Dih Morais levar a arte QUILOMBOLA, PRETA para AFRICA é tbm levar a história de sua MATRIARCA ao continente MÃE, é sobre retornar e se reconectar.
" VIVA O MATRIARCADO!"
É levar muitos brasileiros com ele, é levar milhares que se conectam com sua história.
" Que não pare em mim, mas que outros tbm possam conquistar."
Dih Morais se torna o PRIMEIRO designer QUILOMBOLA, brasileiro a desfilar no continente AFRICANO.
O evento @fancy.africa aconteceu de 22 a 27 de setembro de 2025 em MAPUTO MOÇAMBIQUE
Estar em AFRICA só foi possível porque muitos contribuíram com um financiamento coletivo. (Vakinha) .
O designer não teve nenhuma ajuda governamental ou institucional . Graças ao espírito UBUNTU o sonho se tornou realidade.
"Obrigado a todos que me ajudaram a tornar possível. Obrigado a cada doação, cada artista, cada palavra e msg de incentivo. "
EU SOU PORQUE NÓS SOMOS.
#acreditenoseuexu
Os meus passos vêm de longe....
Eu queria agradecer a tanta gente .. Farei isso a cada um deles....
Mas.. agora.. fica minha gratidão a @thelminha e toda sua equipe. Obrigado por acreditar e confiar em mim... Obrigado meu pai por nunca me abandonar.
LAROYE EXU.
#Repost thelminha with @let.repost
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Meu último look do dia veio lá de Salvador: dihmoraiss! Cidade que eu amo❤️ Ele tem várias referências ancestrais e foi feito especialmente para o último ensaio de quadra da minha querida @mocidadealegre ❤️ Ps: esse tornozelo enfaixado já tá ficando ótimo pra semana que vem😉🙏🏾 #CarnavaldaThelminha
#afrounidad
Sem legendas.. vou deixar por conta de vcs.
DEIXEM NOS COMENTÁRIOS @ DE MARCAS PRETAS, INDIGENAS, PERIFÉRICAS, QUILOMBOLAS QUE STYLISTs PRECISAM CONHECER.
@id_br 2026 Tivemos a honra de vestir pessoas que se conectam com nossa MODA/ arte, Uma moda Quilombola que pouco se fala , mas que ocupa e (R)EXISTE.
Encontrar tantas outras pessoas potentes é um frescor pra nossa luta .
Obrigado @tommendes7 pelo convite lindo.
Parabéns a vc e @luanagenot pelo projeto lindo.
Obrigado @brenocora@ellainnems@santananath@vickatupi@tinna.okinka@solvegaoficial
Por estar levando a Dih Morais em seus templos .
Que tenhamos pessoas que nos fortaleça e respeite nossa arte e história.
Parabéns @almapretajornalismo e @ellainnems pelo reconhecimento do trabalho e campanha potente.
Pronta pro Prêmio Sim à Igualdade ✨ @id_br
Vestida com @dihmoraisbrand , com essa peça perfeita da coleção Quilombo Barro Preto, que já atravessou oceanos e desfilou na África. A peça carrega referências ancestrais e símbolos de riqueza, força e prosperidade.
Mais do que estar presente, é sobre propósito.
Sobre ocupar, sonhar alto e sustentar caminhos que antes pareciam impossíveis… pra realizar o que é indispensável.
@maihcazuquelrp@id_br@luanagenot@tommendes7
“Sonhamos o que parece impossível para realizar o que é indispensável.”
Hoje eu chego no Prêmio SIM à Igualdade Racial vestindo sonhos plantados de força e resistência. Referência na moda, Dih morais @dihmoraisbrand desenha a primeira marca quilombola a desfilar no continente africano. No futurismo afroindígena desaguamos em muitas confluências. De expressão, de arte, de território. BAHIA TUPI. BAHIA QUILOMBOLA. VIVA AWEREEE 🏹✨❤️
Do Quilombo ao Terreiro, segunda coleção do designer quilombola Dih Morais, materializa em
roupas e acessórios a trajetória de pertencimento do estilista e suas comunidades.
Pertencimento conquistado.
Pertencimento que não lhe foi naturalmente dado, mas que intencionalmente transmite nas
roupas criadas por ele, peças únicas com capacidade de empoderamento e transcendência.
Pertencimento não só aos lugares, mas à dimensão espiritual e histórica desses territórios.
Quilombo e Terreiro, na visão de Dih, falam de ancestralidade, de saber de onde se veio e
agradecer aos ancestrais.
