“A Casa Comum” não se pode apenas discutir, tem de se construir.
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O desafio da habitação em Portugal é evidente e exige novas formas de pensar, projetar, construir e habitar.
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No âmbito das Semanas da Economia e através da ZETHAUS, vamos reunir, em Braga, especialistas de diferentes áreas - arquitetos, juristas, cooperativistas, académicos - para debater modelos alternativos de habitar, com foco na coabitação e nas cooperativas de habitação.
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Mais do que discutir problemas, esta iniciativa procura dar visibilidade a soluções, projetos e modelos que já estão a transformar a casa comum.
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Ainda hoje vamos revelar o programa completo do dia. Não perca!
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A inscrição é gratuita, mas obrigatória, através do link da bio.
Estamos a construir respostas para o futuro ou apenas versões atualizadas do passado?
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Esta é a questão central das conferências e debates que vamos promover no âmbito das Semanas da Economia, tendo por base estudos de caso nas áreas da construção industrializada, modelos de coabitação e cooperativas de habitação.
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Para nos auxiliar a encontrar respostas, contamos com a presença do senhor Ministro das Infraestruturas e Habitação, Eng. Miguel Pinto Luz, e diversos especialistas de distintas áreas.
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Revelamos agora o programa da manhã, mais logo partilhamos as restantes iniciativas do dia.
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“A Casa Comum”, dia 14 de maio, no Forum Braga, contamos consigo.
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A participação é gratuita, mediante inscrição prévia no link da bio.
Há muitos debates sobre habitação, mas poucos juntam quem está realmente a mudar a forma de habitar.
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A ZETHAUS irá reunir diferentes perspetivas sobre quem projeta, quem constrói, quem investiga, quem legisla e quem vive estes modelos no terreno. Não para discutir tendências, mas para perceber o que já funciona, o que continua por resolver e o que pode ganhar escala nos próximos anos.
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E porque pensar o habitar também é pensar cultura, identidade e comunidade, o dia terminará com uma performance artística surpreendente de Martim Sousa Tavares.
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Junte-se a este momento ímpar de reflexão e debate sobre o futuro da habitação.
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Entrada gratuita, sujeita a inscrição prévia no link da bio.
Estamos a contribuir para o futuro da computação avançada em Portugal.
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Assumimos a execução do novo Centro de Dados do Centro Nacional de Computação Avançada (CNCA), em Guimarães, uma infraestrutura estratégica para a ciência, tecnologia e inovação.
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Com um investimento de 5,1 milhões de euros e conclusão prevista para setembro deste ano, o projeto foi concebido para acolher supercomputadores e sistemas digitais de elevada capacidade, ao serviço da investigação científica e do desenvolvimento tecnológico.
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Mais do que uma obra, estamos a contribuir para o reforço do ecossistema digital nacional, criando condições para atrair talento, empresas tecnológicas e gerar emprego qualificado.
É com projetos como este que colocamos a nossa engenharia ao serviço da transformação digital e do futuro da ciência em Portugal.
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Vamos desenvolver, em Barcelos, um projeto habitacional que pretende responder a um dos maiores desafios do país: o acesso à habitação.
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O empreendimento prevê a construção de cerca de 200 habitações destinadas ao mercado de arrendamento, com rendas até aos 400 euros, numa proposta que procura aliar acessibilidade, qualidade construtiva e sustentabilidade.
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Mais do que construir casas, trata-se de criar soluções habitacionais ajustadas às necessidades reais das pessoas e das cidades, num momento em que se torna urgente pensar em novos modelos para habitar.
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Faltam dois dias para “A Casa Comum”!
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No próximo dia 14 de maio, Braga recebe uma conversa sobre o futuro da habitação, reunindo especialistas, academia, cooperativas, arquitetos, decisores políticos e diferentes agentes do setor para debater novas formas de construir e habitar.
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Ao longo do dia serão discutidos temas como coabitação, cooperativas de habitação, construção industrializada e comunidade, num programa que contará também com a presença de Miguel Pinto Luz, Ministro das Infraestruturas e Habitação, e com um momento artístico conduzido por Martim Sousa Tavares.
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Para quem não puder estar presente no Forum Braga, o evento será transmitido em streaming no nosso canal de Youtube.
Quem está a pensar o futuro da habitação em Portugal tem de estar nesta conversa.
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No próximo dia 14 de maio, Miguel Pinto Luz, Ministro das Infraestruturas e Habitação, também participa na iniciativa “A Casa Comum”, que estamos a promover, através da nossa marca ZETHAUS, no âmbito das Semanas da Economia.
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Última oportunidade para se inscrever no link da bio.
O encerramento da nossa iniciativa no âmbito das Semanas da Economia será também um momento de expressão artística, com uma intervenção assinada por Martim Sousa Tavares.
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Num evento dedicado a pensar novas formas de habitar, a arte traz uma última camada de reflexão, sensibilidade e encontro.
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Porque no dstgroup acreditamos que a cultura não é um complemento. É um motor de transformação, capaz de gerar comunidade, questionar o presente e ajudar a construir futuro.
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A participação é gratuita, mediante inscrição prévia no link da bio.
A casa partilhada é apenas uma solução habitacional ou uma transformação social?
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A partir da experiência da COOPERAhab, esta conversa cruza arquitetura, cohousing e envelhecimento para refletir sobre o impacto social da habitação colaborativa cooperativa e sobre aquilo que realmente define qualidade de vida.
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Porque pensar a habitação também é pensar a forma como queremos viver, envelhecer e construir comunidade.
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Últimos dias de inscrições no link da bio.
Coabitação: ideologia ou pragmatismo?
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Neste debate propomos uma reflexão sobre o lugar da coabitação no presente e no futuro da habitação, cruzando pensamento académico, arquitetura e experiência cívica.
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Uma conversa sobre modelos que desafiam a norma e sobre o que pode tornar a habitação mais colaborativa e mais humana.
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Garanta a sua participação através do link da bio.
O que determina a qualidade de um projeto de coabitação?
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Neste painel vamos olhar para alguns dos mais relevantes projetos europeus de habitação colaborativa e perceber o que os torna verdadeiros espaços com identidade, proximidade e sentido de comunidade.
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De Barcelona a Berlim, passando por Liverpool e pela Moita, a conversa cruza arquitetura, participação e sentido de pertença para discutir aquilo que realmente define a qualidade de um lugar para viver.
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Faça parte desta reflexão sobre o futuro da habitação. Inscrições no link da bio.
A quem pertence o lugar onde habitamos?
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Partindo da ideia de Heidegger de que habitar nasce do gesto de fundar um lugar, este painel propõe uma reflexão sobre propriedade, território e pertença.
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Num momento em que o acesso à habitação exige novas respostas, juntamos urbanismo, direito e financiamento para discutir uma questão central: que modelos de propriedade podem ajudar a construir comunidades mais justas, estáveis e inclusivas?
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Reserve já o seu lugar através do link da bio.