A Federação Portuguesa de Golfe desafiou-nos a pensar na sua marca e em todos os constrangimentos que existem. O golfe nacional não consegue criar uma relação com os portugueses. Existem muitos preconceitos, bad press e a própria comunicação do golfe insiste em comunicar estereótipos estafados. Logo num momento em que o golfe mundial vive um boom. São mais de 40 milhões de jogadores em todo o mundo, e pela primeira vez na história da modalidade, a maior de jogadores situa-se na faixa dos 18 aos 35 anos!!! E este facto muda tudo. Os millenials vieram elevar o golfe para um novo patamar, enaltecendo características que são trends globais, como o contacto com a natureza, o desporto ao ar-livre, a saúde mental ou o slow living. Esta mudança de paradigma levou-nos a questionar tudo. De uma marca antiga, formal, fria e distante, vamos passar para uma marca mais próxima das novas gerações. Mais jovem, mais digital, mais dinâmica. Uma marca nova e portanto sem preconceitos ou estigmas. Uma marca que se orgulha do seu país e que pretende unir jogadores, famílias, clubes, turismo, autarquias e governo. Uma marca que seja um motivo de orgulho para os portugueses e que os levem a querer experimentar o golfe e sentir o vento, o frio, a chuva e o sol. A sentir que um desporto praticado ao ar-livre em contacto com a natureza tem muitos benefícios para o bem-estar. E este é apenas o primeiro passo. Neste caso, a primeira tacada. Parabéns à Federação Portuguesa de Golfe por ter tido a coragem de assumir esta transformação e com isso inspirar todo o golfe em Portugal.
Um projeto da NOSSA Sports, que muito nos orgulha e que contou com a dedicação e empenho da Ana Abrantes, da Beatriz Cruz, do
@lourencomagalhaes , da Sara Sousa, do
@_telmo_vicente_ , da
@guel_audiovisuais e da
@fazmossa
E as últimas palavras do filme resumem também este projecto:
O golfe é tudo menos perfeição.
E nesse equilíbrio entre falhar e voltar a tentar…
Há muito da maneira de ser portuguesa.
Obrigado a todos os que participaram nesta longa maratona 💚❤️