Uma das maiores operações de mineração do mundo funciona como uma cidade industrial erguida a 700 quilômetros de Belém, Amazônia adentro. É de Carajás, no sudeste do Pará, que saem, todos os anos, cerca de 170 milhões de toneladas de minério de ferro, escoadas por uma ferrovia de quase 1.000 quilômetros até o litoral do Maranhão.
Ao longo do trajeto, os trens atravessam a floresta até chegar ao Porto de Ponta da Madeira, em São Luís, de onde a produção é exportada para todo o mundo, majoritariamente para a China. O conjunto formado por minas, ferrovia e porto fez da Vale, nos últimos 40 anos, um colosso global da mineração.
Mas, para além do minério de ferro, a região de Carajás tem outro negócio cada dia mais promissor. A região abriga os principais ativos de cobre da companhia.
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🖋️ Letícia Furlan e Mitchel Diniz
A bioeconomia amazônica apareceu de várias formas no Bioeconomy Amazon Summit (BAS) 2026: projetos de reflorestamento, startups de tecnologia verde e negócios ligados à biodiversidade. Em um dos corredores da feira, porém, ela vinha servida em forma de linguiça de peixe.
O produto é da Amapesc, foodtech criada por uma professoras e alunas do Instituto Federal do Amapá (IFAP). A empresa quer levar ao varejo alimentos feitos com pescado amazônico e ingredientes regionais, como tucupi e cupuaçu.
A foodtech ainda não começou oficialmente a operar, mas já captou R$ 50 mil para compra de equipamentos e estruturação da produção própria. A expectativa é iniciar as operações ainda em 2026, após concluir processos sanitários e regulatórios necessários para comercialização.
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🖊️ Guilherme Gonçalves
Com o sucesso das canetas emagrecedoras, os alfaiates mais disputados do país estão fazendo ajustes como nunca em ternos e costumes.
Para o alfaiate Alexandre Won, o jeito foi impor a seguinte política: adiar ao máximo a primeira prova do terno ou do costume. Agora, ela é feita com no máximo 30 dias de antecedência da data da entrega. Antes, essa prova, assim como a segunda e última, podia ocorrer ao longo de até três meses — é o prazo mínimo que ele exige, após a compra, para a confecção de cada pedido.
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🖊️ Daniel Salles
Em um cenário onde atenção é disputada o tempo todo, não basta apenas comunicar — é preciso deixar uma percepção clara, memorável e verdadeira sobre quem você é e o impacto que gera.
E é exatamente aí que o storytelling se torna uma ferramenta estratégica. Histórias conectam, criam identificação e transformam experiências em significado. Quem sabe contar sua trajetória, seus valores e sua visão de forma estratégica constrói autoridade sem precisar “forçar” presença.
Marcas pessoais fortes não nascem apenas de grandes feitos, mas da capacidade de gerar conexão consistente. O que as pessoas lembram sobre você quase sempre está ligado à emoção que sua narrativa desperta.
Quer aprender a construir narrativas que geram impacto real e fortalecem sua marca pessoal? Conheça o curso de Storytelling de Impacto do Na Prática e descubra como transformar sua comunicação em uma ferramenta de conexão e protagonismo.
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Sua empresa já está inscrita no Melhores e Maiores 2026 da EXAME?
As inscrições vão até 30 de maio para a 53ª edição do mais tradicional e reconhecido prêmio de negócios do Brasil.
A premiação, desenvolvida pela EXAME em parceria com o IBMEC, avalia não apenas indicadores financeiros e contábeis, mas também critérios como diversidade na gestão, governança e práticas ambientais.
A cerimônia presencial acontece em setembro, com destaque para as vencedoras em uma edição especial impressa e no site da EXAME.
📍O formulário de inscrição está disponível no site da EXAME — e também no link deste post.
A agência de publicidade Ginga anunciou um investimento de R$ 2,5 milhões na consultoria Purpy, especializada em regeneração estratégica.
Na prática, isso significa ajudar outras empresas a repensar como geram valor, indo além do lucro financeiro para também criar impacto positivo nas pessoas, nas comunidades e no meio ambiente.
A parceria une a experiência dos sócios da Ginga — Pedro Del Priore, Paulo Martinez e Marcos Brabo, todos com trajetória em comunicação, design e inovação — ao trabalho dos fundadores da Purpy, Yago Roese e Lua Couto.
🔵Essa e outras histórias fazem parte do ranking Negócios em Expansão (NEEX) da EXAME. Quer fazer parte? Inscreva-se no link na bio!
