Dora de Assis

@doradeassis

Atriz | Escritora | Dramaturga | Roteirista
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Desde 2014 venho trabalhando como atriz no audiovisual. Reuni junto com a @dracainafilmes alguns desses trabalhos. Não consegui colocar todos, olha que problema bom. Mas é uma maneira de reverenciar esse caminho que pode ser tanto lindo quanto cruel. Que venham mais. Tenho muito orgulho desse ofício, que coloca mais vida dentro da vida.
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3 months ago
Se for pra crescer, que seja pra crescer junto e com meu time todo, penso assim. Tem momentos que pedem que a gente dê um duplo mortal carpado, outros que pedem uma retirada total, ou parcial, pra manter uma integridade. Elas estão comigo em todos esses. E eu com elas. Obrigada, amo vocês. ❤️ Fotos: @isadoratricerri Styling: @_ju.morais Make e cabelo: @pamellafranco_
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1 month ago
@doradeassis está indicada ao prêmio APTR na categoria Jovem Talento por “NA QUINTA DOR” ❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥
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3 months ago
Helena foi a primeira vez em que eu me reconheci numa outra pessoa que não eu mesma. Helena foi quem me apresentou o amor. Foi com quem fiz família fora de casa, onde inauguramos um mundo. Com quem virei a noite pela primeira vez, com o olho ardendo querendo dormir mas insistindo ainda na conversa. É impossível saber quem eu sou sem falar dela. Da presença dela que ilumina tudo. Da delicadeza e do amor incondicional que ela instaura na gente. Da letra dela e da maneira cuidadosa que ela escreve como se tivesse operando um corpo vivo, e está. Dos doces que ela come, das roupas de avó que nela ficam chiques. Um auge. Helena, minha amiga irmã que eu boto em cima do palco pra fazer barulho pra 4 mil pessoas. Um barulho que só ela saber fazer e do qual só nós duas rimos. Que grudou na porta com um copo tentando escutar eu perdendo o bv. Helena que ouve meu alô e sabe já o que aconteceu em mim. É por quem eu boto a mão no fogo e por quem eu arrombaria uma porta com uma força que só surgiria naquela hora. E por ela eu me enfio num barco e tento andar sobre as águas, inapta. Por ela eu fico sem dormir em festa, acordo cedo pra ir surfar (não surfo). Viro meio vegana por ela, desligo o ar no carro e no uber por ela, voo nado e corro por ela. Vou remendada comemorar aniversário, escrevo de novo. Tentando fazer da linguagem um corpo que dança e que descansa também. Helena, você é o amor da minha vida. Te amo horrores. Te confio tudo, te desejo as maiores belezas. Paris tem sorte. Logo mais tô aí.
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4 days ago
Eu e você sempre
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7 days ago
Shooting de atriz com essa galera que não é pouca coisa Fotos: @isadoratricerri Styling: @_ju.morais Make e cabelo: @pamfranco___
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13 days ago
Faz dois anos que fiz a cirurgia que dividiu minha vida em antes e depois. Toda pessoa tem sua reserva de tragédias. De dentro desse buraco, podemos ir lá fundo e voltar com o que colhemos de interessante daquilo. Não acredito que as tragédias nos fazem melhores, mas sim o que o que escolhemos fazer delas. Eu fiz um cordão de delicadeza que ronda meu pescoço do tamanho de uma cicatriz, com a profundidade que uma cicatriz sugere: aqui (diz a cicatriz) houve uma abertura. A analista pergunta se eu já tinha sido aberta antes disso. Já, mas não assim. Perdi um pouco de espaço pra engolir, mas ganhei o sutil, ganhei uma relação de cumplicidade com o risco que me emociona. Ganhei uma confiança no meu corpo, na minha presença. Que ninguém nem nada é capaz de destruir. Minha ruína tem graça hoje. Graças a isso tudo. E tenho feito escolhas muito mais voltadas na direção da saúde do que na das doenças. E faço uma peça que termina suas apresentações no Rio hoje e amanhã. Logo quando fazem dois anos desse material que ergui pra rir e pra fazer rir disso. Dizem que escritores passam a vida ao redor dos mesmos assuntos. Os meus tem sido: a graça e a ruína, o riso como arma, os cacos que são o risco que permite a improvisação: a vida dentro da vida. A flor cair no momento em que olhei pra fora da janela. O caminho no metrô até o teatro onde vou contar essa história toda. De quando ganhei enquanto achei que ia perder. Quero perder cada vez mais pra ver o que vou ganhar com essas perdas. Um viva a @naquintador e a quem esteve junto pra rir nesses últimos dois anos comigo. Saúde!
