O musical “Espelho Mágico – TV Globo 60 Anos”, dirigido por Gustavo Gasparani, parece apostar mais no afeto e na memória coletiva do que propriamente em conflito dramático. Quando a proposta é revisitar ícones como Tieta, Sinhozinho Malta, Tancinha ou Odorico Paraguaçu, o risco é justamente cair numa sucessão de “quadros” previsíveis — quase um desfile de referências — sem uma espinha dorsal realmente envolvente. O programa de TV me emocionou muito ;
A ideia de colocar Janete Clair como uma espécie de entidade-musa (“Nossa Senhora das Oito”) é, em teoria, brilhante. Eliane Giardini costuma dar densidade mesmo a materiais frágeis. Mas quando o texto não sustenta, nem grandes intérpretes conseguem evitar a sensação de repetição ou superficialidade.
Já Marcos Veras, como o autor em crise, parece cumprir função mais estrutural do que dramática — quase um fio condutor burocrático para ligar os momentos “icônicos”. Isso contribui para a previsibilidade mencionada;
O formato de teatro de revista — que historicamente é fragmentado, festivo e por vezes irregular — pode ser encantador quando há ousadia, ironia ou leitura crítica. Sem isso, vira apenas uma colagem nostálgica. E talvez seja aí que o espetáculo se perdeu: faltou risco, faltou surpresa, faltou um olhar menos reverente e mais autoral sobre a própria TV Globo.
Dito isso, seu fechamento é elegante: reconhecer a grandiosidade da produção e ainda assim apontar suas fragilidades mostra um olhar crítico maduro — algo que esse tipo de espetáculo, ironicamente, também poderia ter exercitado mais. / Locais e Datas (2026): Estreou em março no Teatro BTG Pactual (São Paulo) e segue para o Teatro Riachuelo (Rio de Janeiro) até junho.
Sympla
Sympla +6
A produção é realizada pela Aventurateatros em parceria com a TV Globo/ @apacos_oficial@febracos@btgpactualhall@tvglobo@tvglobointernacional@rede_globo8
Studio3 Cia. de Dança apresenta
“P A R I S”
na Estação Motiva Cultural (anexa à Sala São Paulo)
“Paris” é um desfile de imagens deslumbrantes, intensas, quase febris — um mosaico de lembranças sublimes da Belle Époque francesa filtradas pela memória sensorial e provocadora de Gabrielle Chanel.
É a Paris da liberdade criativa, dos encontros improváveis, dos excessos e das paixões proibidas. A cidade-luz como epicentro de uma revolução estética e comportamental que redefiniu o século;
No palco, desfilam presenças míticas que moldaram a arte moderna: Serguei Diaghilev, Vaslav Nijinsky e Romola Nijinsky, Isadora Duncan, Jean Cocteau, Tamara Karsavina, Anna Pavlova, Olga Khokhlova, Pablo Picasso, Igor Stravinsky, Marlene Dietrich, Josephine Baker, Cole Porter, Leonid Massine, Maurice Ravel, Misia Sert e Boris Kochno — constelação de talentos que eternizou uma era.
Espetáculo sensual e perturbador, “Paris” dissolve fronteiras entre linguagens: dança, teatro, canto ao vivo e vídeo-projeções entrelaçam-se numa experiência imersiva, rica em emoção, tensão e beleza.
No palco, uma companhia de intérpretes de altíssimo nível — bailarinos de diferentes gerações — imprime precisão técnica e intensidade dramática a cada movimento.
À frente desse universo, Vera Lafer, cuja trajetória se confunde com a própria história da dança contemporânea sofisticada em São Paulo. Fundadora da Studio3 Cia. de Dança, ela consolidou um projeto artístico singular, que alia rigor técnico, refinamento estético e uma poderosa dimensão teatral — marca indelével de suas criações. Novas apresentações neste mesmo e fabuloso teatro ( anexo a garbosa Sala São Paulo ) em junho 2026 / @massainicomunicacao@febracos@apacos_oficial@estacaomotivacultural
Ligado desde o berço ao mítico Canal de Suez — nascido em Alexandria — carrego em mim essa travessia simbólica entre culturas e destinos.
Em um momento profundamente marcante, fui honrado com diploma e medalha pela ABFIP - Associação Brasileira das Forças Internacionais da Paz, sob a presidência do Dr. Walter Mello de Vargas, em cerimônia realizada na Itu, cercado por autoridades, amigos queridos e sensibilidades afins.
Receber essa distinção — das mãos da diretora Rita Araujo — foi mais que um reconhecimento: foi um instante de emoção rara, que, como as grandes travessias da vida, permanecerá para sempre inscrito na memória e no coração. / obrigado aos queridos amigos que dividiram tantas boas emoções : @anesiofassina@rose.canazzaro a renomada artista plástica ; dr @marekmjr e @marcelkogos / @febracos@apacos_oficial@abfipbtlsuez
Amaury Jr. o favorito da @febracos e @apacos_oficial é um dos mais conhecidos jornalistas e apresentadores de televisão do Brasil, especializado em cobrir o universo da sociedade, das celebridades e dos grandes eventos.
