Fernanda Britto

@febrittoo

arquiteta, pesquisadora e professora
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“Entre florestas, roças e quintais” é a nossa proposta, vencedora do Concurso Público Nacional de Ideias de Arquitetura para a Casa da Mulher Indígena – CAMI, organizada pela UnB, por meio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU-UnB) e o Laboratório Mulheres, Arquitetura e Território, em parceria com o IAB-DF. Este trabalho foi realizado pela colaboração e esforço coletivo de diversas mulheres, dentre elas arquitetas, antropólogas, designers, pesquisadoras e professoras - Ana Altberg, Fernanda Britto, Francy Baniwa, Giovana Paape, Julia Sá, Juliana Sicuro e Mariana Cruz. @ana_altberg @febrittoo @francybaniwa @giovanapaape @julia_sa_earp @sicuroarq @marianacruz_s - ENTRE FLORESTAS, ROÇAS E QUINTAIS Se os povos indígenas constituem hoje o maior fronte na luta pela preservação da terra, no combate contra economias profundamente extrativistas, as mulheres indígenas constituem a base dessa luta. São elas que estão guardando saberes ancestrais, reprodutivos, medicinais, dando continuidade a memórias e sonhos que orientam decisões estratégicas muitas vezes proferidas por homens. A defesa do corpo dessas mulheres caminha junto com a defesa da vida no planeta, pois elas marcham pela “Cura da Terra”. Esta CASA DA MULHER INDÍGENA foi projetada como um espaço de liberdade, fortalecimento e proteção. Espaços flexíveis e intimistas são desenhados para ancorar estadias transitórias em tramas sociais, cultivando pertencimento e potência em meio à vulnerabilidade, fomentando encontros que podem organizar alianças. Alianças de existências multifamiliares, pluriétnicas e, quem sabe, matrilineares. Esta CASA zela pelos corpos das mulheres e por todas as parentes que precisam ser reerguidas junto dela. Múltiplas roças e quintais povoados por avós, mães, tias, primas, filhas, filhos, e seus encantados. Descanso, cura, reza, sombra, fumaça, fogo, água, roça, flores, milho, mandioca e pé na terra. Terra preta, terra vermelha, terra indígena de norte a sul, leste a oeste. Uma arquitetura-ecologia de cuidados para cozinhar capacidades organizacionais, onde mulheres indígenas são protagonistas e multiplicadoras.
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5 days ago
"Entre florestas, roças e quintais" é a nossa proposta, vencedora do Concurso Público Nacional de Ideias de Arquitetura para a Casa da Mulher Indígena – CAMI, organizada pela UnB, por meio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU-UnB) e o Laboratório Mulheres, Arquitetura e Território, em parceria com o IAB-DF. Este trabalho foi realizado pela colaboração e esforço coletivo de diversas mulheres, dentre elas arquitetas, antropólogas, designers, pesquisadoras e professoras - Ana Altberg, Fernanda Britto, Francy Baniwa, Giovana Paape, Julia Sá, Juliana Sicuro e Mariana Cruz. @ana_altberg @febrittoo @francybaniwa @giovanapaape @julia_sa_earp @sicuroarq @marianacruz_s - ENTRE FLORESTAS, ROÇAS E QUINTAIS Se os povos indígenas constituem hoje o maior fronte na luta pela preservação da terra, no combate contra economias profundamente extrativistas, as mulheres indígenas constituem a base dessa luta. São elas que estão guardando saberes ancestrais, reprodutivos, medicinais, dando continuidade a memórias e sonhos que orientam decisões estratégicas muitas vezes proferidas por homens. A defesa do corpo dessas mulheres caminha junto com a defesa da vida no planeta, pois elas marcham pela “Cura da Terra”. Esta CASA DA MULHER INDÍGENA foi projetada como um espaço de liberdade, fortalecimento e proteção. Espaços flexíveis e intimistas são desenhados para ancorar estadias transitórias em tramas sociais, cultivando pertencimento e potência em meio à vulnerabilidade, fomentando encontros que podem organizar alianças. Alianças de existências multifamiliares, pluriétnicas e, quem sabe, matrilineares. Esta CASA zela pelos corpos das mulheres e por todas as parentes que precisam ser reerguidas junto dela. Múltiplas roças e quintais povoados por avós, mães, tias, primas, filhas, filhos, e seus encantados. Descanso, cura, reza, sombra, fumaça, fogo, água, roça, flores, milho, mandioca e pé na terra. Terra preta, terra vermelha, terra indígena de norte a sul, leste a oeste. Uma arquitetura-ecologia de cuidados para cozinhar capacidades organizacionais, onde mulheres indígenas são protagonistas e multiplicadoras.
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5 days ago
Flux for the Biennale d’architecture et de paysage d’Île-de-France - @bapidf @ensa_versailles The installation explores the material properties of handcrafted glass, proposing a poetic dialogue between landscape, water, movement, body, and space. Composed of handcrafted glass pieces, the work evokes the fluidity of water, balancing transparency and density, and constructing a dynamic landscape that transforms the environment through light and shadow. The glass pieces, manufactured with variations in density and permeability, reflect the movement of matter in suspension. Structured by delicate stainless steel supports, designed as H-shaped profiles, they balance lightness and structure while integrating fluidly and organically into the space. The installation invites the body to physically interact with the work, moving through the space and perceiving subtle visual and sensory transformations. Each viewing angle reveals a new narrative layer, where light, transparency, and reflection create a constant movement, evoking the relationship between the natural and the constructed. Its starting point being the fluidity of water and the experience of the body in space, the sculpture transcends the boundaries of materiality, offering a sensitive and nuanced interpretation of the landscape and the movements that shape it. It invites contemplation and immersive engagement, serving as an object open to interpretation. Its open- ended nature relies on the viewer’s perception while simultaneously asserting its presence and autonomy within the space. @estudiogustavoutrabo
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11 months ago
o infinito diário dos inimigos do fim, parte III (em andamento) com @rafaelcavalcante
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3 years ago
o infinito diário dos inimigos do fim, parte II com @rafaelcavalcante
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3 years ago
o infinito diário dos inimigos do fim, parte I com @rafaelcavalcante
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3 years ago
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4 years ago
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4 years ago
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4 years ago
kader attia no sesc pompeia
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5 years ago
🎂 #vaiterboulos #boulos #boulos50 #bouloserundina2020 #guilhermeboulos #viravoto
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5 years ago
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