Quase 3 meses sem redes sociais e menos conectado. E mais presente do que estive em muito tempo.
Não sumi, apenas fiz uma escolha consciente de desacelerar as redes para acelerar o que importa. Parei de seguir o barulho e fui atrás de substância. Reduzi meu consumo quase a zero e fiquei apenas com vozes que valem a pena, líderes, filósofos, pensadores, grandes executivos e empreendedores. Gente que desafia, que incomoda, que faz pensar diferente.
Nesse período li muito. Conversei muito. Refleti ainda mais.
E aprendi algo que vai além de qualquer livro ou podcast.
Quando você some da rede, fica evidente quem realmente está do seu lado. Poucos amigos, poucos de verdade, vieram no particular perguntar se estava tudo bem. Sem interesse, sem pauta, só pelo cuidado genuíno. Outros, que a rede faz parecer próximos, só apareceram quando precisavam de algo. Nunca ficou tão claro assim.
Nos momentos de silêncio, reflexão ou desafio, a pergunta que fica é simples e brutal. Quem realmente está com vc quando você não tem nada a oferecer?
Guarde bem essas pessoas, elas são raras.
Volto hj. Com mais intenção, mais filtro e um padrão de uso completamente diferente. Não vim pra aparecer, vim para compartilhar o q vale.
E o que vale hoje é imenso.
Esta manhã meu filho Enzo nasceu. E para marcar esse dia, fiz algo que nunca tinha feito.
Escrevi uma carta para ele e que carrega tudo que sou, tudo que acredito e tudo que um dia quero que ele entenda sobre a vida.
Mas tem um detalhe nessa carta que me arrepiou enquanto escrevia. Algo que começou em 2018 e que só fez sentido completo esta manhã.
Está no carrossel. Leia até o fim
Ontem subi ao palco do @cmosummit 2026 com uma provocação clara:
a conversa deixou de ser um canal, virou espinha dorsal
Por muito tempo, ela foi tratada como rodapé, um botão de suporte, um “fale conosco”
Hoje, quando bem estruturada, ela ocupa o centro da operação
Bots não são sobre FAQs, são sobre execução. Deixaram de ser scripts reativos e passaram a ser agentes que planejam, integram sistemas e resolvem problemas de ponta a ponta
Quando bem implementados, não vivem isolados
eles conectam:
marketing inicia
vendas avança
atendimento resolve
operações executa
tudo em um fluxo contínuo
sem quebra
sem perda de contexto
O WhatsApp já não é só um canal
é um ambiente de decisão
é onde o cliente escolhe quando entrar
como interagir
e até onde avançar
O desafio não é mais atrair
é sustentar a conversa
sem repetir informação
sem jornadas longas
sem fricção desnecessária
Sites, apps e landing pages continuam existindo
mas perdem eficiência quando são longos, estáticos e desconectados da intenção
empurrar para formulário hoje
muitas vezes
é empurrar para o abandono
Não é sobre substituir tudo
é sobre reorganizar
se você tem tráfego
transforme clique em diálogo
se você tem dados
transforme em contexto
A mudança é simples de entender
e difícil de executar
sair de jornadas baseadas em páginas
para experiências baseadas em diálogo
Pense na conversa como um cérebro central
conectado a todos os canais
do WhatsApp ao YouTube
onde o cliente escolhe a porta de entrada
e a marca garante continuidade
IA não é um projeto com começo, meio e fim
é um processo vivo
em constante evolução
No final, a pergunta não é tecnológica
é estrutural
sua empresa ainda organiza canais em silos
ou já começou, de verdade, a dar voz ao cliente e conversar?
A COP30 me fez enxergar uma verdade desconfortável…
Direto de Belém, entre inspiração e contradições, uma reflexão necessária sobre coerência.
Porque falar em futuro sustentável é fácil. Difícil é alinhar comportamento, escolhas e hábitos.
Mudar o mundo começa no que fazemos, não no que dizemos.
#ReflexãoDeSexta #COP30 #autoconhecimento #erickbuzzi
Na próxima semana estarei no palco do São Paulo Innovation Week 2026 para falar sobre o tema: IA aplicada ao atendimento e personalização de serviços.
O evento acontece de 13 a 15 de maio, na Mercado Livre Arena Pacaembu, reunindo alguns dos principais nomes de tecnologia, inovação, empreendedorismo e negócios do Brasil e do mundo. A proposta do SPIW é colocar São Paulo no centro das discussões sobre o futuro, conectando startups, grandes empresas, investidores, pesquisadores e líderes globais em uma experiência imersiva de conteúdo e networking.
