve sobre um avô nazista”. Este, porém, habita o interior do Goiás, no centro-oeste brasileiro. Nesta mesa, os autores dialogam sobre como o extremismo costuma estar mais próximo do que pensamos, lembrando que ideias que julgávamos superadas podem reaparecer nos lugares mais improváveis. 🧑 André de Leones é autor dos romances “Meu passado nazista” (Record), “Vento de queimada” (Record) e “Eufrates”(José Olympio), entre outros. Venceu o Prêmio SESC de Literatura 2005 por seu romance de estreia, “Hoje está um dia morto” (Record). 👩 Jennifer Teege escritora alemã de ascendência nigeriana, se tornou mundialmente conhecida através de sua autobiografia “Amon: Meu Avô Teria Me Executado”, onde disserta sobre sua experiência ao descobrir um grande segredo familiar: ser neta de Amon Göth, o comandante nazista do campo de concentração de Plaszów, na Cracóvia. Esta mesa tem o apoio do Goethe-Institut. O FliMUJ é 100% gratuito e é guiado pela pergunta-tema “Emet: a verdade tem começo, meio e fim?”. Caso tenham se esgotado online, ainda será possível tentar uma vaga na fila de espera, no local. ____ #flimuj2025 #museujudaicosp #literatura
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7 months ago