Quem ai ainda esta se recuperando, mais ja sente saudades dele? 🥰
Esse Carnaval ficou marcado como um momento de amor, cura, celebração e transformação por aqui.
Celebrar a potência ancestral e cultural da qual somos herdeiros também é cuidar do corpo e da mente e honrar quem nos protege. Asè
Obrigado por cada encontro, abraço, aprendizado e troca.
Gratidão @camarotebarbrahma@_diverti minha irmã querida Rainha das Rainhas @simonesampaio por mais um carnaval especial
Obrigado @andersonoliveira@foliatropical@mickaelnoah@lana_cramos@mai.vieiram
pela parceria, dedicação, profissionalismo e respeito de sempre de vcs.
Somos de luta, Samba e Carnaval.
Com respeito e carinho, Evandro.
Tenhamos fé, SEMPRE!
Adupé, Sakidila, Gratidão!!🙏🏿
🎥 @karumartins ❤️
Os amigos e pessoas mais próximas acompanham a algum tempo a importância da meditação na minha Vida, to fazendo ‘ho’oponopono e meditação guiada, alinhando os chakras’ 😂
No incrível Livro “Futuro Ancestral” Krenak elabora muito bem a importância da prática meditativa.
“Todos temos uma transcendência e ao chegar ao Mundo ja somos, o ser é a essência do Todo” ❤️
Krenak defende a prática da meditação como uma forma ancestral de autoconhecimento e autocuidado, questionando o modelo atual, compreendendo que a meditação permite que a pessoa se coloque no presente. Afinal é fato!
“O futuro não existe, nós apenas o imaginamos”
Reservar um tempo para exercitar o tempo de presença comigo melhora todo funcionamento do meu corpo e da minha mente.
Concordo com Krenak, repensando os modelos atuais de educação, práticas de autoconhecimento sem dúvida teriam acrescentado e muito ao meu desenvolvimento desde a primeira infância.
E você, tem organizado sua mente e exercitado um tempo de autocuidado e amor próprio consigo?
Me deixa saber se você tem se acolhido aqui nos comentários.
Mais uma semana que se inicia, novos caminhos, objetivos e desafios. Ogundana pode ajudar você a seguir no seu proposito é isto que a Obra de @altayveloso simboliza na minha Vida.
Por isto com carinho, respeito, fé e devoção compartilho um singelo e simples arranjo adaptado dessa música que tanto me emociona e que carrega em si a força dos nossos ancestrais.
“Essa nossa terra é uma casa na Aldeia”
Eu confesso que fiquei com muito medo da chegada desta data, alias todo esse ciclo do Luto, cada dia tem sido um novo desafio, não é linear, uma dor que dilacera e ao mesmo tempo as memórias positivas vão nutrindo a fé a força de seguir em frente.
A um ano atrás estavamos juntos, a senhora havia acabado de gravar na minha música “Se acolhe”. Lembro do dia, do convite, sua coordenação motora ja apresentando debilidade e a senhora querendo gravar de todo jeito pois a arte sempre alimentou nossa alma. Na produção orientou o ritual, me emociono ao lembrar deste dia inesquecível.
-“Evandro, eu vou, mais quero um chapéu preto bem bonito, também providencia um charuto, meu cavalo vai levanta vôo.”
Eu, como sempre atento atendi tudo, e apesar de preocupado com sua saúde fiquei feliz pela sessão e por ver sua felicidade expressa nas ações e na poesia, afinal nada mais doloroso para uma poeta que ver sua mão perdendo a funcionalidade, a incapacidade de mobilidade pra alguém que sempre lutou por sua liberdade.
Chegou com irreverência, firmeza, acendeu o charuto, a escada que era o impecílio foi detalhe, virou a dose de cachaça e fomos pro estudio, perguntando se domingo eu ia produzir um samba!rs Eu ja havia lido a poesia que era adaptada de outra obra sua.
Gravou em um take! O silêncio se fez presente! Era um rito de passagem.
Não havia de ser de outra forma, nossa relação foi de AMOR durante esses 36 anos, ao longo dos últimos 10 + ou - eu percebi que minha maior dor da Vida seria um dia acordar e não ter minha melhor amiga ao meu lado, neste sentido, fui me preparar psicologicamente e espiritualmente pra que enquanto vivos estivessemos, nossos laços fossem de cumplicidade, afeto, Amor em cada segundo. Nem todos podem se orgulhar de dizer que tiveram na mãe, mulher a maior e melhor amiga, até nossos rolês eram complementares. Que saudade minha véia, mais a gente sempre foi e sempre sera Amor como compromisso ético e eterno!Curtam suas coroas!
Impossível separar cultura, fé e tradição da nossa própria existência.
O que era sonho no passado, se tornou realidade concreta, essa é grandiosidade de acreditar na força da nossa ancestralidade e a benção que é ser Filho de Ogum e devoto de São Jorge.