Na minha participação, vou compartilhar como a IA conversacional e os agentes de IA estão deixando de ser apenas ferramentas de suporte para se tornarem a espinha dorsal da experiência do cliente, conectando canais, dados, vendas, atendimento e operações em jornadas muito mais inteligentes, personalizadas e resolutivas.
Hoje é dia das mães e o Enzo faz 2 meses.
E hoje eu finalmente consigo postar esse vídeo. Toda vez que eu assisto, eu me emociono.
Nesse vídeo tem o momento exato em que a Talita deixou de ser só minha esposa e virou mãe. E eu estava do lado dela vendo tudo, e ainda assim mal consigo descrever o que aconteceu.
Não foi como nos filmes. Foi dor. Foi medo. Foi força de um jeito que eu nunca tinha visto em ninguém.
E no meio de tudo aquilo, ela pensava nele, só nele.
Tata, vc carregou o Enzo por 9 meses dentro de você.
Você sentiu cada movimento, cada susto, cada noite sem dormir, antes mesmo de ele chegar.
Você abriu mão do seu corpo, do seu sono, da sua rotina, de partes de você mesma, e fez td isso com um amor que eu ainda estou aprendendo a entender.
No dia em que o Enzo nasceu, eu aprendi o que é ser forte de verdade. Não é não ter medo. É ter medo e segurar assim mesmo. Obrigado, Tata.
Por ele. Por nós. Por tudo que você entregou sem hesitar.
Você é a melhor coisa que eu poderia ter dado ao meu filho.
Feliz primeiro dia das mães. ❤️ @talitaantoniassi
Ontem também tive a oportunidade de passar algumas horas em Campo Bom, na sede da Arezzo, uma empresa que tenho muito orgulho de ter como cliente.
É uma relação de muitos anos, em diferentes momentos da minha carreira, e tê-los novamente como cliente é sempre motivo de satisfação.
Mas ontem foi especial. Conheci de perto a linha de produção, a história da empresa em detalhes e uma parte da marca que eu ainda não tinha vivido dessa forma.
Saí ainda mais fã.
Me impressionou o quanto existe de cuidado artesanal, zelo pelo produto, atenção à experiência do consumidor e obsessão por qualidade em tudo que fazem. Também ficou muito claro o quanto estão olhando para frente, pesquisando tendências, entendendo o mercado e se preparando para o futuro.
É um orgulho ver uma empresa brasileira desse nível. E é um orgulho enorme poder estar próximo de um cliente desse porte. Obrigado, Pinho e Maurício.
Voltando para SP depois de uma viagem que valeu cada minuto.
Ontem tivemos um encontro com executivos e empresários do Rio Grande do Sul, daqueles raros, com conversa de verdade, em um ambiente leve, seguro e sem filtro.
Gente que não só fala de digital… mas está construindo, liderando e fazendo acontecer no país.
Obrigado a todos que estiveram presentes.
Em especial ao meu irmão @gutorocha , pela parceria de sempre.
Tenho um carinho enorme pelo Sul. Além de grandes clientes, tenho aqui algo ainda mais valioso: grandes amigos.
@ricardo.campoy vc mais uma vez superando as expectativas. Feliz de estar contigo nessa jornada.
Tem agência e profissional ensinando empresa a crescer no WhatsApp…
…com ferramenta fora da API oficial, “infringer” rodando e disparo em massa disfarçado de estratégia.
Funciona? Até certo ponto, sim. Atalho geralmente funciona… até parar.
O problema é que quem vende esse caminho não paga a conta depois.
Quando o cliente sumir e a marca tiver queimado o canal, quem sofre é quem confiou.
Enquanto isso, a Meta está indo pro outro lado. Promovendo mais conversa, qualidade e penalizando os atalhos. O WhatsApp nunca foi, e nunca será, um canal aberto para qualquer tipo de prática. Ele é baseado em permissão, relevância e confiança.
Você está sendo bem assessorado? Fica minha provocação pra você, empresário(a) e executivo(a)
e se, por desconhecimento, você estiver queimando o canal e usando o WhatsApp do jeito errado? Distraído pelo resultado de curto prazo.
Porque se a sua estratégia depende de “infringer”, ferramenta fora da API oficial e disparo em massa, talvez o problema não seja o canal, seja quem está te orientando.
Atalho escala, mas não sustenta. E quando para de funcionar, quem te vendeu já está na próxima. Quem fica com o problema é você. Você está jogando o jogo infinito, construindo algo sustentável, ou apenas capitalizando um resultado de curto prazo?
