O Milonga Oscura sai agora, sexta-feira (03/10), e é hora de (tentar) dar o devido reconhecimento às pessoas mais envolvidas na sua construção.
Começo pelo Julio Falavigna (🥁
@juliof.drums ), que além de emprestar sua enorme musicalidade ao projeto, ajudando a desenhar a atmosfera do álbum desde o início, foi absolutamente fundamental para que esse disco existisse - porque foi ele que ouviu as primeiras demos que fiz sozinho durante a pandemia e foi taxativo quanto à “necessidade” de se registrar estas músicas. Sem rodeios, se não fosse pelo Julio, eu provavelmente teria engavetado a ideia por um bom tempo.
O Leo Bittencourt (🎹
@oleobitt ) veio um pouco depois, por sugestão do Luciano Albo, quando tínhamos um primeiro norte definido e era necessário um pianista que entendesse por onde as composições e o centro emocional do álbum caminhavam, e pudesse acrescentar a sua visão dentro deste universo. Like a glove. (N.R.: o improviso final da faixa-título é digno de grammys, oscars, silêncios contemplativos e posteriores saudações em diversas línguas)
Ainda temos a participação luxuosíssima do Paulinho Goulart (
@goulartgaitero 🪗) no acordeom em “Tangorine”, abrilhantando a faixa com sua tremenda sensibilidade.
Ainda cito aqui, com a devida reverência, os amigos de décadas Fábio Mentz (
@mentz.fabio ) e Luciano Albo (
@alboluciano 🎧), que gravaram e mixaram o trabalho, com extremo tato e sabedoria.
A master, que equilibrou tudo lindamente, foi do incrível Marcos Abreu (
@mcostaabreu_ 🎚️).
Ouçam lá (tem link na bio, nos stories, etc.).
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As (excelentes) fotos são do
@luigivieira
;)