Gosto muito de música, sempre gostei.
Cresci vendo minha mãe tocar piano, meu avô e tia dominarem qualquer instrumento que botavam na mão deles (acho que daí vem minha vontade de aprender minimamente qualquer um que vejo na frente).
Sempre teve música lá em casa. Lembro de um toca discos Gradiente na minha primeira infância, os cds de coletânea e rock que meus tios compravam, do meu próprio toca fitas.
Música quase sempre foi um aspecto primordial nas relações que cultivei e ainda é o que me aproxima de muitas pessoas. Hoje em dia tem música no meu serviço e nos lugares que frequento. Mas música também é algo que não estudo muito e não tento monetizar, eu curto na minha timidez excessiva, no silêncio da casa depois de gravar um vídeo e deixar que algumas pessoas vejam.
Só que fim do ano tá aí e eu quero conseguir cantar no karaokê na festa da firma, ou então num aniversário massa que tenho planejado dentro da minha cabeça.
Quero ter a capacidade de cantar sem sentir o nó na garganta que me impede até de falar de vez em quando.
Todos esses vídeos já foram postados de forma efêmera, a maioria só nos melhores amigos. Mas domingo às vezes tem dessas coisas de terapia da exposição e arrebentei uma corda do violão.
É Exu quem abre a gira, quem nos dá caminho e, nas encruzilhadas, firma encontros que a espiritualidade costura.
Nosso eterno agradecimento a @frednegrof , @sauva_mc , @quilombo_tattoo , @ellaproenca , @gabriiel_lost , @negona.maciel e @bruna_abru que deixaram nossos instrumentos com a nossa identidade, ouviram nossa história e a transformaram em arte viva.
não fiz a retrospectiva mas deixo aqui um vídeo não editado (sem paciência pra fazer isso no celular, credo) de momentos bons e que desejo mais
teve muita coisa legal mas eu sou péssima pra registrar vamo tentar melhor isso em 2026
dançamos, tocamos, pintamos, superamos medo de altura e apreciamos a paisagem
brigada aos velhos e novos amigos, tamo junto ♥️