🖊️ Júlia Arbex
Criar conteúdo para redes sociais envolve muito mais do que apenas publicar uma imagem. É preciso pensar em legenda, identidade visual, formato, calendário, tom de voz e estratégia de engajamento.
Com o avanço da inteligência artificial, plataformas especializadas passaram a automatizar boa parte desse processo, permitindo criar posts completos para Instagram em poucos segundos.
O crescimento dessas ferramentas acompanha a demanda cada vez maior por conteúdo rápido e constante nas redes sociais.
Em vez de começar uma publicação do zero, profissionais conseguem usar a IA como ponto de partida para acelerar ideias, estruturar campanhas e reduzir o tempo gasto em tarefas repetitivas.
Quer saber quais são essas ferramentas e começar a otimizar sua criação de posts? Então, comente "INSTAGRAM" que a gente de conta direto na sua DM.
Matéria completa no site da #EXAME
🖋️ Denise Gabrielle
📷 Reprodução
Será que o presidente do Google Brasil seria contratado? No primeiro episódio de “Temos Vagas”, Fábio Coelho troca o papel de entrevistador pelo de candidato, e responde perguntas sobre carreira, liderança, decisões difíceis, ambição, erros, pressão e futuro.
Sem bancada. Sem apresentação tradicional. Sem respostas ensaiadas.
“Temos Vagas” é uma série da EXAME que coloca alguns dos profissionais mais importantes do mercado em um lugar incomum: uma entrevista de emprego.
📌 Assista ao episódio completo no YouTube
A transição energética brasileira passa por um desafio central: fortalecer a infraestrutura capaz de conectar novas fontes de energia ao sistema elétrico.
No Redes do Amanhã, a EXAME conversou com Glauco Freitas, presidente da Hitachi Energy no Brasil e Head of South LATAM, sobre os gargalos de transmissão, regulação e investimentos necessários para preparar a rede elétrica para o futuro.
A companhia anunciou em 2024 um investimento de aproximadamente US$ 200 milhões no Brasil, incluindo a construção de uma nova fábrica de transformadores em Pindamonhangaba, em São Paulo. O projeto deve ajudar a dobrar a capacidade de produção da empresa no país.
Apresentado por @hitachienergy
O dólar encerrou a sexta-feira, 15, em forte alta de 1,63% cotado a R$ 5,067. Na semana, subiu 3,58%, a maior alta semanal em mais de três anos. A última vez que a moeda havia subido nesse patamar foi na semana de 6 de novembro, quando subiu 5,33% frente ao real.
Hoje, o pregão foi marcado pela aversão global ao risco, aumento das tensões geopolíticas e revisão das expectativas para os juros nos Estados Unidos. O movimento foi impulsionado pela busca de investidores por ativos considerados mais seguros, em meio à percepção de que a inflação global seguirá resistente e obrigará bancos centrais a manterem juros elevados por mais tempo.
Segundo Paula Zogbi, estrategista-chefe do Nomad, o mercado passou por uma “reprecificação agressiva” dos ativos globais diante da combinação entre inflação persistente e incertezas geopolíticas.
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🖋️ Rebecca Crepaldi
Quando Yesim Saydan precisa de uma ideia ousada ou de uma estratégia criativa, ela não chama uma equipe nem agenda reunião com mentor. Ela abre o ChatGPT e conversa com Steve Jobs.
Não com o Steve Jobs real, o cofundador da Apple morreu em 2011. Mas com um GPT personalizado que Yesim treinou por mais de 40 horas, alimentado com transcrições de vídeos, estratégias e lançamentos do executivo.
É um dos mais de 17 agentes de IA que essa especialista em branding na faixa dos 50 anos construiu para escalar sozinha a consultoria que mantém na Holanda.
Quer entender como ela faz para “consultar” o Steve Jobs virtual que ela criou? Comente "EU QUERO" que a gente te manda na sua DM.
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🖋️ Guilherme Santiago
📷 Reprodução
O presidente da China, Xi Jinping, demonstrou preocupação com o futuro da relação do país com os Estados Unidos ao recorrer a uma analogia histórica: a “Armadilha de Tucídides”.
O conceito descreve o risco de conflito entre uma potência consolidada e outra em ascensão, referência inspirada na rivalidade entre Atenas e Esparta, narrada pelo historiador grego Tucídides.
Para saber mais, assista ao vídeo completo e siga a #EXAME!