Cada um corre carregando algo que ninguém vê.
A cidade aperta, esmaga, empurra pra dentro da própria cabeça.
É fácil se perder no barulho, no trânsito, na pressa.
É fácil ficar sozinho mesmo cercado por milhões.
Mas quando a gente cola no asfalto junto, tudo muda.
O ritmo sobe.
A respiração vira batalha.
O peito arde, mas ninguém solta.
High Pace Runner não nasceu pra ser bonito.
Nasceu pra ser real.
Quarta à noite, meia dúzia de loucos correndo contra o mundo.
E esse mundo teve que olhar.
E teve que respeitar.
Agora a rua é território nosso.
A cidade deixa de ser cinza.
A gente vira faísca.
A gente vira chama.
Quando corre sozinho, você sobrevive.
Quando corre com a gente, você acende.
Corre em comemoração dos 50 anos da @olympikus
Edição - Nandão
Captação - @meer.celo , Nandão
Na metrópole, entre o concreto e o anonimato, cada passo ecoa solitário.
O preto e branco revela a impessoalidade urbana rostos que se cruzam, mas não se encontram.
No entanto, quando o coletivo se move junto, nasce um ritmo único.
High Pace Runners: no silêncio da metrópole, corremos como um só...