Em 1973, no distrito de Chamoli, na Índia, o governo cedeu uma floresta de freixo inteira para uma empresa privada. Gaura Devi, Sudesha Devi, C.P. Bhatt, Sunderlal Bahuguna e outros decidiram que parariam os madeireiros para defender - como disse Gaura Devi - sua maika ("casa da mãe"). As mulheres da aldeia Reni foram e abraçaram as árvores, evitando que os madeireiros as cortassem. Este ato de abraçar, ou chipko, deu ao movimento seu nome.
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“Estamos cansados de saber que nem nos livros onde mandam a gente estudar se fala da efetiva contribuição das classes populares, da mulher, do negro e do índio na nossa formação histórica e cultural. Na verdade, o que se faz é folclorizar todos eles. E o que fica? É a impressão de que só os homens, os homens brancos, social e economicamente privilegiados, foram os únicos a construir esse país. A essa mentira tripla se dá o nome de sexismo, racismo e elitismo.”
Lélia Gonzalez, (Mulherio, Ano II, Nº 5, Janeiro/Fevereiro de 1982, P. 3)
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Arte do dossiê "O CoronaChoque e a educação brasileira: um ano e meio depois" (08/2021)
@tricontinental_br
Este dossiê analisa os diferentes efeitos da pandemia sobre a educação brasileira desde a chegada da pandemia de Covid-19 no país, buscando compreender como se deu o avanço da lógica mercantil sobre este setor e como as grandes corporações se aproveitaram para tirar vantagens do contexto de crise. Neste sentido, o documento avalia a atuação das corporações privadas, as mudanças no modelo de educação, as consequências para os trabalhadores do setor e os desafios de um programa de luta.