COMO SE MANTER NO AUGE? 🤳 Em um País que tem mais smartphones que habitantes, segundo estudo da FGV, não é surpresa que o mercado da influência digital seja tão grande. O Brasil só perde para os Estados Unidos em número de influenciadores: de acordo com a Nielsen, são mais de 10 milhões de influenciadores com pelo menos mil seguidores no Instagram. Da mesma forma que pode ser utilizada para incentivar a leitura e movimentar a indústria literária ou para ensinar as pessoas a poupar e investir, a influência nas redes sociais, atrelada à sensação de proximidade entre quem segue e quem cria, também pode ser terreno fértil para fraudes e propagandas enganosas.
De casos famosos, como o do jogo do ‘Tigrinho’, até as ‘comuns’ - e ilegais - rifas de smartphones nas redes sociais ou prescrições de treinos e dietas por profissionais não capacitados, são frequentes os exemplos de golpes e prejuízos no geral aos seguidores. Mas quem deve pagar a conta? Por trás do influenciador existe uma cadeia de produção que envolve os contratantes - muitos deles sediados em outros países - e plataformas digitais. Sem uma regulação, a responsabilização dos agentes envolvidos se torna difícil.
Para conversar sobre o tema, as convidadas do episódio são
@issaafkarhawi , doutora em Ciências da Comunicação pela USP e autora do livro ‘De Blogueira a Influenciadora: Etapas de Profissionalização da Blogosfera de Moda Brasileira’, e
@fernandaconcon , atriz, influenciadora, internacionalista e apresentadora do programa Chuva de Likes, do canal E!, que estreia ainda em 2024. O episódio tem a apresentação da colunista do Estadão,
@roseannkennedy , e da repórter de redes sociais do Estadão,
@carlammenezes . Assista ao episódio completo no #LinkdaBio.