Nascido em 28 de setembro de 1950, em São Paulo, Amaury Júnior começou sua trajetória no jornalismo nos anos 1970. Tornou-se célebre por suas entrevistas com personalidades do entretenimento, da política e do jet set, além de reportagens sobre festas e eventos sofisticados no Brasil e no exterior. Punta, Florida e Dubai são exemplos sublimes!
Seu estilo elegante e bem-humorado consolidou-se principalmente em programas exibidos por emissoras como RedeTV!, Rede Bandeirantes e Rede Record. Ao longo das décadas, entrevistou artistas internacionais, empresários e figuras da alta sociedade, tornando-se uma referência na cobertura do chamado “high society”.
Amaury Júnior ajudou a criar no Brasil um formato televisivo dedicado ao glamour, às celebridades e ao lifestyle, mantendo por mais de quatro décadas uma presença constante na televisão.
Quinze anos se passaram — e ainda parece ontem. ✨
Em 2011, a talentosa e sofisticada Maria de Medeiros — eternizada no imaginário cinéfilo por sua presença magnética em Pulp Fiction e Henry & June — emprestou sua sensibilidade e delicadeza autoral a um dos episódios do longa coletivo Mundo Invisível.
Seu segmento, o elogiado curta “Aventuras do Homem Invisível”, revelou um olhar poético e profundamente humano sobre a invisibilidade social — tema que atravessa o filme como um fio invisível que costura destinos, silêncios e presenças esquecidas.
O elenco foi um encontro luminoso de talentos: Ovadia Saadia, Mauro Felix, ( em interpretação fabulosa ), Suzy Ayres, Marisol Ribeiro, ao lado das carismáticas musas Denise Fraga, Thalma de Freitas e Ana Petta. Um mosaico de sensibilidades que deu corpo e alma à narrativa conduzida por Maria com firmeza e lirismo.
Idealizado pelo saudoso Leon Cakoff e por Renata de Almeida, Mundo Invisível nasceu como um gesto de inquietação artística e compromisso social. Exibido pela primeira vez na histórica 36ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o projeto reuniu olhares de cineastas do mundo inteiro — entre eles Atom Egoyan, Manoel de Oliveira, Wim Wenders e Theo Angelopoulos — consolidando-se como uma obra de diálogo internacional, mas profundamente enraizada em São Paulo.
Grande parte dos segmentos foi filmada na cidade, transformando suas ruas, esquinas e personagens anônimos em protagonistas de uma reflexão urgente e atemporal.
Celebrar 15 anos de Mundo Invisível é celebrar o cinema como ato de resistência, memória e sensibilidade. É lembrar que aquilo que parece invisível aos olhos pode ser, na verdade, o que há de mais essencial.
Que venham mais anos de arte, encontros e histórias que insistem em existir — mesmo quando o mundo finge não vê-las. @febracos@apacos_oficial@mdmpelomundo
Ontem, no enebriante Mata Citta, no coração do complexo Rosewood São Paulo na histórica Cidade Matarazzo, viveu-se uma dessas tardes que misturam propósito, elegância e memória.
A campanha “Não É Não”, do grupo Mulheres Solidárias, deu o tom cívico e necessário — lembrando que sofisticação também é consciência. Entre taças erguidas e discursos breves, celebrava-se o aniversário de Silvana Herrera, do consulado da República Dominicana, em clima de diplomacia afetuosa e alegria tropical.
O fim simbólico dos festejos de Rei Momo pairava no ar — como se as máscaras ainda guardassem ecos do carnaval recém-partido. Aliás, máscaras não faltaram: o encontro, capitaneado por Ana Karin Andrade, reuniu entidades de classe sob um tema que flertava com o baile veneziano, embalado por piano ao vivo e um menu gourmet preciso, arrematado por um bolo exuberante.
E enquanto o sol de verão atravessava os ambientes fabulosos e abarrotados do complexo, era impossível não sentir a presença invisível do Conde Francesco Matarazzo — cuja visão industrial e aristocrática ainda ecoa nas arcadas restauradas e na imponência que resiste ao tempo. / @mulheressolidariasoficial@rosewoodsaopaulo@matacitta@apacos_oficial@febracos
A Congregação Israelita Paulista (CIP) sediou, neste domingo (25), o Ato em Memória às Vítimas do Holocausto, reunindo autoridades civis, diplomatas, lideranças políticas e religiosas, sobreviventes e membros da comunidade judaica. Realizada por ocasião do Dia Internacional em Memória às Vítimas do Holocausto, a cerimônia reforçou a importância da preservação da memória, do enfrentamento ao antissemitismo e da defesa da dignidade humana.
O ato foi promovido pela Confederação Israelita do Brasil (Conib), Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp), Congregação Israelita Paulista CIP e StandWithUs Brasil, e contou com a presença do governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do Secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo Gilberto Kassab, do ex-chanceler Celso Lafer e do secretário municipal de Justiça, André Lemos, representando o prefeito Ricardo Nunes.
Tem novidade por aí! Aceitei o desafio do meu querido amigo; @drdanilomatsunaga e vou participar de seu programa de emagrecimento e performance durante o verão, mostrando na telinha do @sbt@thmaissbtvale os resultados e compartilhando com você; #meuqueridotelespectador, todo processo com dicas semanais no @valenighttvthathi . Obrigado, Dr. Danilo Matsunaga e que venha um verão mais leve! #verão #emagrecersaudável #danilomatsunaga #sbt