Seguindo a série sobre liderança…
Se Ancelotti convocar Neymar e o Brasil perder, vai ser culpa de Neymar? Não. Vai ser culpa de Ancelotti.
Se não convocar e o Brasil perder sem ele, também vai ser culpa de Ancelotti. Esse é o peso que ninguém fala quando romantiza a liderança.
Esse texto não é sobre ser a favor ou contra a convocação do Neymar. É sobre o peso da decisão e o papel do líder.
Nas empresas acontece o mesmo. Você aprova o budget de uma campanha que não performa, você errou na decisão. Você não aprova, a concorrência avança, você foi conservador demais. Você contrata alguém que não entrega, você errou na leitura. Você não contrata, a vaga fica aberta três meses, você travou o time.
O líder é o repositório de todos os “e se” que o time não quer carregar.
E é exatamente aí que a pressão coletiva se torna mais perigosa. Porque ela não vem de mal. Vem de pessoas que genuinamente acreditam no que estão pedindo.
Torcedores que amam Neymar. Colegas que defendem o profissional de alto histórico. Stakeholders que querem o projeto aprovado. Todos com argumentos reais. Nenhum deles vai estar na sala quando o resultado vier.
Ancelotti respondeu a isso de um jeito que achei raro: “Escuto e observo tudo. Depois preciso, pelo papel que ocupo aqui, tomar decisões.”
Sem arrogância. Sem se fazer de vítima. Só o reconhecimento silencioso de que ouvir não é o mesmo que delegar a decisão para quem grita mais alto.
Isso tem um nome no mundo corporativo: clareza de papel sob pressão social, ou seja, saber que sua função não é construir consenso em torno da decisão. É ter critério claro o suficiente para defendê-lo, mesmo sabendo que, se der errado, o critério não vai aparecer na narrativa. Só o resultado.
A solidão da liderança não é não ter com quem conversar. É que todo mundo tem opinião antes e ninguém divide o julgamento depois.
Ancelotti vai assinar a lista em maio. Se der errado, você já sabe o que vão dizer. #lideranca #liderança #gestaodepessoas #ancelotti #carreira decisao mindsetdelider gestaodepessoas ancelotti selecaobrasileira lideres carreiraexecutiva altaperformance
IA que transforma conversas em resultados. WhatsApp como hub inteligente de CX
Esse é o tema da minha palestra amanhã, 14 de abril, no #IACX
Tenho batido bastante em um ponto:
a conversa deixou de ser canal e virou o centro da estratégia
Canais como o WhatsApp estão evoluindo rápido e deixando de ser só atendimento para se tornarem um verdadeiro hub inteligente de Customer Experience
Vou dividir o palco com a Mariana Pellegrin de Vasconcellos, da MetLife Brasil, para falar sobre como as jornadas de compra estão migrando de cliques para conversas
Mais do que tendência, isso já é uma mudança estrutural,
a conversa hoje orquestra dados, integra sistemas e executa tarefas de ponta a ponta
Se esse tema te interessa, fica o convite
16h20
Há alguns dias saiu uma notícia que chamou atenção:
Os CEOs da Coca-Cola e do Walmart estão deixando seus cargos, tendo como um dos principais motivos a próxima onda de inteligência artificial.
Ambos foram diretos, acreditam que suas empresas precisam de alguém com energia renovada e maior domínio de IA para liderar o próximo ciclo.
Dois CEOs. Duas saídas. Um mesmo pano de fundo: IA.
Vulnerabilidade em liderança é uma virtude.
Mas existe uma linha entre ser vulnerável e simplesmente sair de cena.
Quando a Covid chegou, não havia manual.
Quando a internet derrubou o mundo analógico, a velocidade pegou todo mundo de surpresa.
A IA não. Ela avisou. Com antecedência. Em tempo real.
E essas não são empresas sem recurso.
Estamos falando de organizações com orçamento para contratar qualquer pessoa no mundo.
Com poder de atração de talento que 99% das empresas nunca terão.
Com infraestrutura para montar times inteiros dedicados a qualquer transformação.
Então quando um CEO diz “não sou a pessoa certa para terminar essa transformação”…
A pergunta que fica não é sobre IA.
É sobre liderança.
A maior competência de um líder nunca foi saber tudo.
Foi se adaptar, montar o time certo e mover a organização antes que o mercado force sua mão.
Admitir limitação pode ser coragem.
Mas também pode ser o jeito mais elegante de não responder por uma janela perdida.
Foi a IA que limitou esses caras
ou foi a execução?
Não tenho a resposta.
Mas acho que vale a reflexão.
Principalmente para quem está no comando hoje
e ainda está avaliando o momento certo para agir.