Vista posterior do Edifício Copan. Nota-se, no primeiro plano, a cobertura do Cine Copan, seguida pela torre externa dos elevadores do Bloco B e o Edifício Itália ao fundo.
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Hoje completa uma semana desde que o Sr. Affonso nos deixou.
Com ele, o Edifício Copan perde mais do que um síndico — perde um verdadeiro guardião.
Foram mais de 30 anos à frente de um dos maiores condomínios da América Latina, exercendo uma liderança rara, marcada pela retidão de caráter, pela generosidade e por um profundo senso de justiça. Tudo isso sustentado pela firmeza serena de quem sabia conduzir com autoridade sem jamais abrir mão da humanidade.
No trato diário — constante, paciente, focado e sempre esperançoso — foi o grande responsável por transformar o destino de um edifício em que muitos já não acreditavam. Onde havia descrédito, enxergou futuro. Onde havia desgaste, construiu caminhos. Onde havia caos, cultivou ordem, propósito e continuidade.
Sua ausência será profundamente sentida. Mas seu legado permanece vivo: nos princípios que deixou, no caminho que ajudou a traçar e na visão de futuro que seguirá moldando o Copan por muitos anos.
Obrigado, Sr. Affonso.
Foto: Daigo Oliva/G1
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Edifício Copan em construção.
Nota-se a relação entre a escala humana e altura do madeiramento das formas.
Ao fundo, observa-se o corpo estrutura número 4 já em estado mais avancado de execução.
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Registro interessante da construção do Edifício Copan, com a presença da Vila Normanda, demolida na década de 1950. Hoje, parte do espaço é ocupado pelo edifício que carrega o mesmo nome: edifício Vila Normanda.