O ano era 2015... Um cara soltou um disco falando sobre a vulnerabilidade de correr atrás dos próprios sonhos com uma lógica anti-mercadológica e identidade única. Visceral, existencialista e atemporal.
Agora, o eterno Folha Seca renasce como Forrah. Um presente de 10 anos aos fãs que sempre pediram o retorno do disco nas plataformas.
Então responde aí: você considera o relançamento desse álbum relevante pra cena atual?