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19 days ago
Essa foi a turma da terceira edição do ARRISQUE AQUI. Oficina de escrita que abre espaço pro não saber, pra que a gente se surpreenda com a gente mesma e com as outras pessoas ali. É um projeto que revigora, acorda e coloca a gente pra dormir melhor depois. Com mais vida, essa inegociável vida que criamos juntas. Agradeço profundamente as outras turmas de Rio e São Paulo com as quais esqueci de fazer foto junto. E agradeço a essa galera desse final de abril. Vamos seguir bradando, deixando esse encontro contínuo. Que honra.
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20 days ago
VENHAM VER NA QUINTA DOR
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26 days ago
Semana que vem faz dois anos do primeiro incidente que causou essa peça. Mês que vem faz um ano que estamos em cartaz. NA QUINTA DOR parte de um tema muito específico, de um recorte particular, mas se amplia e se torna cada vez mais coletiva. Então o sentido dessa peça se afirma. Então a arte toca e encosta e transforma e ganha outros contornos. É um poder no sentido de possibilidades novas, não de domínio. Até porque isso de domínio é uma ilusão frágil. De onde é melhor cair logo, senão fica alto demais pra cair. Longe de tudo. Admito que muitas vezes parece tentador, mas não aguento muito tempo lá em cima. Preciso descer e olhar pra realidade. E a realidade é a que todo mundo já sabe: que fazer arte é exercitar uma fé cega, que exige que distâncias sejam percorridas, que muitas vezes é fazer pra cinco pessoas, sendo duas delas seus pais. Outras é lotar um teatro de 360, de 140, de 100 lugares. E que nenhuma dessas situações é exatamente confortável, mas são reais. E vivas. E no que emerge desse encontro vai ser onde você se agarra pra continuar fazendo. É específico como todos os encontros são. E se amplia. E você ganha fôlego. Pra mais um dia, mais um segundo, pra mais mil anos nisso. Que venham. NA QUINTA DOR 🎟️ Ingressos via sympla e na bilheteria do teatro 📍 Teatro Ziembinski Terças e Quartas 20:00
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26 days ago
O DRAMA é um filme sobre a fragilidade humana diante da nossa moral. Existe nas relações uma tentativa de higienização constante, como uma arma contra o descuido. Faltam nuances, falta espaço pra pluralidade, falta tempo de se debruçar em algo ou alguém e de fato, olhar. Olhar. Ver o que acontece. O DRAMA nos traz as historinhas e também A história. Assim como Sick Of Myself (outro desse diretor), O DRAMA nos coloca de frente para a nossa miséria, para nossa mediocridade, para nossa polidez embrutecida, e muito, absolutamente violenta. O que fazer por dentro de uma sociedade adoecida pode ser uma pergunta sem resposta. Mas talvez encarando a nossa ruína possamos falar dela com muito mas propriedade e, quem sabe, mudar de ideia. Mudar de ideia é também mudar de lugar. Uma vez me disseram “a pior coisa é quando acontece uma mudança e nada muda”. Porque temos chances de nos refazermos a vida ainda vale a pena. Porque se tem pra onde ir, se tivermos capacidade pra isso. A capacidade vem do esgotamento, que é muito diferente de um cansaço. O cansaço deixa a gente passivo, o esgotamento muitas vezes precede uma grande ação. E são essas ações que me interessam quando vou ao cinema e me identifico com uma obra. Porque abrir um debate é de uma responsabilidade muito grande e acredito que O DRAMA assume isso com maestria, com dinâmica, onde humor e horror andam juntos e geram conversas importantes e que expõe o que há de mais sonso quando as conversas e os debates são evitados achando que assim se evita o caos. O caos já está lá, rondando. Achando graça disso tudo. Nos resta olhar. Ver o que acontece. E fazer algo a partir disso.
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27 days ago
Ontem tivemos a honra de termos Julio Adrião na estreia no @teatromunicipalziembinski.rio ❤️ Hoje tem mais, às 20:00 @naquintador
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1 month ago