Hoje faz um ano da ligação de “ele tá no hospital e é grave”
Eu fui pelo caminho me perguntando, brigo com ele? Dou um esporro? Ou não falo nada? Deixo ele ganhar o choque da vida dele
E na verdade nem vida ele tinha mais.
A pior imagem vai ser sempre ele lá deitado com o coração parado, a pele com cor diferente… mas pelo menos o bigode intacto kk
Nada me conforma com oque ele fez, o ponto que ele deixou que chegasse…
Eu ainda sim quero escavar onde ele tá, sacudir ele até acordar e perguntar “oque tu tá pensando da vida???”
Ainda existem coisas q eu gostaria de falar pra ele, ainda existem planos que eu queria realizar com ele… mas ele resolveu partir
No dia do velório eu falei aquilo que eu consegui reunir no momento, e hoje, um ano depois, não sei se consigo ainda reunir palavras pra expressar a pessoa que ele foi, e tudo que ele fez. Nem mesmo toda a saudade que ele deixou.
Quando a gnt perde alguém é como se fosse uma amputação. É uma parte importante que se vai, é uma parte que você não se imagina sem, uma hora foi necessária pra te fazer andar, pra te fazer rir, pra te fazer alcançar… e de repente você não tem mais esse apoio. De repente eu to incompleta.
Mais uma vez digo q o Tico do meu Teco se foi. Pra alguns, o Sadraque, o minhoquinha, o Tevo, o Xexo, o EstevAO, o irmão da Ester (como ele odiava o quão recorrente isso acontecia kkk)
Vou te amar pra sempre pirralho…. Mas perdoar ainda não consegui.