Nesta coleção, Dih estende o seu Aquilombamento de norte a sul do Brasil. O artista baiano
Jefferson Mendonça criou desenhos exclusivos para a marca, dos Orixás Ogum, Omolu e Exu,
que foram para o Sul serem minuciosamente bordados à mão pela artista Leila Cheuiche e
estampam de quimono a chemise, capa e blazer. Nas últimas semanas, Dih dividiu a pilotagem
da máquina de costura com Sofia Lins, e contou com as crocheteiras Irlanda Maria e Luana
Freitas, e a mãe e a irmã de Dih, Sinha e Gabriele, entre tantas mãos que, do coração de São
Paulo ao sertão da Bahia, participaram da construção desta coleção. Pois Quilombo, assim como
Terreiro, também é sobre dar as mãos, sobre acolhimento e apoio mútuo, sobre conexão nos
afetos e fazeres, união nos poderes e saberes.
“Minha moda é sobre minhas vivências e histórias”, nos conta o designer. Assim, o look que
inaugura o desfile e representa Exu abrindo os caminhos e trazendo a Luz, refere-se também à
memória de ter sido o estilista, aos 18 anos de idade, a providenciar a instalação de energia
elétrica na casa de sua avó, a Mainha, sua ancestral viva homenageada no desfile anterior da
marca.
#acreditenoseuexu
Do Quilombo do Barro Preto as Passarelas do Brasil Eco Fashion Week 2024 e Fancy África /MOÇAMBIQUE 2025.
Quantas vezes tivemos a oportunidade de contar nossas histórias?
Abraçar as oportunidades, falar de um povo e sobretudo fazer de nossas histórias e vivências, NARRATIVA?
Levar o QUILOMBO DO BARRO PRETO para as Passarelas também é dizer que existimos e Resistimos, em uma sociedade onde quem fala tem mais valor do que quem vive.
E nós falamos e somos .
SOMOS QUILOMBOLAS e nunca e jamais irão nos invisibilizar e nos apagar.
Continuaremos contando nossas histórias aos quatro cantos.
QUILOMBO (R)EXISTE .
Quem é a Marca Dih Morais?
Dih Morais não é apenas narrativa é história,vivência. Filho do Quilombo do Barro Preto, Quilombo situado em Jequié, cidade no sudoeste da Bahia, filho e neto de mães solos, trás em sua arte o poder do povo preto, sobretudo a Religião de Matriz Africana.
Tendo suas coleções sempre trazendo o fazer manual, suas peças são feitas por mulheres do quilombo onde nasceu, valorizando o fazer ARTESANAL e também o poder da coletividade, fortalecendo assim a economia criativa.
A marca Dih Morais não nasce pra seguir tendência. Nasce pra devolver dignidade.
Pra honrar caminho. Pra vestir memória e ancestralidade como potência.
A marca Dih Morais é isso: moda que caminha com os pés no barro e os olhos na revolução.
As peças da Dih Morais não seguem o calendário da moda.
Elas seguem o tempo da terra, da cabaça, da trança, do fazer coletivo.
Tem arte que a gente veste e arte que veste a gente por dentro.
Cabaças costuradas à mão. Franjas feitas em mutirão. Trama que vem da roça, da feira, do terreiro, da beira do rio.
Cada peça é construída como quem cuida, como quem reza.
A cabaça, que aparece em muitas criações da marca, é um fruto africano ancestral.
Foi trazida nos navios negreiros e se transformou em símbolo de resistência.
Hoje, ela veste passarelas, mas nunca deixou de vestir fé, proteção, sobrevivência.
Dih Morais hoje é a Primeira MARCA QUILOMBOLA A DESFILAR NO CONTINENTE AFRICANO.
Feito esse se conseguiu porque acredita e sempre acreditou no poder da coletividade.
O que seria de nós sem OXUM?
Um dia ouvir de um pensador: se um dia te faltar amor, se olhe no espelho.
Todas as peças únicas e Bordados manualmente por nosso criador DIH MORAIS.
Looks @dihmoraisbrand
Confira peças disponíveis.
Maiores informações via direct ou link do whats na bio.
Que honra nossa receber essa potência que é @aldri.oficial em nosso ATELIÊ/QUILOMBO.
Aldri Anunciação , ator, dramaturgo, roteirista, apresentador de televisão e diretor brasileiro. Autor do sucesso Namíbia, Não! que originou o longa-metragem Medida Provisória, dirigido por Lázaro Ramos.
Seja sempre bem vindo.