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João Pedro Feio

@f.eio

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F.EIO /// (ง •̀_•́)ง ExPeRiÊnCiA CoMpLetA \ (•◡•) / ------==TRAILER==-------
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3 years ago
🚨CAPA DO MEU PRÓXIMO SINGLE🚨 “Ah, Como É Bom Viajar Pro Meio Do Mato” 20/03 0H00 Pré-Save na Bio
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2 months ago
Manu Gavassi talvez nunca tenha fracassado em ser popstar. Talvez o problema seja que ela nunca foi só isso. Enquanto o pop brasileiro buscava arquétipos simples, Manu transformava cada era em laboratório criativo, pesquisa estética e construção de universo.
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8 hours ago
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23 hours ago
Quando a capa de Brutal Paraíso foi revelada, quando saiu o clipe do primeiro single, quando o álbum finalmente chegou, nós confessamos: ficamos decepcionados. Esperávamos uma nova ruptura da Luísa Sonza, mais um movimento imprevisível como ela vinha fazendo nos últimos anos. Os projetos anteriores sempre vieram com narrativa bem amarrada, storytelling claro e aquele elemento surpresa que virou marca registrada. Estávamos esperando isso de novo. Chegamos a imaginar até um álbum de rock, algo que empurrasse ainda mais essa trajetória de risco que começou lá em Doce 22. Seria o próximo passo lógico. Mas ela fez o oposto. A capa, apesar de permitir leituras, é mais direta: ela sendo bonita, sexy, magnética. O primeiro clipe não apresenta uma nova estética, é ela abraçando o arquétipo de Popstar sem filtro. E o disco, em boa parte, revisita os mesmos territórios sonoros que ela já domina. Foi aí que virou a chave. Talvez Brutal Paraíso nunca tenha sido sobre ruptura. Talvez seja sobre sublinhar, reforçar, cravar de vez o lugar dela. Não como uma artista em transformação constante, mas como uma cantora pop no sentido mais amplo, mais clássico e mais definitivo da palavra. Oque vocês acharam?
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3 days ago
Gente, vamos ser mais cara de pau? Pra gente ver se consegue mamar mais. Porque ta foda.
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5 days ago
Feliz Dia das Mães.
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6 days ago
Maravilhosamente Bem revisita uma linhagem esquecida do pop brasileiro. a do city pop oitentista de Rita Lee, Marina Lima, Lulu Santos e Djavan. Um brasil urbano, sofisticado, ensolarado e elétrico. mas enquanto o disco é quente e tropical, a imagem de Julia Mestre é fria, gráfica e quase yuppie. e talvez a genialidade esteja justamente aí: fazer da imagem um contraponto para a música, e não apenas uma ilustração dela.
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8 days ago
Pra quem pensou que ela ia se distanciar dos anos 2000, eu (acho que) tenho uma péssima noticia. Pode ser que os anos 2000 continue, porem agora num outro espectro.
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8 days ago
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9 days ago
Eu tenho um ódio vtnc
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10 days ago
Tudo a ver ou nada a ver?
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11 days ago