Ogunhê meu pai pela proteção, caminhos, resiliência e força para chegar até aqui.
Sigo vestido com as roupas e as armas de Jorge.
Fim de semana gostosinho em São Paulo né?
Estou viciado neste disco, a cada nova audição mais sentido faz.
Seguimos em equilibrio porque Deus Existe.
Ogunhê, Axé!
📸 @henriqueandra te amu meu irmão!
Monique Dardenne segue a todo vapor com o videocast “Música Que Não Toca Por Aí”, que tem como objetivo conectar agentes estratégicos e criar soluções para o ecossistema musical.
No mais novo episódio, ela recebeu Evandro Okàn, que, no papo, compartilhou reflexões sobre memória afetiva, ancestralidade, trajetória profissional e o reencontro com sua expressão artística, além de escolher grandes discos que o representam. Confira o trecho e assista ao 6º episódio completo no YouTube. LINK NOS STORIES! (Foto: @marcosbacon | Vídeo: Reprodução)
O videocast “Música que Não Toca por Aí”, apresentado por Monique Dardenne, recebe Evandro Okàn em seu sexto episódio. Ao longo da conversa, o cantor, compositor e diretor artístico compartilha reflexões sobre memória afetiva, ancestralidade, trajetória profissional e o reencontro com sua expressão artística.
Para Evandro, escolher cinco discos que representam uma vida, para Evandro, foi como fazer uma arqueologia de si. “Foi um momento de olhar para a história, mas também de tortura”, confessa, rindo. “Porque escolher poucas músicas te leva de encontro a memórias, a momentos que você estava vivendo enquanto ouvia aquele artista. É um exercício de priorizar afetos.” O recorte escolhido, ele acredita, é um mapa de sua trajetória – e um convite para que quem ouve também encontre conexões com as próprias histórias.
O episódio vai ao ar hoje às 20h ❤️ Link na bio.
Cada show tem seu valor, cada encontro comprova o poder divino da música.
O que me move nos grandes festivais é a paixão pelos artistas que admiro e a oportunidade de ser surpreendido por novas descobertas, encontros e afetos.
De @doechii , ao lindo, sensível e cativante show da @agnesnunes , do pop de @sabrinacarpenter ao show lendário do @edsongomesreal , do show apoteótico do @cypresshill a chuva de hits, banda feminina e potente da @chappellroan ao set absurdo do @skrillex , teve pra todos os gostos.
Se da bem quem se desprende só da sua playlist e se coloca a disposição para compreender que cada momento e cada encontro no Lolla, é único! Ja sinto saudades, e nem acabou e vocês? 🥺🙏🏿
Obrigado meu irmão @m_beraldo por mais essa edição fantástica.
Parabéns a todos que estão se dedicando para fazer cada momento ser especial para os fãs de música ! 🙏🏿
Uma semana que se inicia com a reflexão importante sobre a normalização da barbarie e dos crimes de ódio contra mulheres por isso no ultimo sábado levamos esta mensagem em palco no nosso show em Santos.
Era matemático que a naturalização dos discursos Red Pill, da equiparação da luta por igualdade de gênero sobre a crimonosa simetria de “Liberdade de expressão” e dita “superioridade masculina” levaria a estas trágicas estatísticas, aconteceu por conivência do Estado e a naturalização por parte da mídia e da sociedade.
Se a paz não for um direito de todos e todas, ela não será de ninguém, e precisamos reverter esses índices urgentemente.
Acredito na cosmovisão dos povos africanos, onde nossa humanidade só será possível quando tivermos justiça social e direitos iguais e nos enxergarmos uns nos outros #Ubuntu é proposito de Vida.
Pela luta contra a misoginia e o combate ao feminicídio, será fundamental apoiar o avanço do PL 896/2023 que é um projeto de lei do Senado Federal que visa criminalizar a misoginia (ódio ou aversão às mulheres), equiparando-a ao crime de racismo.
A proposta altera a Lei nº 7.716/1989, prevendo pena de 2 a 5 anos de reclusão e multa para atos de discriminação baseados no gênero o texto defende a inclusão da misoginia como crime na Lei do Racismo, com base em fundamentos legais, sociais e jurisprudenciais, para ampliar a proteção de mulheres e do feminino diante de um contexto estrutural de desigualdade e violência que não pode ser naturalizado.
O Pl esta na pauta da comissão dos direitos humanos do Senado para esta Quarta-feira 11/03.
Em ano eleitoral devemos cobrar e acompanhar como as lideranças políticas representantes da sociedade vão se posicionar sobre a urgência deste essencial passo na luta contra o feminicídio.
Está se falando pouco sobre esse importante avanço no combate a violência contra a mulher. Espalhe e vamos cobrar!!!
Siga @criminalizamisoginia e junte-se a causa!